Ibovespa Hoje
- Day Trade hoje: queda do Ibovespa reacende alerta e traders monitoram os minis.
- Inflação PCE e emprego nos EUA, serviços no Brasil e mais destaques desta sexta-feira.
- EUA abrem investigação contra 60 países sobre trabalho forçado, incluindo Brasil.
Hypera (HYPE3): 4T215 apresenta resultados neutros, segundo banco, com destaque para vendas no varejo
Mercados da Europa operam sem direção definida e sem forças
As ações europeias ampliam suas quedas e se encaminhavam para uma segunda perda semanal consecutiva, já que a escalada do conflito no Oriente Médio e as preocupações com a inflação diminuem o apetite pelo risco. A guerra entre os EUA e Israel contra o Irã se aproximou da marca de duas semanas, com fortes trocas de ataques de drones e mísseis em toda a região. Os mercados estão se preparando para um conflito prolongado, com Trump intensificando a retórica contra o Irã e Teerã prometendo manter o Estreito de Ormuz fechado, alimentando as preocupações com a inflação impulsionada pela energia e levando os investidores a controlar as apostas de corte de taxas. Os mercados precificaram um aumento de um quarto de ponto na taxa de juros do Banco Central Europeu até o final do ano e veem quase 75% de chance de outro movimento de tamanho semelhante, de acordo com dados da LSEG. No início deste ano, os investidores esperavam taxas mais baixas, já que os formuladores de políticas monetárias europeus estavam preocupados com o fato de a inflação na região estar abaixo da meta do BCE.(Reuters)
- STOXX 600: +0,03%
- DAX (Alemanha): -0,01%
- FTSE 100 (Reino Unido): +0,07%
- CAC 40 (França): -0,12%
- FTSE MIB (Itália): +0,17%
- IBEX 35 (Espanha): +0,19%
Copasa (CSMG3) anuncia R$ 117,6 milhões em proventos; veja quem tem direito
O pagamento será efetuado no dia 11 de maio de 2026.
Raízen (RAIZ4): Justiça aprova processamento do pedido de recuperação extrajudicial
Ficam suspensas por 180 dias todas as ações e execuções contra a Raízen (RAIZ4) relacionadas às dívidas incluídas no processo.
Conselho da Neoenergia (NEOE3) emite parecer favorável à OPA para fechamento de capital
Operação prevê a aquisição dos 16,2% remanescentes ao preço de R$ 32,50 por ação.
Mercados da Ásia fecham dia no negativo
As ações da China continental e de Hong Kong caíram nesta sexta-feira, acompanhando a queda geral de seus pares regionais, já que a guerra no Oriente Médio se aproximou da marca de duas semanas sem perspectiva de fim. Os investidores estão se preparando para um conflito prolongado e para o aumento dos preços do petróleo, já que o Irã intensificou os ataques em todo o Oriente Médio depois que seu novo líder supremo, Mojtaba Khamenei, prometeu manter fechada a rota de navegação do Estreito de Ormuz. “Essa é mais uma evidência de que as ações chinesas oferecem uma opção viável de diversificação para os investidores globais”, disse James Wang, chefe de estratégia para a China do UBS Investment Bank Research. (Reuters)
- Shanghai SE (China), -0,81%
- Nikkei (Japão): -1,40%
- Hang Seng Index (Hong Kong): -0,98%
- Nifty 50 (Índia): -2,06%
- ASX 200 (Austrália): -0,14%
Futuros de gás natural com entrega em abril sobem 1,30% nesta manhã
Futuros do petróleo voltam a recuar, mas seguem em torno dos US$ 100
Os preços do petróleo recuam com a liberação dos EUA para a compra de petróleo russo por parceiros, flexibilizando as sanções. Mas as preocupações continuam. Emmanuel Cau, do Barclays, afirmou que os investidores estão ficando cada vez mais nervosos após inicialmente precificarem um conflito de curta duração. “Os investidores ainda acreditam na estratégia de Trump, por isso as ações globais não caíram tanto quanto em choques petrolíferos anteriores. Mas o nervosismo aumenta a cada dia e, quanto mais tempo o Estreito de Ormuz permanecer fechado, mais estagflacionários os mercados se tornarão. Fiquem de olho nos bancos centrais na próxima semana, em meio a uma reajuste agressivo das taxas de juros”, ele disse à CNBC.
- WTI (para abril): -1,69%, a US$ 94,11
- Brent (para maio): -0,93%, a US$ 99,53
EUA: índices futuros apresentam altas
Os índices futuros dos EUA sobem com a expectativa dos dados de inflação PCE, o indicador de preços preferido pelo Federal Reserve para fins de política monetária. A divulgação acontece em instantes, às 9h30, Horário de Brasília. Além disso, os preços do petróleo aliviaram um pouco, embora ainda em torno dos US$ 100. O recuo atual vem da liberação dos EUA sobre parceiros poderem comprar petróleo russo, que vinha com sanções desde que eclodiu a guerra na Ucrânia, há quatro anos. Chris Toomey, diretor da Morgan Stanley Private Wealth Management, resumiu o sentimento à CNBC: “a situação energética é o que mais nos preocupa”.
- Dow Jones Futuro: +0,34%
- S&P 500 Futuro: +0,31%
- Nasdaq Futuro: +0,29%
EUA abrem investigação contra 60 países sobre trabalho forçado, incluindo Brasil
Além do Brasil, a lista inclui alguns dos principais parceiros comerciais e aliados dos EUA, como Canadá, União Europeia, Reino Unido e Israel; China e a Rússia também estão.
