Ibovespa hoje
- Day Trade hoje: o que esperar dos minicontratos e do Ibovespa.
- Petróleo sobe 29% em 2026 e risco no Irã aumenta: veja análise técnica.
- PIB e emprego no Brasil, falas do Fed, conflito no Irã e mais destaques desta terça.
Confira as últimas dos mercados
Azul, GPA, Pague Menos, Axia, PetroRecôncavo e mais ações para acompanhar hoje
Pague Menos (PGMN3) protocola pedido de oferta de ações no valor de até R$ 900 milhões
A definição do preço por ação está marcada para 10 de março, e o início da negociação dos papéis, para o dia 12.
Conflito no Irã aumenta chances de Banco do Japão adiar aumento dos juros em março, dizem fontes
Os formuladores de política monetária dizem precisar de mais tempo para avaliar o impacto sobre a economia. O único fator que poderia levar o Banco do Japão a aumentar as taxas em sua reunião de 18 e 19 de março seria uma queda acentuada do iene, que já foi afetado pelos ataques dos EUA ao Irã, aproximando-se da marca importante de 160 devido ao forte apetite dos investidores pelo dólar como moeda segura. Mas o limiar para um aumento dos juros em março aumentou depois que o agravamento do conflito no Oriente Médio abalou os mercados financeiros e impulsionou os preços do petróleo, colocando em dúvida as perspectivas de recuperação de uma economia fortemente dependente do combustível importado. “Ficou difícil para o Banco do Japão aumentar os juros”, disseram três fontes familiarizadas com o pensamento do banco central japonês, que delibera sobre as implicações da nova crise geopolítica na política monetária. O Banco do Japão precisaria de tempo para analisar como seus aumentos de juros anteriores e o conflito no Oriente Médio afetam a economia e os preços, disseram duas outras fontes, acrescentando que o impacto será ditado pela duração da guerra. Embora o aumento dos preços do petróleo possa elevar a inflação subjacente, ele poderia prejudicar a economia e justificar um adiamento dos aumentos dos juros se o conflito persistir, disse uma das fontes sob condição de anonimato. (Reuters)
Lula lidera todos os cenários de 1º turno, aponta Real Time Big Data
Lula se manteve estável em relação à pesquisa anterior, enquanto Flávio avança dentro da margem de erro e terceiros colocados recuam.
GPA (PCAR3) pede bloqueio de ações do Casino em arbitragem; Fitch corta rating da varejista
Fitch Ratings rebaixou o rating corporativo da companhia de “A”, com observação negativa, para “CCC”.
Hidrovias do Brasil (HBSA3): 4T25 apresentou resultados melhores do que o esperado, segundo a XP
A Hidrovias do Brasil (HBSA3) apresentou resultados melhores do que o esperado no 4T25, com Ebitda ajustado de R$ 159 milhões, acima do prejuízo de R$ 11 milhões no 4T24 em relação ao mesmo período do ano anterior e +23% em comparação com a estimativa da XP, que destaca resultados sólidos no Norte, favorecidos por volumes maiores do que o esperado, apesar das tarifas mais baixas; resultados melhores do que o esperado no Sul, impulsionados por maiores volumes devido à melhoria das condições de navegação e tarifas mais altas; melhora nos números em Santos, impulsionada pelo aumento nos volumes de fertilizantes; e redução positiva do endividamento (dívida líquida/EBITDA de 2,3x no 4T25 contra 2,9x no 3T25), sustentada pela conclusão da venda das operações de Navegação Costeira. A XP reitera recomendação de compra.
Clear lança USDXP, stablecoin proprietária com lastro em dólar
Produto busca oferecer aos investidores uma forma de se expor à variação do dólar sem a incidência de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).
ETF brasileiro EWZ cai 3% com extensão do conflito no Irã; ADR da Petrobras sobe
As preocupações com a inflação predominavam nos mercados internacionais nesta terça-feira diante do aumento nos preços da energia devido ao conflito no Oriente Médio.
Mercados da Europa recuam de forma ampla de olho no conflito no Oriente Médio
As ações europeias caíam para mínimos de um mês, à medida que a queda global das ações ganhou ritmo, com os investidores enfrentando a perspectiva de uma guerra prolongada no Oriente Médio e o impacto inflacionário de um novo aumento nos preços do petróleo. O índice pan-europeu STOXX 600 caminha para sua maior queda em um dia desde abril. Se as perdas se mantiverem, o índice de referência terá caído cerca de 4% nas duas últimas sessões. O índice alemão cai para o mínimo em quase dois meses, o índice francês oscila perto dos mínimos de um mês, o índice espanhol atinge o patamar mais baixo em dois meses e o índice londrino cai para mínimas de duas semanas. Os EUA e Israel lançaram uma campanha aérea contra o Irã no sábado, atacando Teerã e matando o líder supremo iraniano Ali Khamenei. Em resposta, o Irã e seu representante Hezbollah retaliaram, levando a região do Golfo a um conflito ainda mais profundo.
