
Ibovespa hoje
- Ibovespa futuro cai aos 183,2 mil pontos, dólar comercial sobe a R$ 5,26 e juros futuros avançam.
- Ata do Copom: magnitude do ciclo de calibração serão determinadas ao longo do tempo.
- No 25º dia da guerra, Irã ataca Israel e países árabes; israelenses miram Beirute.
- Day trade hoje: confira o que esperar de mini dólar e mini-índice.
Confira as últimas dos mercados
Varejo tem 4º tri desafiador com pressão no consumo e balanços fracos; veja destaques
Imprevisibilidade dos EUA afeta nossos interesses, diz chefe do exército francês
O chefe do exército da França disse nesta terça-feira que os Estados Unidos se tornaram um aliado imprevisível que estava afetando os interesses e a segurança da França. “Fomos surpreendidos por um aliado norte-americano, que continua sendo um aliado, mas que está se tornando cada vez mais imprevisível e nem sequer se preocupa em nos informar quando decide lançar operações militares”, disse Fabien Mandon em um fórum de segurança e defesa em Paris. “Isso tem um impacto em nossa segurança e em nossos interesses.” A França e os Estados Unidos são aliados próximos da Otan, mas tem havido uma frustração crescente em Paris em relação à decisão de Washington de lançar sua guerra contra o Irã no Oriente Médio, depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, já irritou os aliados europeus por causa de seus projetos na Groenlândia.
Ata do Copom manteve a lógica de calibração gradual da política monetária, destaca especialista
Pablo Spyer, conselheiro da ANCORD, diz que na Ata divulgada hoje, o Banco Central “reforçou a incerteza do cenário, mas não elevou a barra para novos cortes de juros”. Segundo o especialista, o Copom “não sinalizou pausa, não mencionou a necessidade de interromper o ciclo e tampouco endureceu a comunicação sobre a inflação. Pelo contrário, manteve a lógica de calibração gradual da política monetária, o que, na prática, preserva o viés de queda dos juros. O trecho final da ata é emblemático porque mostra um Banco Central ganhando tempo, e não freando o processo de flexibilização. A palavra-chave ali é flexibilidade, não restrição. O Copom está dizendo que vai seguir ajustando os juros com base nos dados, acompanhando a evolução do cenário, e não que pretende segurar os juros por mais tempo de forma preventiva”. Se fosse uma ata realmente conservadora, ele segue, o mercado veria sinais mais claros, como menção explícita à possibilidade de pausa no ciclo de cortes, maior destaque para o risco de inflação persistente, condicionamentos mais duros para novas reduções da taxa básica ou uma linguagem mais enfática sobre a necessidade de manter juros elevados por um período prolongado. Nada disso apareceu com força no documento, Spyer ressalta. “Ata foi pragmática e relativamente tranquila”, resume.
Ata do Copom: sem muitas novidades em relação ao comunicado, em termos de diagnóstico, diz economista
Natalie Victal, economista-chefe da SulAmérica Investimentos, diz que o Copom continuou com uma mensagem mais suave (dovish) em sua Ata divulgada hoje, sem muitas novidades em relação ao comunicado, em termos de diagnóstico. Copom indica continuidade do “ciclo de calibração”, e que o debate na reunião foi entre corte de 0,25 e 0,50 ponto percentual. “Motivação para corte foi a convicção da desaceleração da atividade. Comenta dos dados melhores, mas não dá maiores sinais quanto ao grau de compatibilidade com o cenário base. Para avaliação de inflação, tudo no passado, e destaca a piora de expectativas pós-conflito. Para projeção, usou as premissas usuais. Portanto, impacto do choque de petróleo foi menor que o esperado. No todo, é uma Ata que corrobora nosso cenário base atual de corte de 25bps em abril, e que o comitê tem uma pré-disposição a acelerar o ritmo, dependendo da evolução do cenário externo. Seguimos projetando um ciclo curto, com terminal de 13% devido ao diagnóstico de processo de desinflação mais desafiador”.
