Ibovespa hoje
- Boletim Focus: projeções para IPCA e Selic recuam, e para PIB sobe.
- China, Índia e Brasil são os ganhadores da reviravolta nas tarifas de Trump.
- Mundo retoma aposta contra o dólar em meio a insegurança sobre tarifas.
- Day trade hoje: confira o que esperar de mini dólar e mini-índice.
Confira as últimas dos mercados
Cosan avalia potencial IPO da Compass Gás e Energia
Mundo retoma aposta contra o dólar em meio a insegurança sobre tarifas
Moeda americana recua no mundo após decisão da Suprema Corte dos EUA e o posterior anúncio de tarifa global de 15%.
Natura pagará US$67 mi para encerrar caso da Avon nos EUA
A Natura disse nesta segunda-feira que optou por firmar acordo para encerrar em definitivo um caso envolvendo a Avon nos Estados Unidos mediante pagamento de US$67,0 milhões. Conforme fato relevante emitido pela empresa, o acordo se refere a uma sentença de primeira instância desfavorável à Avon Products em relação às alegações de contaminação por amianto em produtos de talco, sendo que o valor atualizado da condenação seria de aproximadamente US$68,8 milhões. O impacto financeiro do desembolso ocorrerá no dia 06 de março e será majoritariamente compensado pelo recebimento de US$22 milhões referentes à venda da Avon Card e 26,9 milhões de euros referentes à venda da Avon Rússia, disse a empresa. “A realização deste acordo não constitui reconhecimento de culpa ou de prática de atos irregulares da companhia e/ou de suas controladas e atende aos seus melhores interesses, tendo em vista as peculiaridades da legislação norte-americana”, disse.
Focus: projeção para o câmbio cai para 2026 e sobe para 2029
- Dólar para 2026: R$ 5,45 (de R$ 5,50)
- Dólar para 2027: R$ 5,50 (sem mudanças)
- Dólar para 2028: R$ 5,50 (sem alterações)
- Dólar para 2029: R$ 5,52 (de R$ 5,51)
Focus: projeção para o PIB sobe para 2026
- PIB para 2026: 1,82% (de 1,80%)
- PIB para 2027: 1,80% (sem mudanças)
- PIB para 2028: 2,00% (sem alterações)
- PIB para 2029: 2,00% (sem mudanças)
Focus: projeção para a Selic cai para 2026
- Selic para 2026: 12,13% de 12,25%
- Selic para 2027: 10,50% (sem alterações)
- Selic para 2028: 10% (sem mudanças)
- Selic para 2029: 9,50% (sem alterações)
Focus: projeção para o IPCA cai para 2026
- IPCA para 2026: 3,91% de 3,95%
- IPCA para 2027: 3,80% (sem mudanças)
- IPCA para 2028: 3,50% (sem alterações)
- IPCA para 2029: 3,50% (sem mudanças)
Brasil e Coreia do Sul concordam em ampliar cooperação em minerais e comércio
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou de uma reunião de cúpula em Seul nesta segunda-feira com o presidente sul-coreano Lee Jae Myung, onde concordaram em expandir a cooperação em setores como comércio, minerais críticos, tecnologia e cultura. Os líderes supervisionaram a assinatura de 10 memorandos de entendimento (MoUs na sigla em inglês) abrangendo política comercial e industrial, minerais essenciais, economia digital, incluindo IA, agricultura, saúde e biotecnologia, intercâmbios de pequenas empresas e policiamento conjunto contra crimes cibernéticos, narcóticos e outras ameaças transnacionais. Os presidentes planejam elevar a relação bilateral a uma parceria estratégica e trabalhar juntos para apoiar a estabilidade na Península Coreana, disse Lee. Em discurso, Lula disse que ambos os países possuem muitas sinergias a serem exploradas e destacou que o Brasil é o principal destino dos investimentos coreanos na América Latina, enquanto a Coreia é o quarto parceiro comercial do Brasil na Ásia com um intercâmbio de US$11 bilhões.
Ouro engata nova alta com países reagindo a tarifas de Trump: “Verdadeira bagunça”
Metal sobe após Trump criar nova tarifa global de 15% após a Suprema Corte derrubá-las pouco antes; um integrante do partido governista do Japão foi enfático nas críticas.
