
Ibovespa hoje
- Gestores esperam que BC corte Selic em 0,5 ponto, mas projetam fim de ano mais duro.
- No 16º dia da guerra, Israel ataca Beirute e Irã mira países do Golfo Pérsico.
- Day trade hoje: confira o que esperar de mini dólar e mini-índice.
Confira as últimas dos mercados
Irã: fim para guerra contra EUA e Israel precisa ser definitivo, segundo agência
Trump ataca a Suprema Corte e elogia jornalista conservador
Trump fez duas publicações na rede Truth Social no início da madrugada desta segunda-feira.
Focus: projeções para o câmbio caem para 2026 e 2027
- Dólar para 2026: R$ 5,40 (de R$ 5,41)
- Dólar para 2027: R$ 5,47 (de R$ 5,50)
- Dólar para 2028: R$ 5,50 (sem mudanças)
- Dólar para 2029: R$ 5,51 (de R$ 5,50)
Focus: projeção para o PIB sobe para 2026
- PIB para 2026: 1,83% (1,82%)
- PIB para 2027: 1,80% (sem mudanças)
- PIB para 2028: 2,00% (sem alterações)
- PIB para 2029: 2,00% (sem mudanças)
Focus: projeção para a Selic sobe para 2026
- Selic para 2026: 12,25% de 12,13%
- Selic para 2027: 10,50% (sem mudanças)
- Selic para 2028: 10% (sem alterações)
- Selic para 2029: 9,50% (sem mudanças)
Focus: projeção para o IPCA sobe para 2026
- IPCA para 2026: 4,10% de 3,91%
- IPCA para 2027: 3,80% (sem mudanças)
- IPCA para 2028: 3,50% (sem alterações)
- IPCA para 2029: 3,50% (sem mudanças)
Sequoia registra prejuízo contábil de R$105,0 mi no 3º tri
A receita líquida do terceiro trimestre de 2025 foi de R$152,4 milhões, 39,1% menos do que no mesmo período do ano anterior.
Irã diz que qualquer fim para guerra contra EUA e Israel precisa ser definitivo, segundo agência
O Irã não solicitou um cessar-fogo, disse o ministro das Relações Exteriores, Abbas Araqchi, nesta segunda-feira, de acordo com a rede semioficial Students News Network, e quer garantir que qualquer fim para a guerra com Israel e EUA seja definitivo. Araqchi afirmou que o Estreito de Ormuz está fechado apenas para “inimigos e aqueles que apoiam sua agressão”. Um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores acrescentou que os países que não fazem parte da guerra puderam passar suas embarcações pelo estreito com a coordenação e a permissão das Forças Armadas do Irã.
Gestores esperam que BC corte Selic em 0,5 ponto, mas projetam fim de ano mais duro
Levantamento da XP com 23 gestoras mostra que expectativa ampla por início do ciclo de cortes com redução de meio ponto percentual, mas ambiente externo volátil muda projeções à frente.
Barris de petróleo passam a cair e minério de ferro recua
Os preços do petróleo começaram o dia em alta, mas viraram para queda, em meio aos riscos de abastecimento no Oriente Médio, após o segundo ataque em três dias a Fujairah, um porto vital nos Emirados Árabes Unidos, localizado próximo ao Estreito de Ormuz. As cotações do minério de ferro na China fecharam em baixa, após atingir a máxima em dois meses, com a flexibilização da proibição de importação de produtos da BHP pela estatal chinesa compradora.
- Petróleo WTI, -1,32%, a US$ 97,18 o barril
- Petróleo Brent, -0,05%, a US$ 103,03 o barril
- Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, -0,74%, a 809 iuanes (US$ 117,30)
Mercados da Europa operam mistos
Os mercados europeus operam sem direção, apesar da instabilidade contínua no Oriente Médio e dos elevados preços globais do petróleo. As atenções dos investidores também se voltam para as reuniões de política monetária do Banco Central Europeu (BCE) e do Banco da Inglaterra (BoE) nesta semana. No entanto, a escalada do conflito no Oriente Médio reduziu as expectativas de mudanças nas taxas de juros no curto prazo.