México: atividade econômica em janeiro contrai 0,30% em relação a janeiro de 2025, abaixo da previsão de alta de 1,70% e abaixo dos 3,30% registrados no mês anterior
México: atividade econômica em janeiro contrai 0,90% em relação a dezembro, queda maior do que o menos 0,40% esperado
Em dezembro, na comparação com novembro, houve alta de 0,20% (revisada de mais 0,40%).
Xiaomi tem primeira queda no lucro trimestral em três anos
O lucro trimestral da Xiaomi caiu pela primeira vez em três anos no final do ano passado, uma vez que a gigante chinesa de smartphones e veículos elétricos enfrentou o aumento dos custos e a intensificação da concorrência. Os aumentos de preços podem ser inevitáveis se a empresa não puder suportar a pressão do aumento dos custos de memória por mais tempo, disse o presidente da Xiaomi, Lu Weibing, em uma chamada sobre os resultados, sem entrar em detalhes. O aumento do custo da memória foi maior do que se pensava inicialmente, acrescentou ele. “Algumas empresas podem ter dificuldades extremas para operar em um ciclo tão longo de aumento de custos, enfrentar grandes perdas ou até mesmo ir à falência”, disse ele. O lucro líquido ajustado para o trimestre até 31 de dezembro caiu para 6,3 bilhões de iuanes (US$914,5 milhões), a primeira queda trimestral desde o quarto trimestre de 2022, segundo comunicado divulgado nesta terça-feira. Ainda assim, o resultado superou a estimativa média de analistas, que era de lucro de 5,7 bilhões de iuanes, de acordo com dados da LSEG.
México: prévia da inflação ao consumidor em março sobe 0,62% em relação a fevereiro, acima do 0,35% esperado e do 0,25% mês anterior
México: prévia do núcleo da inflação ao consumidor em março sobe 0,22% em relação a fevereiro, abaixo do 0,23% esperado e mesmo valor do mês anterior
EUA: variação semanal de empregos privados ADP foi positiva em 10,00 mil, acima dos 9,00 mil da semana anterior
DIs: juros futuros abrem dia com altas por toda a curva
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F27 | 14,195 | 0,045 |
| DI1F28 | 13,885 | 0,065 |
| DI1F29 | 13,845 | 0,080 |
| DI1F31 | 13,950 | 0,080 |
| DI1F32 | 13,995 | 0,085 |
| DI1F33 | 14,000 | 0,080 |
| DI1F34 | 13,980 | 0,095 |
| DI1F35 | 13,970 | 0,080 |
Índice EWZ cai 0,60% na pré-abertura dos EUA
DXY: índice dólar sobe 0,36%, aos 99,30 pontos
Fórum Econômico Mundial adia reunião planejada em Jeddah, diz Arábia Saudita
O Fórum Econômico Mundial adiou uma reunião que estava prevista para acontecer na Arábia Saudita no próximo mês sobre colaboração global, crescimento e energia “à luz dos atuais desenvolvimentos regionais”, disse a agência de notícias estatal da Arábia Saudita nesta terça-feira. A Reunião de Colaboração e Crescimento Global do fórum estava programada para ser realizada na cidade saudita de Jeddah de 22 a 23 de abril, mas os Estados Unidos e Israel estão agora em guerra com o Irã. A Saudi Press Agency disse que a decisão de adiar a reunião foi tomada após consultas com o Ministério da Economia e Planejamento da Arábia Saudita. Ela disse que outra data para o evento seria anunciada no devido tempo.
