
Ibovespa hoje
- Mercados mostram aversão ao risco após fracasso de negociações entre EUA e Irã.
- Petróleo brent sobe forte e supera os US$ 100 após fala de Trump sobre bloquear Ormuz.
- Day trade hoje: confira o que esperar de mini dólar e mini-índice.
Confira as últimas dos mercados
Teerã afirma estar pronto para a luta após EUA anunciarem bloqueio de portos do Irã
Lula só será eleito se forem construídas alianças nos Estados, diz presidente do PT
Edinho Silva afirmou que o partido ampliará os apoios nos Estados para que seja construída uma aliança nacional de sustentação a Lula.
Focus: projeções para o câmbio caem para 2026, 2027 e 2028
- Dólar para 2026: R$ 5,37 (de R$ 5,40)
- Dólar para 2027: R$ 5,40 (de R$ 5,45)
- Dólar para 2028: R$ 5,46 (de R$ 5,50)
- Dólar para 2029: R$ 5,50 (sem mudanças)
Focus: projeção para o PIB continua em 1,85% para este ano
- PIB para 2026: 1,85% (sem mudanças)
- PIB para 2027: 1,80% (sem alterações)
- PIB para 2028: 2,00% (sem mudanças)
- PIB para 2029: 2,00% (sem alterações)
Focus: projeção para a Selic continua em 12,50% para este ano
- Selic para 2026: 12,50% (sem mudanças)
- Selic para 2027: 10,50% (sem alterações)
- Selic para 2028: 10% (a mesma há 12 semanas)
- Selic para 2029: 9,75% (sem alterações)
Focus: projeções para o IPCA crescem para 2026 e 2027
- IPCA para 2026: 4,71% de 4,36% da última semana
- IPCA para 2027: 3,91% de 3,85%
- IPCA para 2028: 3,60% (sem mudanças)
- IPCA para 2029: 3,50% (sem alterações)
Ativos de emergentes interrompem alta com bloqueio dos EUA em Ormuz afetando otimismo
O índice MSCI EM caía 0,8% durante a manhã, pressionado por ações de tecnologia.
Varejo avança 6,4% em março, diz Stone
O comércio varejista brasileiro registrou alta de 6,4% nas vendas em março sobre um ano antes e avanço de 5,5% ante fevereiro, segundo dados divulgados nesta segunda-feira pela empresa de meios de pagamento StoneCo. Olhando para o recorte mensal, todos os oito segmentos varejistas analisados apresentaram crescimento, sendo a maior alta registrada em Combustíveis e Lubrificantes (13,7%), segundo a Stone. Por sua vez, na comparação com o mesmo mês de 2025, sete dos oito segmentos analisados cresceram as vendas, sendo a maior alta observada também em Combustíveis e Lubrificantes (10,6%). O recuo foi observado apenas em Livros, Jornais, Revistas e Papelaria (2,2%). Segundo Guilherme Freitas, economista e pesquisador da Stone, os setores ligados à renda têm apresentado desempenho melhor do que os que dependem mais de crédito, refletindo o cenário restritivo na política monetária. “O início do corte de juros em março é um ponto positivo e pode ajudar a destravar o consumo ao longo do ano, mas seus efeitos ainda não foram sentidos. Por enquanto, a tendência é de que o varejo continue apresentando resultados mistos nos próximos meses”, disse Freitas em comunicado à imprensa.
MBRF (MBRF3) amplia acordo de venda de proteínas para Arábia Saudita
O aumento expressivo do compromisso de fornecimento de produtos à SALIC reforça a parceria estratégica entre a companhia e a Arábia Saudita.