Inflação PCE e emprego nos EUA, serviços no Brasil e mais destaques desta sexta-feira
InfoMoney reúne as principais informações que devem movimentar os mercados nesta sexta-feira (13).
Abertura dos mercados
A sexta-feira começa com o petróleo novamente rondando os US$ 100, mas apontando para baixo, conforme a guerra no Irã não dá tréguas de amenizar. O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que o seu exército tem “munição e tempo de sobra” para fazer o serviço no Oriente Médio. Os preços moderaram um pouco nesta sexta-feira depois que os EUA emitiram uma licença de 30 dias permitindo que países comprem petróleo e derivados russos sancionados que estavam retidos no mar. O Ministério da Fazenda divulga hoje a grade de parâmetros de março e estimativas preliminares dos impactos na economia brasileira do conflito no Oriente Médio, que alimentou temores de inflação em todo o mundo e afetou a perspectiva para as taxas de juros globais. Participam do anúncio da Fazenda, às 10h30, o secretário de Política Econômica, Guilherme Mello, a subsecretária de Política Fiscal, Débora Freire, e a subsecretária de Política Macroeconômica, Raquel Nadal. Enquanto isso, o dólar se tornou o porto seguro preferido durante a turbulência, pressionando a maior parte das outras moedas. Ainda há no radar a inflação PCE, de consumo pessoal, que os EUA divulgam às 9h30, Horário de Brasília. O indicador é o preferido do Federal Reserve para fins de política monetária. O PIB do 4T25 também tem a segunda estimativa divulgada nos EUA, no mesmo horário. Além disso, os investidores se debruçam sobre mais resultados trimestrais no Brasil, como de Magazine Luiza (MGLU3). (com Reuters)
Principais índices em Nova York fecharam ontem com amplas baixas
Investidores em Wall Street se desanimaram com as notícias vindas da guerra com o Irã. O dia começou e terminou com o petróleo acima dos US$ 100 e com o governo dos EUA admitindo que ainda não é possível militarmente tomar o controle do Estreito de Ormuz, enquanto o Irã segue dominando a região. “A estratégia do Irã de semear o caos econômico no Golfo está funcionando, com petroleiros sendo atacados e o Estreito de Ormuz permanecendo fechado, elevando o preço do Brent para US$ 100”, disse Adam Crisafulli, da Vital Knowledge, em um relatório republicado pela CNBC. “Os EUA e Israel têm domínio militar e os programas nucleares e de mísseis do Irã podem estar enfraquecidos, mas o governo linha-dura de Teerã está firmemente entrincheirado, e seu plano agora parece ser usar o petróleo para pressionar Trump ainda mais a tomar medidas drásticas”.
| Dia (%) | Pontos | |
| Dow Jones | -1,56 | 46.677,85 |
| S&P 500 | -1,52 | 6.676,58 |
| Nasdaq | -1,78 | 22.311,98 |
DIs: juros futuros terminaram ontem com altas por toda a curva
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F27 | 13,995 | 0,285 |
| DI1F28 | 13,495 | 0,320 |
| DI1F29 | 13,525 | 0,325 |
| DI1F31 | 13,805 | 0,310 |
| DI1F32 | 13,885 | 0,300 |
| DI1F33 | 13,920 | 0,280 |
| DI1F34 | 13,915 | 0,250 |
| DI1F35 | 13,920 | 0,260 |
Dólar comercial fecharam ontem com forte alta de 1,62%
O dólar comercial teve a segunda alta seguida diante do real. O movimento foi na mesma direção da divisa norte-americana no resto do planeta, que na comparação com as principais moedas do mundo fez o índice DXY ficar com mais 0,49%, aos 99,72 pontos.
- Venda: R$ 5,242
- Compra: R$ 5,242
- Mínima: R$ 5,157
- Máxima: R$ 5,250
Maiores baixas, altas e mais negociadas de ontem
Maiores baixas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| YDUQ3 | -14,83 | 10,28 |
| CSNA3 | -14,45 | 6,10 |
| EMBJ3 | -11,01 | 74,73 |
| PCAR3 | -8,15 | 2,48 |
| VBBR3 | -7,48 | 29,18 |
Maiores altas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| SLCE3 | 4,34 | 17,56 |
| MBRF3 | 3,16 | 16,99 |
| PETR3 | 1,45 | 49,65 |
| BRKM5 | 1,33 | 12,20 |
| PETR4 | 0,45 | 45,00 |
Mais negociadas
| Negócios | Dia (%) | |
| PETR4 | 111.673 | 0,45 |
| PRIO3 | 98.687 | 0,25 |
| VALE3 | 53.795 | -0,76 |
| BBAS3 | 48.316 | -4,38 |
| CSAN3 | 44.840 | -5,53 |
Ibovespa terminou ontem com baixa de 2,55%, aos 179.284,49 pontos
- Máxima: 183.991,88
- Mínima: 178.494,99
- Diferença para a abertura: +4.684,86 pontos
- Volume: R$ 35,70 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (9): +0,86%
- Terça-feira (10): +1,40%
- Quarta-feira (11): +0,28%
- Quinta-feira (12): -2,55%
- Semana: -0,04%
- Março: -5,03%
- 1T26: +11,27%
- 2026: +12,27%
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