Dólar comercial abre em alta de 0,42%, cotado a R$ 5,261 na compra e a R$ 5,262 na venda
Bitcoin Futuro (BITFUT) começa dia com alta de 0,55%, aos 374.120,00
Minidólar com vencimento em abril (WDOJ26) começa o dia com alta de 0,45%, cotado a 5.265,50
Mini-índice com vencimento em abril de 2026 (WINJ26) abre dia com baixa de 0,49%, aos 183.300 pontos
Dólar futuro abre em alta de 0,25%, cotado aos 5.259,50 pontos
Ibovespa futuro abre em queda de 0,48%, cotado aos 183.325 pontos
Preços dos combustíveis no Brasil diminuem diferença abaixo da paridade internacional, diz Abicom
Petrobras (PETR3;PETR4) anunciou há 57 dias diminuição dos preços da gasolina. Sobre o diesel, a estatal reajustou os preços há 11 dias. A Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis publica o estudo diariamente, de segunda a sexta, exceto em feriados.
- Diesel A S10 (média nacional): -56%, ou -R$ 2,34 (ontem: -86%, ou -R$ 3,09)
- Gasolina A (média nacional): -45%, ou -R$ 1,13 (ontem: -64%, ou -R$ 1,61)
Núcleo da inflação do Japão desacelera abaixo da meta, complicando comunicação do banco central
O núcleo da inflação ao consumidor do Japão desacelerou para abaixo da meta de 2% do banco central em fevereiro pela primeira vez em quase quatro anos, conforme subsídios governamentais aos combustíveis compensaram aumentos nos custos de importação decorrentes de um iene fraco e do aumento dos preços do petróleo devido à guerra no Irã. Embora seja improvável que a leitura altere o plano de aperto monetário do Banco do Japão, a pressão baixista nos preços devido à intervenção do governo tornará a comunicação do banco mais difícil, ao buscar aumentar os custos de empréstimos ainda baixos. O BOJ disse na semana passada que divulgaria até o verão do hemisfério norte um novo indicador de preços que elimina o efeito desses fatores pontuais para avaliar melhor a inflação subjacente, uma medida que, segundo alguns analistas, visa justificar novos aumentos nas taxas.
Arena Trader XP: Day Trade ao vivo com Alex Carvalho
CME/FedWatch: projeção de manutenção dos juros nos EUA para abril está em 91%
| 29/04 | 17/06 | |
| 4,00%-4,25% | – | 0,5% |
| 3,75%-4,00% | 8,3% | 13,3% |
| 3,75%-3,50% | 91,7% | 86,2% |
Moro se filia ao PL ao lado de Deltan, que deve anunciar pré-candidatura ao Senado
Solenidade às 11h reúne Flávio e Valdemar e consolida aliança no Paraná.
Rússia interrompe exportações de nitrato de amônio por um mês em meio à escassez de oferta global
A Rússia, que controla até 40% do comércio global de nitrato de amônio, disse nesta terça-feira que interromperá as exportações do fertilizante por um mês, até 21 de abril, para garantir fornecimento suficiente durante a temporada de plantio da primavera. A Rússia, um grande exportador de fertilizantes, não tem capacidade para aumentar a produção este ano em meio a uma crise de abastecimento global causada pelo fechamento do Estreito de Ormuz, por onde passam 24% do comércio global de amônia, um ingrediente do nitrato de amônio. O Ministério da Agricultura russo informou que suspendeu todas as licenças emitidas para exportação de nitrato de amônio e não emitirá novas licenças, com exceção daquelas referentes a contratos governamentais. A Rússia produz um quarto do nitrato de amônio do mundo.
Autoridade do Catar diz que não há mediação direta entre EUA e Irã
Não há mediação direta do Catar entre os Estados Unidos e o Irã, disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Catar, Majed Al Ansari, em uma coletiva de imprensa nesta terça-feira.