- STOXX 600: -0,12%
- DAX (Alemanha): +0,01%
- FTSE 100 (Reino Unido): +0,19%
- CAC 40 (França): -0,28%
- FTSE MIB (Itália): -0,59%
Bolsas da Ásia fecham dia com perdas
Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam em baixa, com os investidores avaliando os elevados preços do petróleo e os últimos desdobramentos no conflito entre os EUA e o Irã. Os preços do petróleo nos EUA ultrapassaram os US$ 100 por barril, enquanto o governo Trump avalia ataques militares à ilha de Kharg, em Teerã, um centro estrategicamente vital, frequentemente chamado de “linha de vida do petróleo” do Irã.
- Shanghai SE (China), -0,26%
- Nikkei (Japão): -0,13%
- Hang Seng Index (Hong Kong): +1,45%
- Nifty 50 (Índia): -0,19%
- ASX 200 (Austrália): -0,39%
Economia da China ganha impulso inicial em 2026 enquanto dos riscos globais aumentam
A resiliência seguiu-se a um aumento nas exportações impulsionado pela demanda crescente de tecnologia relacionada à IA.
Azul registra Ebitda R$ 796,3 milhões em janeiro
Azul encerrou janeiro com R$ 1,316 bilhão em caixa e equivalentes, com R$ 2,282 bilhões em contas a receber.
Trump pede que outros ajudem a proteger Estreito de Ormuz; Japão e Austrália dizem que não planejam enviar navios
As demandas do presidente dos EUA, Donald Trump, por uma coalizão para ajudar a reabrir o Estreito de Ormuz pareceram não ter surtido efeito, nesta segunda-feira, quando os aliados Japão e Austrália disseram que não estão planejando enviar embarcações da Marinha ao Oriente Médio para escoltar navios através da hidrovia vital. Com a guerra dos EUA e Israel contra o Irã criando turbulência em todo o Oriente Médio e abalando os mercados globais de energia em sua terceira semana, Trump insistiu no domingo que as nações que dependem muito do petróleo do Golfo têm a responsabilidade de proteger o estreito por onde transitam 20% da energia mundial. Os mercados na Ásia reagiram com cautela, com o petróleo Brent LCOc1 subindo mais de 1% acima de US$104,50 e os mercados de ações regionais, em sua maioria, mais fracos em meio a preocupações sobre o risco para as instalações de petróleo do Oriente Médio e após a solicitação de Trump para que os aliados se envolvam mais. “Estou pedindo que esses países entrem e protejam seu próprio território, porque é o território deles”, declarou Trump aos repórteres a bordo do Air Force One, no caminho da Flórida para Washington. “É o lugar de onde eles obtêm sua energia.” (Reuters)
Inflação pelo IPC-S subiu 0,26% na segunda quadrissemana de março de 2026
O IPC-S da segunda quadrissemana de março de 2026 subiu 0,26% e acumula alta de 3,04% nos últimos 12 meses.
EUA: índices futuros sobem em meio a tensões ao redor do Estreito de Ormuz
Os índices futuros de Nova York subiam e o petróleo perdeu parte da alta inicial nesta segunda-feira (16), enquanto o presidente dos EUA, Donald Trump, intensificava a pressão para que outros países ajudassem a reabrir o Estreito de Ormuz e afirmava que Washington mantinha negociações com o Irã. Os comentários do ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araghchi, de que o Estreito de Ormuz estava fechado apenas para navios de “inimigos” também ajudaram a acalmar os ânimos. Dois petroleiros carregados com gás liquefeito de petróleo para a Índia navegaram pelo estreito. Além do petróleo e das tensões geopolíticas, os investidores também estarão atentos à Nvidia, já que a conferência Nvidia GTC da fabricante de chips começa nesta segunda-feira. O Federal Reserve também realizará sua segunda reunião de política monetária do ano, embora o mercado não espere mudanças nas taxas de juros.
