Ibovespa Hoje
- Day Trade hoje: o que esperar dos minicontratos e do Ibovespa.
- Petróleo em alta após ataque ao Irã: quais ações do setor são mais afetadas na B3?
- XP: ataque ao Irã eleva risco, mas pode trazer efeitos mistos para Brasil e petróleo.
Confira as últimas dos mercados
Lulinha admite viagem paga por “Careca do INSS”, mas nega sociedade, diz jornal
Focus: projeção para o câmbio cai para 2026 e 2029
- Dólar para 2026: R$ 5,42 (de R$ 5,45 há uma semana)
- Dólar para 2027: R$ 5,50 (sem mudanças)
- Dólar para 2028: R$ 5,50 (sem alterações)
- Dólar para 2029: R$ 5,50 (de R$ 5,52 há uma semana)
Focus: projeção para a Selic cai para 2026
- Selic para 2026: 12,00% (de 12,13% há uma semana)
- Selic para 2027: 10,50% (sem mudanças)
- Selic para 2028: 10,00% (sem mudanças)
- Selic para 2029: 9,50% (sem mudanças)
Focus: projeção para o PIB não apresenta alterações
- PIB para 2026: 1,82% (sem mudanças)
- PIB para 2027: 1,80% (sem mudanças)
- PIB para 2028: 2,00% (sem mudanças)
- PIB para 2029: 2,00% (sem mudanças)
Focus: projeção para o IPCA cai para 2027
- IPCA para 2026: 3,91% (sem mudanças)
- IPCA para 2027: 3,79% (de 3,80% há uma semana)
- IPCA para 2028: 3,50% (sem mudanças)
- IPCA para 2029: 3,50% (sem mudanças)
Cenário é de profunda cautela, diz especialista, sobre mercados nesta segunda-feira
Étore Sanchez, economista da Ativa Investimentos, diz que o cenário global nesta manhã “é de profunda cautela, com os mercados financeiros processando a escalada das tensões no Oriente Médio após um final de semana marcado por eventos decisivos”. Como reflexo imediato, ele segue, “observa-se uma retração nas bolsas de valores acompanhada pela valorização do petróleo, enquanto investidores avaliam a continuidade dos ataques aéreos conduzidos pelos EUA e por Israel. O objetivo dessas operações transcende a pressão diplomática, focando agora na neutralização da infraestrutura nuclear e de mísseis, além da desarticulação do regime iraniano. Embora o Irã tenha respondido com investidas de drones e mísseis contra alvos regionais, incluindo aeroportos movimentados, a maior parte dessas ações foi interceptada, mantendo as consequências relativamente contidas até o momento. No campo diplomático, as informações são ambíguas”. Vale notar que, nNo setor energético, “o fechamento efetivo do Estreito de Ormuz gera preocupações logísticas globais, exacerbadas pela suspensão de operações em grandes refinarias sauditas após ataques na região. Contudo, a disposição de membros da OPEP+ em elevar a oferta de óleo bruto, somada ao papel estratégico da indústria petrolífera da Venezuela sob influência de Washington, atua como um amortecedor para o mercado”.
Várias aeronaves dos EUA foram abatidas e caíram no Kuwait, dizem autoridades
Ministério da Defesa do Kuwait diz que múltiplos aviões dos EUA caíram, mas que tripulantes sobreviveram.
ETF brasileiro EWZ cai mais de 1% em meio a conflito no Irã; ADR da Petrobras sobe 4%
Cenário é de aversão ao risco, mas petroleiras repercutem avanço da commodity.