Índice EWZ cai 0,24% na pré-abertura dos EUA
Atividade da zona do euro quase estagna com impacto inflacionário da guerra no Oriente Médio, aponta PMI
O crescimento do setor privado da zona do euro desacelerou acentuadamente em março, conforme a guerra no Oriente Médio elevou os custos de insumos ao seu ponto mais alto em mais de três anos e desencadeou as piores interrupções na cadeia de suprimentos desde meados de 2022, segundo uma pesquisa divulgada nesta terça-feira. O Índice PMI Composto preliminar da zona do euro da S&P Global caiu para 50,5 em março, de 51,9 em fevereiro, marcando o menor nível em 10 meses e ficando abaixo das expectativas de economistas em uma pesquisa da Reuters de 51,0. O indicador está acima da marca de 50,0, que separa contração de crescimento, por 15 meses consecutivos. O crescimento estagnou à medida que novos pedidos — um indicador importante da demanda — caíram pela primeira vez em oito meses, impulsionado pela fraqueza do setor de serviços. Os pedidos do setor industrial continuaram a se expandir, embora a leitura da produção no setor tenha caído de 51,9 no mês anterior para 51,7. “O PMI preliminar da zona do euro está soando o alarme da estagflação, conforme a guerra no Oriente Médio aumenta acentuadamente os preços e, ao mesmo tempo, sufoca o crescimento”, disse Chris Williamson, economista-chefe de negócios da S&P Global Market Intelligence.
Agência do Irã relata que infraestrutura de energia foi danificada em ataques aéreos
Nem Israel nem os Estados Unidos reivindicaram os ataques.
Durigan anuncia Ceron como novo secretário-executivo da Fazenda e Daniel Leal no comando do Tesouro
O novo ministro da Fazenda, Dario Durigan, anunciou nesta segunda-feira ter escolhido o atual secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron, para assumir o cargo de secretário-executivo da pasta, promovendo para o comando do Tesouro o subsecretário da dívida pública, Daniel Leal. Em postagem na rede social X, Durigan afirmou que o trabalho de Ceron “à frente do Tesouro foi fundamental para avançarmos com nossa agenda nos últimos anos”, ressaltando que confia em sua capacidade de entrega. À frente do Tesouro desde o início do mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2023, Ceron foi um dos responsáveis pela elaboração e negociação do novo arcabouço fiscal, que substituiu o teto de gastos que vigorava desde o governo Michel Temer para implementar um sistema de metas. Em sua gestão, Ceron enfrentou momentos de turbulência e desconfianças de agentes do mercado sobre a gestão das contas públicas do governo, o que forçou o Tesouro a pagar taxas historicamente elevadas para remunerar investidores que aplicam em títulos do governo.
No 25º dia da guerra, Irã ataca Israel e países árabes; israelenses miram Beirute
Movimento ocorre apesar das declarações da véspera de Trump de que há uma negociação em andamento pelo encerramento do conflito.
Goldman Sachs passa a deter equivalente a 5,09% da Brava Energia
Refinaria da Valero explode e pega fogo em Port Arthur, no Texas (EUA)
A refinaria tem cerca de 770 funcionários e pode processar cerca de 435 mil barris de petróleo por dia, de acordo com o site da Valero.
Barris de petróleo e minério de ferro avançam
Os preços do petróleo avançaram nas negociações na Ásia nesta terça-feira, após registrarem fortes quedas na noite anterior, enquanto os traders avaliam os desdobramentos relacionados ao conflito no Oriente Médio. A alta ocorre após uma forte onda de vendas na segunda-feira, quando o Brent recuou cerca de 11%, para perto de US$ 99 por barril, depois de ter superado US$ 112 na sexta-feira. As cotações do minério de ferro na China fecharam em alta.
- Petróleo WTI, +2,60%, a US$ 90,42 o barril
- Petróleo Brent, +1,59%, a US$ 101,53 o barril
- Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, +0,55%, a 824 iuanes (US$ 119,76)
Bolsas da Europa operam de forma mista
As ações europeias operam de forma mista, à medida que sinais contraditórios decorrentes da guerra em curso no Oriente Médio elevaram os preços do petróleo e reduziram o apetite pelo risco. O Estreito de Ormuz, que transporta um quinto do comércio global de petróleo, está em grande parte fechado desde o início da guerra, aumentando as preocupações com a inflação causada pela energia na Europa, que depende fortemente da rota para seu petróleo.