Coreia do Sul fará auditorias em frigoríficos do Brasil, diz ministério
A Coreia do Sul avançou com o processo de abertura e expansão do acesso de seu mercado para as carnes bovina e suína do Brasil, disse o Ministério da Agricultura brasileiro nesta segunda-feira. Segundo a pasta, a Coreia do Sul confirmou que realizará auditorias em frigoríficos brasileiros e também concordou em avaliar outros Estados do país para potenciais exportações de carne suína.
Barris de petróleo recuam com tensões entre EUA e Irã
Os preços do petróleo operam em baixa, enquanto os investidores avaliavam as chances de um acordo nuclear entre os EUA e o Irã, com mais negociações sobre o assunto previstas para o final desta semana, à medida que as forças americanas se concentram no Oriente Médio.
- Petróleo WTI, -0,57%, a US$ 66,10 o barril
- Petróleo Brent, -0,59%, a US$ 71,34 o barril
Bolsas da Europa operam de forma mista
Os mercados europeus operam em baixa, em reação mais recente política de tarifas internacionais do presidente dos EUA, Donald Trump. A semana de negociações começa tranquila no velho continente, sem divulgação de resultados corporativos prevista para esta segunda. No âmbito econômico, será divulgado o índice Ifo da Alemanha, que avalia o clima empresarial, e os dados mais recentes sobre a inflação na Itália.
- STOXX 600: -0,30%
- DAX (Alemanha): -0,50%
- FTSE 100 (Reino Unido): -0,04%
- CAC 40 (França): +0,10%
- FTSE MIB (Itália): +0,84%
China, Índia e Brasil são os ganhadores da reviravolta nas tarifas de Trump
Decisão judicial derruba parte das tarifas emergenciais e reduz alíquotas médias; economistas veem queda limitada no impacto agregado sobre o PIB.
Mercados da Ásia fecham em alta com algumas bolsas fechadas em meio a feriado
Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam com alta, em meio à incerteza sobre as tarifas, após Trump anunciar no fim de semana que aumentaria as tarifas globais de 10% para 15%. Os mercados da China e do Japão estão fechados devido ao feriado.
- Shanghai SE (China), fechado por feriado
- Nikkei (Japão): fechado por feriado
- Hang Seng Index (Hong Kong): +2,53%
- Nifty 50 (Índia): +0,37%
- ASX 200 (Austrália): -0,61%
EUA: índices futuros recuam em meio a incertezas sobre tarifas
Os índices futuros dos EUA operam em baixa nesta segunda-feira (23), depois que o presidente Donald Trump anunciou o aumento de suas tarifas globais de 10% para 15%, após a Suprema Corte ter derrubado as tarifas “recíprocas”, na última sexta-feira. O novo aumento reacendeu a incerteza nos mercados, especialmente em relação às perspectivas para a inflação e o crescimento global. Segundo Trump, as tarifas passam a valer imediatamente, embora ainda não esteja claro se houve a assinatura formal de algum decreto que oficialize o prazo. Os investidores esperavam que a decisão da Suprema Corte amenizasse as tensões entre os EUA e seus parceiros comerciais e levasse a possíveis reembolsos para as empresas afetadas pelas tarifas, mas aguardam mais esclarecimentos da Casa Branca.