Mercados da Europa recuam com preocupações sobre conflito no Oriente Médio
As ações europeias caem para o nível mais baixo em duas semanas, uma vez que o conflito no Oriente Médio não dava sinais de calma, provocando uma liquidação generalizada que deixava a maioria dos setores no vermelho. Novos ataques militares dos EUA e de Israel ao Irã continuaram após os do fim de semana que mataram o líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, levando Teerã a lançar uma série de mísseis em toda a região e aumentando os temores de que o conflito possa se ampliar e envolver países vizinhos. “Os ataques coordenados de Israel e dos EUA ao Irã têm como objetivo explícito uma mudança de regime e provavelmente durarão muito mais tempo do que a ação limitada vista em 2025, quando o Brent ultrapassou brevemente os 80 dólares por barril”, disse Paolo Zanghieri, economista sênior da Generali Investments.
- STOXX 600: -1,44%
- DAX (Alemanha): -2,02%
- FTSE 100 (Reino Unido): -0,96%
- CAC 40 (França): -1,77%
- FTSE MIB (Itália): -1,69%
Mercados da Ásia fecham dia de forma mista
As ações de Xangai fecharam no maior patamar em 10 anos, contrariando a queda regional após o conflito com o Irã, com os investidores comprando ações dos setores de energia, ouro e defesa. O otimismo no continente foi apoiado pelas expectativas de que Pequim possa intervir para estabilizar os mercados antes de uma reunião parlamentar no final desta semana. Kevin Liu, estrategista da CICC Research, disse que o impacto de qualquer conflito geopolítico provavelmente seria passageiro. “Isso não altera a tendência original determinada pelos fundamentos macroeconômicos”, disse Liu. Um forte aumento nos preços do petróleo reduziria o apetite geral pelo risco, já que a perspectiva de uma inflação mais alta torna mais difícil para o Federal Reserve reduzir as taxas de juros, disse Jeff Mei, diretor de operações da bolsa de criptomoedas BTSE. Ele acrescentou: “os investidores migram para ativos seguros, como o ouro, em tempos de conflito”.
- Shanghai SE (China), +0,47%
- Nikkei (Japão): -1,35%
- Hang Seng Index (Hong Kong): -2,14%
- Nifty 50 (Índia): -1,24%
- ASX 200 (Austrália): +0,03%
XP: Ataque ao Irã eleva risco, mas pode trazer efeitos mistos para Brasil e petróleo
Ataque dos EUA ao Irã acende alerta sobre petróleo, inflação e juros, mas Brasil pode ter fluxo para emergentes e exportações de commodities, avaliam especialistas da casa.
EUA: índices futuros recuam com amplitude diante da situação geopolítica
Os índices futuros dos EUA operam em queda após os EUA e Israel atacarem o Irã no fim de semana, o que provocou uma alta nos preços do petróleo e adicionou um Oriente Médio instável à crescente lista de preocupações dos investidores em ações. “O risco residual de um conflito prolongado é maior do que em 2024 ou 2025, embora não vejamos essa guerra escalando a ponto de alterar drasticamente as perspectivas dos EUA”, disse Ajay Rajadhyaksha, do Barclays, em nota reproduzida pela CNBC. “É muito cedo para comprar em qualquer queda, especialmente com os investidores acostumados a um padrão de rápida desescalada”.