- STOXX 600: -3,14%
- DAX (Alemanha): -3,97%
- FTSE 100 (Reino Unido): -2,52%
- CAC 40 (França): -2,93%
- FTSE MIB (Itália): -4,13%
Petróleo sobe 29% em 2026 e risco no Irã aumenta: até onde vai?
Análise técnica mostra até onde o petróleo pode avançar.
Mercados da Ásia fecham dia com quedas amplas
As ações da China continental registraram sua pior sessão em um mês, enquanto as ações de Hong Kong prolongaram suas quedas, com o agravamento do conflito no Oriente Médio prejudicando o otimismo nos mercados regionais. A guerra no Oriente Médio se ampliou, com Israel realizando operações aéreas contra o Hezbollah no Líbano, enquanto o Irã lançou ataques contra alvos dos EUA em toda a região. O foco do mercado agora se voltará para a reunião anual do Parlamento chinês, que se reunirá a partir de 5 de março, onde serão traçadas as principais metas econômicas e a agenda do ano.
- Shanghai SE (China), -1,43%
- Nikkei (Japão): -3,08%
- Hang Seng Index (Hong Kong): -1,12%
- Nifty 50 (Índia): fechado
- ASX 200 (Austrália): -1,34%
Netanyahu afirma que guerra de EUA e Israel contra Irã “não vai durar anos”
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, fez a afirmação enquanto o conflito se alastrava com Israel atacando novamente a milícia Hezbollah, apoiada pelo Irã, no Líbano, e o Irã atacando os Estados do Golfo que abrigam bases norte-americanas. O presidente dos EUA, Donald Trump, que lançou ataques contra o Irã juntamente com Israel no sábado, inicialmente previu que a guerra duraria de quatro a cinco semanas, mas desde então tem procurado justificar uma guerra ampla e sem prazo determinado. Enquanto isso, o Irã lançou ataques com mísseis e drones não apenas contra Israel e as forças norte-americanas, mas também contra uma série de países da região aliados aos EUA, paralisando o transporte de energia vital globalmente do Golfo, juntamente com centenas de rotas aéreas movimentadas de curta e longa distância. Netanyahu rejeitou a ideia de que o conflito duraria anos, como as guerras anteriores na região. “Eu disse que poderia ser rápido e decisivo. Pode levar algum tempo, mas não vai levar anos. Não é uma guerra sem fim”, declarou Netanyahu à Fox News. (Reuters)
Futuros de gás natural com entrega em abril disparam 6,82% nesta manhã
Futuros do petróleo disparam em mais um dia de conflitos no Oriente Médio
Com o Estreito de Ormuz fechado pelas tropas iranianas, grande parte da produção de gás e petróleo mundial não podem ser escoadas e entregues aos compradores. O Irã prometeu queimar qualquer navio que tente furar o bloqueio.
- WTI (para abril): +7,17%, a US$ 76,34
- Brent (para maio): +7,18%, a US$ 83,32
EUA: índices futuros recuam com amplitude com Irã no radar
Os índices futuros dos EUA repetem o roteiro da véspera, quando apresentaram amplas quedas pela manhã, antes da abertura dos mercados. Com o passar do pregão, as perdas foram devolvidas e os índices terminaram próximos da estabilidade. A questão é se haverá fôlego para terminar da mesma forma. “Historicamente, o que a curto prazo parece ser uma crise geopolítica tende a ser amplamente resolvido do ponto de vista do mercado nos seis meses seguintes, e quando isso não acontece, geralmente é devido a uma recessão econômica que não foi causada pela crise geopolítica”, disse Ryan Detrick, estrategista-chefe de mercado do Carson Group, em nota reproduzida pela CNBC. “Acreditamos que o mercado já vem precificando a possibilidade de um conflito há um mês, o que pode limitar a magnitude de uma nova oscilação e causar uma recuperação mais rápida quando o mercado vislumbrar um caminho provável para a resolução”.
