
Ibovespa hoje
- FED deve manter juros conforme guerra no Oriente Médio abala debate sobre política monetária.
- No Brasil, dúvida é se Copom deve cortar Selic em 0,50 p.p., 0,25 p.p. ou até mesmo manter a taxa básica de juros.
- Petrobras reafirma política de preços em meio à mobilização dos caminhoneiros.
- Day trade hoje: confira o que esperar de mini dólar e mini-índice.
Confira as últimas dos mercados
Petrobras reafirma política de preços em meio à mobilização dos caminhoneiros
Irã diz que é improvável que doutrina nuclear mude e que Estreito de Ormuz precisa de novo protocolo
A posição do Irã contra o desenvolvimento de armas nucleares não mudará significativamente, disse o ministro das Relações Exteriores, Abbas Araqchi, à Al Jazeera, em comentários transmitidos pela mídia iraniana na quarta-feira, alertando que o novo líder supremo ainda não expressou publicamente sua opinião sobre o assunto. O ex-líder supremo Ali Khamenei, que foi morto no início da guerra dos EUA e Israel contra o Irã, se opôs ao desenvolvimento de armas de destruição em massa em uma fatwa, ou decreto religioso, emitido no início dos anos 2000. Países ocidentais, incluindo EUA e Israel, há anos acusam Teerã de buscar armas nucleares, enquanto as autoridades iranianas afirmam que seu programa nuclear é apenas para fins civis. Araqchi disse que as fatwas dependem do jurista islâmico que as emite e acrescentou que ainda não estava em posição de julgar as opiniões jurisprudenciais ou políticas de Mojtaba Khamenei, o novo líder supremo do Irã. (Reuters)
BRB cancela assembleia marcada para discutir capitalização e cobrir rombo do Master
Banco disse que a decisão foi tomada ‘em caráter prudencial’ e citou decisão judicial.
Light obtém decisão judicial que eleva reajuste tarifário de energia para 16,69%
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) disse nesta quarta-feira que a distribuidora Light (LIGT3) obteve uma decisão judicial que eleva o reajuste tarifário anual da empresa para 16,69%, em média, ante os 8,59% aprovados pelo regulador na semana passada. A decisão determina uma anulação dos créditos tributários referentes a PIS/Cofins que devem ser revertidos aos consumidores de energia e que foram contabilizados no cálculo do reajuste anual. Pela decisão, atendida por liminar da 4ª Vara Federal Cível da Seção Judiciária do Distrito Federal (SJDF), o valor de R$1,04 bilhão contabilizado anteriormente no reajuste não pôde ser utilizado para modicidade tarifária, o que elevou o valor final da tarifa. “A Advocacia-Geral da União irá interpor recurso contra a decisão tomada em primeira instância, buscando restabelecer a decisão da diretoria da Aneel e resguardar o direito dos consumidores da Light”, disse a Aneel, em nota. (Reuters)
Israel diz que ministro da Inteligência do Irã Esmail Khatib foi morto durante a noite
O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, disse nesta quarta-feira que o ministro da Inteligência do Irã, Esmail Khatib, foi “eliminado” em um ataque durante a noite. Não houve confirmação do Irã. Katz afirmou que ele e o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, autorizaram os militares a matar qualquer outra autoridade iraniana sênior que estivesse sendo visada sem a necessidade de aprovação adicional.
Suspense com o Copom: Selic terá corte de meio ponto, 0,25 p.p. ou será mantida?
Variáveis para a economia local e global, incluindo o conflito no Oriente Médio, agravam o risco de inflação e elevam a aposta de que Comitê será cauteloso, optando por corte menor no juro ou até manutenção.
No 19º dia da guerra, Irã mantém ofensiva contra Israel e países do Golfo Pérsico
Explosões foram registradas nos Emirados Árabes Unidos e no Catar, enquanto a Arábia Saudita interceptou um drone que tinha Riad como alvo.
FED deve manter juros conforme guerra no Oriente Médio abala debate sobre política monetária
As autoridades do Federal Reserve, reunidas em um cenário de guerra que começou há menos de três semanas, devem manter a taxa de juros nesta quarta-feira, mas, mais significativamente, devem detalhar em um novo comunicado de política monetária e em novas projeções como sentem que a decisão do presidente Donald Trump de lançar um conflito aberto e sem prazo definido contra o Irã redefine as perspectivas para a economia dos Estados Unidos, a inflação e a política monetária. Não há apostas seguras e, sem um ponto de parada claro para a campanha de bombardeio dos Estados Unidos e Israel, economistas dizem que os impactos domésticos e globais dependem de quanto tempo a guerra vai durar, da estrutura de qualquer governo iraniano que surja ao final dela e se os preços do petróleo subirão ainda mais além de US$100 por barril ou se recuarão logo para os níveis anteriores à guerra, abaixo de US$80. O preço médio da gasolina nos EUA era de US$3,79 por galão na terça-feira, mais de 25% mais alto do que antes da guerra, de acordo com dados do grupo de defesa dos motoristas AAA. Por sua vez, vários outros preços podem aumentar: as companhias aéreas começaram a alertar sobre a alta dos custos de viagem com o aumento do preço do combustível de aviação, e uma autoridade da Casa Branca disse que os EUA estavam buscando outras fontes de fertilizantes agrícolas. (Reuters)
Flávio Bolsonaro diz que conversou com Moraes sobre prisão domiciliar do pai
Ele destacou o argumento de que a falta de acompanhamento constante no presídio pode acarretar o óbito do ex-presidente.