- Dow Jones Futuro: -0,26%
- S&P 500 Futuro: -0,25%
- Nasdaq Futuro: -0,39%
Abertura de mercados
As incertezas permeiam os mercados internacionais nesta segunda-feira depois de o presidente dos Estados Unidos, Donald trump, ter imposto uma nova tarifa de 15% após a decisão da Suprema Corte do país de derrubar suas taxas globais. A Suprema Corte dos Estados Unidos derrubou na sexta-feira as tarifas de emergência de Donald Trump, levando o presidente a anunciar rapidamente uma nova alíquota de 10% para o resto do mundo — elevando-a para 15% no sábado. Investidores tentavam entender quais serão as implicações disso para as economias mundiais, uma vez que não está claro o que pode ser excluído e se todos os países receberão a taxa de 15%. No domingo, a Comissão Europeia exigiu que os EUA cumpram os termos do acordo comercial entre a UE e os EUA alcançado no ano passado. Na pauta nacional, a Telefônica Brasil (VIVT3) informou que teve lucro líquido de R$1,88 bilhão no quarto trimestre, alta de 6,5% sobre o desempenho do ano anterior. Gerdau (GGBR4) solta seu balanço no final do dia. Já o presidente Luiz Inácio Lula da Silva está em viagem à Coreia do Sul, onde participou de uma reunião de cúpula em Seul com o presidente sul-coreano Lee Jae Myung. Eles concordaram em expandir a cooperação em setores como comércio, minerais críticos, tecnologia e cultura. (Reuters)
Principais índices em Nova York fecharam a sexta no azul e semana terminou positiva
Investidores em Wall Street começaram a sexta-feira observando os dados do PCE (a inflação de consumo pessoal) e do PIB do 4T25, ambos preocupantes. Os índices recuavam. Daí, a Suprema Corte decretou a ilegalidade das tarifas do governo Trump e tudo mudou. Embora a repreensão da Suprema Corte fosse amplamente esperada por Wall Street, algumas questões permanecem, incluindo se as tarifas pagas sob as taxas mais elevadas precisarão ser devolvidas. A decisão da Suprema Corte não abordou o assunto. “Agora, os tribunais inferiores terão que decidir o que acontecerá com as pessoas que pagaram as tarifas e com o governo pagando grandes reembolsos”, disse à CNBC Michael Brenner, analista-sênior de pesquisa e estrategista de alocação de ativos da FBB Capital Partners. “Se isso acontecer, será efetivamente uma forma de estímulo econômico”.
| Dia (%) | Semana (%) | |
| Dow Jones | 0,47 | 0,25 |
| S&P 500 | 0,69 | 1,09 |
| Nasdaq | 0,90 | 1,51 |
DIs: juros futuros terminaram sexta com baixas por toda a curva
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F27 | 13,240 | -0,055 |
| DI1F28 | 12,530 | -0,075 |
| DI1F29 | 12,595 | -0,075 |
| DI1F31 | 13,045 | -0,070 |
| DI1F32 | 13,220 | -0,055 |
| DI1F33 | 13,305 | -0,060 |
| DI1F35 | 13,390 | -0,045 |
Dólar comercial fechou a sexta-feira em baixa de 0,98%, próximo da mínima do dia
O dólar comercial teve a segunda baixa seguida diante do real. O movimento foi na mesma direção da divisa norte-americana no resto do planeta, que na comparação com as principais moedas do mundo fez o índice DXY ficar com menos 0,15%, aos 97,78 pontos.
- Venda: R$ 5,176
- Compra: R$ 5,175
- Mínima: R$ 5,174
- Máxima: R$ 5,223
Maiores baixas, altas e mais negociadas de sexta-feira
Maiores baixas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| RAIZ4 | -3,23 | 0,60 |
| HAPV3 | -2,69 | 10,50 |
| VIVA3 | -1,88 | 30,75 |
| CEAB3 | -1,58 | 13,08 |
| BRKM5 | -1,20 | 9,84 |
Maiores altas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| VAMO3 | 4,01 | 4,67 |
| VALE3 | 3,23 | 86,81 |
| SANB11 | 3,12 | 36,70 |
| MRVE3 | 3,09 | 10,34 |
| AZZA3 | 2,83 | 26,14 |
Mais negociadas
| Negócios | Dia (%) | |
| VALE3 | 58.002 | 3,23 |
| ITUB4 | 46.080 | 1,40 |
| PETR4 | 44.674 | 0,42 |
| WEGE3 | 44.496 | 1,21 |
| AXIA3 | 43.659 | 0,03 |
Ibovespa terminou a sexta-feira (20) com alta de 1,06%, aos 190.534,42 pontos, maior patamar de fechamento da história
- Máxima: 190.726,78 (máxima histórica)
- Mínima: 186.700,34
- Diferença para a abertura: +2.000,00 pontos
- Volume: R$ 35,90 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (16): Carnaval
- Terça-feira (17): Carnaval
- Quarta-feira (18): -0,24%
- Quinta-feira (19): +1,35%
- Sexta-feira (20): +1,06%
- Semana: +2,18%
- Fevereiro: +5,06%
- 1T26: +18,25%
- 2026: +18,25%
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