- Dow Jones Futuro: -1,10%
- S&P 500 Futuro: -1,03%
- Nasdaq Futuro: -1,41%
Abertura dos mercados
O conflito militar no Oriente Médio impacta os mercados diante da possibilidade de que dure semanas, ameaçando desestabilizar a recuperação econômica global e possivelmente reacender a inflação. Diante disso, os preços do petróleo avançam, o dólar apresenta alta e as ações ao redor do mundo recuam. Israel lançou nesta segunda-feira novos ataques aéreos contra Teerã e ampliou sua campanha militar para incluir ofensivas contra militantes do Hezbollah apoiados pelo Irã no Líbano, enquanto o presidente dos EUA, Donald Trump, sinalizou que a ofensiva militar EUA-Israel contra alvos iranianos pode continuar por semanas. Todas as atenções estavam voltadas para o Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de um quinto do comércio mundial de petróleo transportado por via marítima e 20% do gás natural liquefeito. Embora a rota ainda não tenha sido bloqueada, sites de rastreamento marítimo mostravam petroleiros se acumulando em ambos os lados do estreito, receosos de ataques ou talvez incapazes de obter seguro para a viagem. (Reuters)
Principais índices em Nova York fecharam a sexta-feira em baixa; semana e fevereiro terminaram igualmente negativos
Investidores em Wall Street saíram de posições novamente, ampliando as quedas dos principais índices vista na véspera, ainda com preocupações sobre o setor de tecnologia e Inteligência Artificial. Além disso, o índice de preços ao produtor (PPI) em janeiro veio mais alto do que esperado, reforçando os temores de uma inflação mais alta. “Independentemente de observarmos lucros melhores do que o esperado, inflação mais controlada ou um mercado de trabalho resiliente, as pessoas têm vendido primeiro e questionado depois”, disse à CNBC Chris Zaccarelli, diretor de investimentos da Northlight Asset Management. “Os dados de inflação mais alta divulgados esta manhã são mais um fator de preocupação dentro da análise econômica ‘tradicional’ de estabilidade de preços e pleno emprego, mesmo antes de os investidores considerarem o potencial disruptivo do impacto da IA na economia”.
| Dia (%) | Semana (%) | Fevereiro (%) | |
| Dow Jones | -1,05 | -1,31 | 0,01 |
| S&P 500 | -0,43 | -0,47 | -0,89 |
| Nasdaq | -0,92 | -0,95 | -3,47 |
DIs: juros futuros terminaram sexta com altas por toda a curva
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F27 | 13,280 | 0,105 |
| DI1F28 | 12,610 | 0,135 |
| DI1F29 | 12,645 | 0,110 |
| DI1F31 | 13,035 | 0,090 |
| DI1F32 | 13,185 | 0,085 |
| DI1F33 | 13,265 | 0,065 |
| DI1F34 | 13,295 | 0,045 |
| DI1F35 | 13,325 | 0,050 |
Dólar comercial fechou sexta em baixa curta de 0,10%
O dólar comercial voltou a cair diante do real, depois da alta da véspera. O movimento foi na mesma direção da divisa norte-americana no resto do planeta, que na comparação com as principais moedas do mundo fez o índice DXY ficar com menos 0,19%, aos 97,61 pontos. Na semana, o câmbio perdeu 0,81%; e em fevereiro, a baixa foi de 2,17%.
- Venda: R$ 5,134
- Compra: R$ 5,133
- Mínima: R$ 5,123
- Máxima: R$ 5,170
Maiores baixas, altas e mais negociadas de sexta-feira
Maiores baixas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| CSAN3 | -5,27 | 6,29 |
| NATU3 | -5,20 | 9,11 |
| CXSE3 | -4,05 | 17,79 |
| RAIL3 | -3,97 | 15,97 |
| VIVA3 | -3,71 | 31,15 |
Maiores altas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| PRIO3 | 4,11 | 54,49 |
| USIM5 | 2,32 | 7,07 |
| MBRF3 | 2,17 | 20,68 |
| BRKM5 | 1,16 | 9,59 |
| VIVT3 | 0,84 | 43,18 |
Mais negociadas
| Negócios | Dia (%) | |
| BBDC4 | 54.069 | 0,81 |
| RDOR3 | 47.280 | -3,01 |
| ITUB4 | 46.637 | -1,87 |
| RENT3 | 44.280 | 0,61 |
| B3SA3 | 39.867 | -0,28 |
Ibovespa terminou a sexta-feira (27) com baixa de 1,16%, aos 188.786,98 pontos
- Máxima: 191.005,02
- Mínima: 188.478,08
- Diferença para a abertura: -2.218,04 pontos
- Volume: R$ 35,70 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (23): -0,88%
- Terça-feira (24): +1,40%
- Quarta-feira (25): -0,13%
- Quinta-feira (26): -0,13%
- Sexta-feira (27): -1,16%
- Semana: -0,92%
- Fevereiro: +4,09%
- 1T26: +17,17%
- 2026: +17,17%
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