- STOXX 600: +0,13%
- DAX (Alemanha): -0,26%
- FTSE 100 (Reino Unido): +0,15%
- CAC 40 (França): -0,03%
- FTSE MIB (Itália): +0,14%
Bolsas da Ásia encerram dia com ganhos
Os mercados da Ásia-Pacífico reduziram os ganhos nesta terça-feira à medida que os preços do petróleo voltaram a subir, ainda por incertezas em torno do conflito no Oriente Médio. O Kospi, da Coreia do Sul, chegou a subir mais de 3%, mas devolveu parte dos ganhos e fechou em alta de 2,7%, a 5.553,92 pontos, enquanto o índice de small caps Kosdaq avançou 2,24%, encerrando o pregão aos 1.121,44 pontos.
- Shanghai SE (China), +1,78%
- Nikkei (Japão): +1,43%
- Hang Seng Index (Hong Kong): +2,78%
- Nifty 50 (Índia): +2,08%
- ASX 200 (Austrália): +0,16%
Ata/Copom: a decisão é compatível com o cenário atual, no qual a duração e extensão dos conflitos geopolíticos, assim como sinais mistos sobre o ritmo de desaceleração da atividade econômica e seus efeitos sobre o nível de preços, dificultam a identificação de tendências claras
Ata/Copom: o Comitê reafirma serenidade e cautela na condução da política monetária, de forma que os passos futuros do processo de calibração da taxa básica de juros possam incorporar novas informações que aumentem a clareza sobre a profundidade e a extensão dos conflitos no Oriente Médio
Ata/Copom: o Comitê estabeleceu que a magnitude e a duração do ciclo de calibração serão determinadas ao longo do tempo, à medida que novas informações forem incorporadas às suas análises
Segundo o Copom, essa decisão é compatível com o cenário atual, no qual a duração e extensão dos conflitos geopolíticos, assim como sinais mistos sobre o ritmo de desaceleração da atividade econômica e seus efeitos sobre o nível de preços, dificultam a identificação de tendências claras.
EUA: índices futuros operam sem força
Os índices futuros de Nova York operavam oscilando entre leves perdas e altas, à medida que o sentimento dos investidores parecia se estabilizar na aproximação da sessão europeia, em meio às preocupações com a guerra no Oriente Médio. Mais cedo, os Treasuries caíram e o petróleo voltou a subir, à medida que o otimismo frágil em torno de uma possível dessensibilização das tensões no Oriente Médio deu lugar a uma nova postura de cautela.
- Dow Jones Futuro: -0,19%
- S&P 500 Futuro: -0,14%
- Nasdaq Futuro: -0,02%
Ata/Copom: além do agravamento das tensões geopolíticas, novas incertezas com relação à política econômica dos Estados Unidos colaboraram para tornar esse cenário ainda mais incerto
Ata/Copom: em relação ao cenário doméstico, o resultado do PIB no último trimestre de 2025 evidenciou a desaceleração esperada da atividade econômica, enquanto o mercado de trabalho segue resiliente
De acordo com a ata, nas divulgações mais recentes, a inflação cheia e as medidas subjacentes seguiram apresentando algum arrefecimento, mas mantiveram-se acima da meta para a inflação. As expectativas de inflação para 2026 e 2027 apuradas pela pesquisa Focus permanecem em valores acima da meta, situando-se em 4,1% e 3,8%, respectivamente.
Ata/Copom: o ambiente externo tornou-se mais incerto, em função do acirramento de conflitos geopolíticos no Oriente Médio, com reflexos nas condições financeiras globais
Segundo a ata, tal cenário exige cautela por parte de países emergentes em ambiente marcado por elevação da volatilidade de preços de ativos e commodities.