- Dow Jones Futuro: -1,69%
- S&P 500 Futuro: -1,77%
- Nasdaq Futuro: -2,29%
Abertura dos mercados
As preocupações com a inflação predominam nos mercados internacionais nesta manhã diante do aumento nos preços da energia, devido ao conflito no Oriente Médio, enquanto no Brasil são esperados os dados sobre o PIB do 4T25 e do acumulado do ano passado. A divulgação acontece às 9h, Horário de Brasília. A liquidação nos mercados acionários globais se aprofunda nesta sessão e o dólar se fortalece em meio ao forte aumento nos preços do petróleo e do gás natural, com os investidores lidando com a incerteza sobre quanto tempo o conflito pode durar após ataques dos EUA e de Israel ao Irã. O Catar suspendeu sua produção de gás natural liquefeito na segunda-feira, levando ao fechamento preventivo de instalações de petróleo e gás em todo o Oriente Médio. A produção do país representa cerca de 20% da oferta global. Uma autoridade da Guarda Revolucionária do Irã disse na véspera que o Estreito de Ormuz foi fechado ao tráfego marítimo e que o país abrirá fogo contra qualquer navio que tente atravessar. Na agenda nacional, o IBGE divulga os dados do PIB no 4T25, com expectativas em pesquisa da Reuters de avanço de 0,1% na comparação com o trimestre anterior e de 1,8% sobre o mesmo período do ano anterior. Já o Ministério do Trabalho divulga os números de janeiro do Caged às 11h, e, após o fechamento, RD Saúde (RADL3) e Auren (AURE3) publicam seus resultados. (Reuters)
Principais índices em Nova York fecharam ontem de forma mista
Investidores em Wall Street começaram o dia se retirando de suas posições após os EUA e Israel atacarem o Irã no fim de semana, o que provocou uma alta nos preços do petróleo e adicionou um Oriente Médio instável à crescente lista de preocupações dos investidores em ações. Mas logo foram voltando e diminuíram as baixas dos índices. “O risco residual de um conflito prolongado é maior do que em 2024 ou 2025, embora não vejamos essa guerra escalando a ponto de alterar drasticamente as perspectivas dos EUA”, disse Ajay Rajadhyaksha, do Barclays, em nota reproduzida pela CNBC. “É muito cedo para comprar em qualquer queda, especialmente com os investidores acostumados a um padrão de rápida desescalada”.
| Dia (%) | Pontos | |
| Dow Jones | -0,15 | 48.904,78 |
| S&P 500 | 0,04 | 6.881,62 |
| Nasdaq | 0,36 | 22.748,86 |
DIs: juros futuros terminaram ontem com altas por toda a curva
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F27 | 13,305 | 0,130 |
| DI1F28 | 12,710 | 0,235 |
| DI1F29 | 12,745 | 0,210 |
| DI1F31 | 13,115 | 0,170 |
| DI1F32 | 13,245 | 0,145 |
| DI1F33 | 13,315 | 0,115 |
| DI1F34 | 13,355 | 0,105 |
| DI1F35 | 13,360 | 0,085 |
Dólar comercial fechou ontem em alta de 0,62%
O dólar comercial voltou a subir diante do real, depois da baixa de sexta, como reflexo do conflito no Oriente Médio. O movimento foi na mesma direção da divisa norte-americana no resto do planeta, que na comparação com as principais moedas do mundo fez o índice DXY ficar com mais 0,81%, aos 98,39 pontos.
- Venda: R$ 5,166
- Compra: R$ 5,165
- Mínima: R$ 5,138
- Máxima: R$ 5,214
Maiores baixas, altas e mais negociadas de ontem
Maiores baixas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| BRKM5 | -3,55 | 9,25 |
| MULT3 | -3,10 | 34,11 |
| POMO4 | -2,91 | 6,68 |
| USIM5 | -2,40 | 6,90 |
| RADL3 | -2,39 | 24,48 |
Maiores altas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| PRIO3 | 5,12 | 57,28 |
| PETR3 | 4,63 | 44,71 |
| PETR4 | 4,58 | 41,13 |
| RECV3 | 3,33 | 12,73 |
| B3SA3 | 3,30 | 18,49 |
Mais negociadas
| Negócios | Dia (%) | |
| PETR4 | 89.881 | 4,58 |
| PRIO3 | 77.429 | 5,12 |
| B3SA3 | 45.279 | 3,30 |
| ITUB4 | 43.640 | -1,81 |
| CPLE3 | 41.495 | 0,48 |
Ibovespa terminou ontem com alta de 0,28%, aos 189.307,02 pontos
- Máxima: 190.110,43
- Mínima: 186.637,98
- Diferença para a abertura: +520,04 pontos
- Volume: R$ 32,10 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (2): +0,28%
- Semana: +0,28%
- Março: +0,28%
- 1T26: +17,49%
- 2026: +17,49%
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