- Dow Jones Futuro: +0,38%
- S&P 500 Futuro: +0,61%
- Nasdaq Futuro: +0,75%
Abertura de mercados
A semana começa com cautela nos mercados internacionais conforme a guerra no Oriente Médio entra na terceira semana, com uma série de reuniões de bancos centrais no foco, e com dados sobre a economia brasileira e balanços corporativos no radar. O Federal Reserve, o Banco Central Europeu, o Banco da Inglaterra e o Banco do Japão estão entre os que realizarão suas primeiras reuniões de política monetária desde o início do conflito no Oriente Médio, oferecendo aos investidores uma ideia de como as autoridades veem o impacto da alta dos preços do petróleo sobre a inflação e o crescimento. A situação no Estreito de Ormuz continua sendo um dos principais pontos de atenção dos investidores, e as exigências do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, por uma coalizão para ajudar a reabrir a via marítima parecem ter sido ignoradas nesta segunda-feira, uma vez que aliados como Japão e Austrália disseram que não planejavam enviar navios para escoltar embarcações pelo estreito. O Banco Central também realiza sua reunião para decidir sobre a Selic nesta semana. A autoridade monetária divulga nesta segunda os dados de janeiro do seu Índice de Atividade Econômica (IBC-Br), com expectativa em pesquisa da Reuters de alta de 0,85%. (Reuters)
Principais índices em Nova York fecharam sexta com quedas e tiveram a terceira semana seguida no negativo
Investidores em Wall Street deixaram de lado dados do PIB do 4T256, que veio mais fraco, e da inflação PCE, de consumo pessoal, que veio dentro do esperado, porque são dados de outra realidade, de antes da guerra contra o Irã. O que importa agora é que o petróleo voltou a ficar acima dos US$ 100. “Os resultados da temporada de balanços são bastante bons, mas o sentimento do mercado é difícil”, disse à CNBC David Aspell, co-diretor de investimentos da Mount Lucas Management. “A influência do petróleo no sentimento do mercado e a avaliação das ações refletem uma trajetória de taxas de juros que agora está sendo questionada”. O Federal Reserve se reúne na próxima semana para decidir a taxa de juros. A projeção era de que houvesse manutenção, mas a guerra pode abrir novos debates.
| Dia (%) | Semana (%) | |
| Dow Jones | -0,25 | -1,98 |
| S&P 500 | -0,61 | -1,59 |
| Nasdaq | -0,93 | -1,26 |
DIs: juros futuros terminaram sexta-feira com altas por toda a curva
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F27 | 14,315 | 0,320 |
| DI1F28 | 13,915 | 0,420 |
| DI1F29 | 13,930 | 0,405 |
| DI1F31 | 14,165 | 0,360 |
| DI1F32 | 14,205 | 0,320 |
| DI1F33 | 14,230 | 0,310 |
| DI1F34 | 14,290 | 0,375 |
| DI1F35 | 14,210 | 0,290 |
Dólar comercial fecharam sexta-feira com forte alta de 1,37%
O dólar comercial tiveram a terceira alta seguida diante do real. O movimento foi na mesma direção da divisa norte-americana no resto do planeta, que na comparação com as principais moedas do mundo fez o índice DXY ficar com mais 0,73%, aos 100,47 pontos. Na semana, o câmbio acumulou alta de 1,43%.
- Venda: R$ 5,314
- Compra: R$ 5,314
- Mínima: R$ 5,216
- Máxima: R$ 5,324
Maiores baixas, altas e mais negociadas de sexta
Maiores baixas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| BRKM5 | -6,97 | 11,35 |
| CSNA3 | -6,23 | 5,72 |
| HAPV3 | -6,17 | 8,67 |
| PCAR3 | -6,05 | 2,33 |
| MRVE3 | -5,42 | 7,68 |
Maiores altas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| SLCE3 | 2,51 | 18,00 |
| BBSE3 | 1,98 | 35,05 |
| TIMS3 | 1,49 | 26,60 |
| WEGE3 | 0,85 | 46,21 |
| NATU3 | 0,81 | 8,66 |
Mais negociadas
| Negócios | Dia (%) | |
| PETR4 | 67.035 | -0,73 |
| PRIO3 | 50.775 | -2,86 |
| VIVA3 | 49.782 | -5,20 |
| EMBJ3 | 37.486 | -1,16 |
| VALE3 | 36.091 | -1,19 |
Ibovespa terminou a sexta-feira (13) com baixa de 0,91%, aos 177.653,31 pontos
- Máxima: 180.995,79
- Mínima: 177.321,97
- Diferença para a abertura: -1.631,18 pontos
- Volume: R$ 30,10 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (9): +0,86%
- Terça-feira (10): +1,40%
- Quarta-feira (11): +0,28%
- Quinta-feira (12): -2,55%
- Sexta-feira (13): -0,91%
- Semana: -0,95%
- Março: -5,90%
- 1T26: +10,26%
- 2026: +10,26%
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