Abertura de mercados
A falta de clareza sobre o destino da guerra dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã pesava sobre os mercados financeiros nesta terça-feira, com o rali provocado na véspera por comentários do presidente dos EUA, Donald Trump, se dissipando e o petróleo retomando o patamar de US$100 o barril. Enquanto isso, na cena local, os agentes estarão atentos à divulgação da ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central, na qual o colegiado decidiu reduzir a taxa básica de juros somente em 0,25 ponto percentual e defendeu a adoção de cautela e serenidade à frente em meio ao conflito no Oriente Médio. Nesta terça, autoridades israelenses disseram que Trump quer fazer um acordo com o Irã, mas é improvável que as conversas tenham sucesso neste momento. Na véspera, Trump adiou a ameaça de bombardear usinas de energia iranianas caso Teerã não reabra totalmente o Estreito de Ormuz, por onde passa 20% da produção mundial de petróleo, e disse que havia boas conversas em andamento com Teerã. O Irã, no entanto, negou os contatos. A fala de Trump provocou um rali nos mercados e levou o preço do barril do petróleo a uma queda da ordem de 15%, cenário que se dissipou nesta terça. (Reuters)
Principais índices em Nova York fecharam ontem com amplos ganhos
Investidores em Wall Street se animaram com a notícia de que Irã e EUA estão dedicados a conversas diplomáticas para terminar o conflito. O presidente dos EUA, Donald Trump, foi à rede social dizer que determinou suspensão de qualquer ataque às redes de energia iraniana por cinco dias, graças a “conversas muito boas e produtivas” com os iranianos, isso um dia após dar 48 horas de ultimato para o Irã abrir o Estreito de Ormuz. “Os mercados de ações finalmente encontraram uma saída para a incerteza dramática e as condições de sobrevenda significativas devido ao conflito iraniano”, escreveu Jeff Kilburg, fundador e CEO da KKM Financial. “Se isso se provar uma base para a paz no Oriente Médio, as ações poderão voltar a atingir seus maiores patamares históricos”.
| Dia (%) | Pontos | |
| Dow Jones | 1,38 | 46.208,53 |
| S&P 500 | 1,15 | 6.581,04 |
| Nasdaq | 1,38 | 21.946,76 |
DIs: juros futuros terminaram ontem com baixas por toda a curva
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F27 | 14,150 | -0,270 |
| DI1F28 | 13,820 | -0,355 |
| DI1F29 | 13,765 | -0,345 |
| DI1F31 | 13,870 | -0,275 |
| DI1F32 | 13,910 | -0,230 |
| DI1F33 | 13,920 | -0,210 |
| DI1F34 | 13,885 | -0,205 |
| DI1F35 | 13,890 | -0,180 |
Dólar comercial fechou ontem com forte baixa de 1,29%
O dólar comercial voltou a cair diante do real, após a alta de sexta-feira (20). O movimento foi na mesma direção da divisa norte-americana no resto do planeta, que na comparação com as principais moedas do mundo fez o índice DXY ficar com menos 0,53%, aos 99,12 pontos.
- Venda: R$ 5,240
- Compra: R$ 5,240
- Mínima: R$ 5,215
- Máxima: R$ 5,314
Maiores baixas, altas e mais negociadas de ontem
Maiores baixas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| PRIO3 | -2,84 | 65,96 |
Maiores altas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| MBRF3 | 14,34 | 18,98 |
| RENT4 | 10,43 | 45,00 |
| VAMO3 | 9,72 | 3,50 |
| CYRE4 | 9,51 | 25,46 |
| CSNA3 | 9,18 | 6,54 |
Mais negociadas
| Negócios | Dia (%) | |
| PETR4 | 80.878 | 0,79 |
| PRIO3 | 57.666 | -2,84 |
| B3SA3 | 55.136 | 6,61 |
| RENT3 | 50.733 | 8,86 |
| VALE3 | 44.199 | 2,57 |
Ibovespa terminou ontem com baixa de 3,24%, aos 181.931,93 pontos
- Máxima: 182.973,41
- Mínima: 176.220,82
- Diferença para a abertura: +5.712,53 pontos
- Volume: R$ 32,40 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (23): +3,24%
- Semana: +3,24%
- Março: -3,63%
- 1T26: +12,91%
- 2026: +12,91%
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