Barris de petróleo operam mistos e minério de ferro recua
Os preços do petróleo operam sem direção, depois que o Iraque assinou um acordo para retomar as exportações via Turquia, evitando o Estreito de Ormuz, enquanto os EUA intensificavam os esforços para forçar a reabertura do estreito. As cotações do minério de ferro na China fecharam no vermelho, com o aumento das taxas de frete prejudicando as exportações de aço.
- Petróleo WTI, -1,44%, a US$ 94,82 o barril
- Petróleo Brent, +0,44%, a US$ 103,91 o barril
- Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, -0,12%, a 811,00 iuanes (US$ 117,76)
Mercados da Europa operam com ganhos
Os mercados europeus operam em alta, com as atenções voltadas para a decisão de juros do Fed. Os investidores aguardam os dados de inflação da União Europeia, que serão divulgados ainda nesta sessão. Esses dados antecedem as decisões de política monetária do Banco Central Europeu, do Banco da Inglaterra, do Riksbank e do Banco Nacional Suíço, na quinta-feira.
- STOXX 600: +0,51%
- DAX (Alemanha): +0,73%
- FTSE 100 (Reino Unido): +0,28%
- CAC 40 (França): +0,96%
- FTSE MIB (Itália): +1,03%
Bolsas da Ásia encerram dia com ganhos
As ações da China e de Hong Kong fecharam o pregão desta quarta-feira com leve alta, já que a cautela dos investidores em relação à decisão sobre as taxas de juros nos EUA foi superada pelos resultados da Alibaba, após a empresa anunciar que aumentará os preços dos produtos relacionados à inteligência artificial. Embora os mercados esperem que o banco central mantenha as taxas de juros inalteradas, seus comentários sobre a inflação e as perspectivas econômicas em meio à guerra entre os EUA e Israel contra o Irã serão analisados em busca de pistas.
- Shanghai SE (China), +0,32%
- Nikkei (Japão): +2,87%
- Hang Seng Index (Hong Kong): +0,69%
- Nifty 50 (Índia): +1,06%
- ASX 200 (Austrália): +0,31%
EUA: índices futuros avançam à espera de decisão do FED
Os índices futuros dos EUA operam em baixa nesta quarta-feira (18), com as atenções voltadas para primeira decisão sobre política monetária do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) após o início do conflito no Oriente Médio. A expectativa é de manutenção da taxa de juros entre 3,5% e 3,75% ao ano. O mercado também acompanha possíveis sinalizações do presidente do Fed, Jerome Powell, especialmente sobre o impacto da alta do petróleo nas próximas decisões de política monetária. Além da decisão do Fed, os investidores também aguardam a divulgação do índice de preços ao produtor (PPI) referente a fevereiro. Em relação aos lucros, as atenções estão voltadas para o balanço da Micron Technology, após o fechamento do mercado.
- Dow Jones Futuro: +0,46%
- S&P 500 Futuro: +0,49%
- Nasdaq Futuro: +0,65%
Prévia de março indica queda de confiança e aumento da incerteza
Considerando o período de turbulência internacional, o FGV IBRE realizou uma prévia dos resultados do Índice de Confiança Empresarial (ICE) e do Indicador de Incerteza da Economia (IIE-BR). Esse resultado foi apurado considerando coleta de dados até a sexta-feira, dia 13 de março de 2026.
Abertura de mercados
Federal Reserve e Banco Central anunciam nesta quarta-feira suas decisões de política monetária sob a sombra da guerra no Oriente Médio, com os preços do petróleo recuando nesta sessão e dando algum alívio aos mercados. As decisões sobre as taxas de juros devem dar aos investidores pistas sobre como as autoridades estão avaliando os riscos ao crescimento e à inflação em meio ao conflito dos Estados Unidos e Israel contra o Irã. Israel intensificou sua ofensiva ao matar o chefe de segurança do Irã, que atacou instalações petrolíferas nos Emirados Árabes Unidos. Um alto funcionário iraniano disse que o novo líder supremo do país rejeitou propostas de redução das tensões. Mas os preços do petróleo recuavam depois que autoridades iraquianas e curdas concordaram em retomar as exportações pelo porto turco de Ceyhan, embora o Estreito de Ormuz permaneça em grande parte fechado. O Fed divulga sua decisão de política monetária às 15h (horário de Brasília), com expectativa de manutenção dos juros. Mas devem detalhar em um novo comunicado e em novas projeções como sentem que a decisão do presidente dos EUA, Donald Trump, de lançar um conflito aberto e sem prazo definido contra o Irã redefine as perspectivas para a economia dos Estados Unidos, a inflação e a política monetária. Já a expectativa para o Banco Central é de redução da Selic pela primeira vez desde maio de 2024, segundo pesquisa da Reuters, devendo enfatizar a necessidade de cautela diante das crescentes preocupações com o conflito no Oriente Médio. Na quinta-feira é a vez de Banco Central Europeu, Banco da Inglaterra e Banco do Japão anunciarem suas decisões. (Reuters)
Principais índices em Nova York fecharam ontem com ganhos
Investidores em Wall Street até começaram o dia desanimados, após novos ataques feitos pelo Irã, mas ganharam empolgação, com Israel dizendo que matou o comandante de segurança iraniano, Ali Larijani. Os países aliados aos EUA, por outro lado, seguem se recusando a entrar na guerra. Os futuros do petróleos sobem hoje, após a baixa de véspera, mas é um avanço não muito expressivo. Muitos atribuem o bom desempenho contínuo do mercado de ações a uma economia relativamente forte, inflação controlada e lucros expressivos, mas Holly Mazzocca, presidente da Bartlett Wealth Management, afirmou à CNBC que “os riscos para essa trajetória de crescimento estão aumentando”. “Começamos este ano com uma base bastante sólida, mas o mercado de trabalho, em particular, enfraqueceu significativamente. Portanto, a grande questão para os investidores agora é ser realista e reconhecer que os riscos gerais para a continuidade desse crescimento são maiores hoje do que eram há algumas semanas”. Nesta quarta-feira, o Federal Reserve decide novamente sobre a taxa de juros e a manutenção no atual patamar é visto como a decisão mais provável.
| Dia (%) | Pontos | |
| Dow Jones | 0,10 | 46.993,87 |
| S&P 500 | 0,25 | 6.716,19 |
| Nasdaq | 0,47 | 22.479,53 |
DIs: juros futuros terminaram ontem com altas por toda a curva
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F27 | 14,135 | 0,065 |
| DI1F28 | 13,635 | 0,085 |
| DI1F29 | 13,605 | 0,070 |
| DI1F31 | 13,755 | 0,030 |
| DI1F32 | 13,790 | 0,010 |
| DI1F33 | 13,810 | 0,015 |
| DI1F34 | 13,795 | 0,005 |
| DI1F35 | 13,785 | 0,015 |
Dólar comercial fecha com nova queda, agora de 0,58%
O dólar comercial teve a segunda queda seguida diante do real. O movimento foi na mesma direção da divisa norte-americana no resto do planeta, que na comparação com as principais moedas do mundo fez o índice DXY ficar com menos 0,12%, aos 99,59 pontos.
- Venda: R$ 5,199
- Compra: R$ 5,199
- Mínima: R$ 5,177
- Máxima: R$ 5,242
Maiores baixas, altas e mais negociadas de ontem
Maiores baixas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| MGLU3 | -8,13 | 9,04 |
| CSAN3 | -4,22 | 5,22 |
| BRAV3 | -3,33 | 18,02 |
| HAPV3 | -2,93 | 8,62 |
| ENGI11 | -2,35 | 51,61 |
Maiores altas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| NATU3 | 8,46 | 9,36 |
| CSNA3 | 5,14 | 6,34 |
| PRIO3 | 4,83 | 62,69 |
| BRKM5 | 4,37 | 12,19 |
| RECV3 | 3,96 | 13,65 |
Mais negociadas
| Negócios | Dia (%) | |
| PETR4 | 74.965 | 1,76 |
| ITUB4 | 46.057 | -0,67 |
| PRIO3 | 44.125 | 4,83 |
| B3SA3 | 42.800 | 1,44 |
| ENEV3 | 35.538 | 3,22 |
Ibovespa terminou ontem com alta de 0,30%, aos 180.409,73 pontos
- Máxima: 182.800,30
- Mínima: 179.849,79
- Diferença para a abertura: +534,29 pontos
- Volume: R$ 26,90 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (16): +1,25%
- Terça-feira (17): +0,30%
- Semana: +1,55%
- Março: -4,44%
- 1T26: +11,97%
- 2026: +11,97%
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