Conservador Orbán é derrotado pela oposição de centro-direita na Hungria
O líder nacionalista da Hungria, Viktor Orbán, perdeu o poder para o novo partido de centro-direita Tisza nas eleições nacionais de domingo, após 16 anos no cargo. Orbán, de 62 anos, era celebrado pelos conservadores de toda a Europa e dos Estados Unidos como o mentor do modelo “iliberal” de democracia, mas perdeu apoio em seu país dos eleitores que se cansaram da estagnação econômica, do isolamento internacional e do acúmulo de riqueza pelos oligarcas. Sua derrota esmagadora deu a Peter Magyar, 45, do Tisza, uma confortável maioria na assembleia legislativa de 199 assentos da Hungria, abrindo a porta para reformas significativas de um sistema que, segundo os críticos da União Europeia, subverteu as normas democráticas. Com quase todas as cédulas contabilizadas, o Tisza estava a caminho de conquistar 138 assentos, mais do que a maioria de dois terços que Magyar precisaria para desfazer a reforma constitucional de Orbán e combater a corrupção. O comparecimento recorde às urnas no domingo ressaltou que muitos húngaros consideraram a eleição como um momento decisivo para seu país.
Três petroleiros tentam atravessar o Estreito de Ormuz após EUA sinalizarem bloqueio
As travessias ocorrem poucas horas antes de os EUA implementarem um bloqueio nas áreas ao redor do Estreito de Ormuz.
Barris de petróleo sobem 7% e minério de ferro avança 1%
Os preços do petróleo subiram acima de US$ 100 o barril, enquanto a Marinha dos EUA anunciou bloqueio aos portos iranianos após o fracasso das negociações de paz. As cotações do minério de ferro na China fecharam em baixa, interrompendo uma sequência de seis dias de queda.
- Petróleo WTI, +7,70%, a US$ 104,01 o barril
- Petróleo Brent, +7,33%, a US$ 102,18 o barril
- Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, +1,26%, a 763,50 iuanes (US$ 111,82)
Bolsas da Ásia encerram dia na maioria em queda
As ações da China e de Hong Kong fecharam com pouca variação nesta segunda-feira uma vez que o colapso das negociações de paz entre os Estados Unidos e o Irã afetaram o apetite por risco em toda a região. Os militares dos EUA disseram que iniciariam um bloqueio de todo o tráfego marítimo que entra e sai dos portos e áreas costeiras do Irã nesta segunda-feira, depois que as negociações do fim de semana falharam em chegar a um acordo para acabar com a guerra no Irã, colocando em risco um frágil cessar-fogo de duas semanas.
- Shanghai SE (China), +0,06%
- Nikkei (Japão): -0,74%
- Hang Seng Index (Hong Kong): -0,90%
- Nifty 50 (Índia): -0,87%
- ASX 200 (Austrália): -0,39%
Mercados da Europa começam semana com perdas
Os mercados europeus operam no vermelho, com destaque para queda das ações do setor de viagens, após o arrefecimento das esperanças de paz no Oriente Médio. Os investidores europeus também estão de olho na Hungria depois que o líder conservador de longa data, Viktor Orbán, reconheceu a derrota para o partido pró-UE Tisza, de Peter Magyar, após a vitória esmagadora da oposição nas eleições. A vitória representa um golpe para a Rússia e para o governo Trump, que viam em Orbán um aliado.
- STOXX 600: -0,68%
- DAX (Alemanha): -0,98%
- FTSE 100 (Reino Unido): -0,34%
- CAC 40 (França): -0,84%
- FTSE MIB (Itália): -0,71%
EUA: índices futuros recuam com negociações de paz frustradas no Oriente Médio
Os índices futuros de Nova York operam em baixa, enquanto os preços do petróleo disparam acima de US$ 100 o barril nesta segunda-feira (13), após o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciar o bloqueio do Estreito de Ormuz, já que as negociações de paz entre os EUA e o Irã no fim de semana terminaram sem um acordo. As forças armadas americanas implementarão um bloqueio aos portos iranianos a partir desta segunda, às 11h (horário de Brasília). O vice-presidente dos EUA, JD Vance, deixou Islamabad sem um acordo com seus homólogos iranianos, alegando a relutância deles em interromper o programa de armas nucleares. O fracasso das negociações de um cessar-fogo reacendeu os temores de um conflito prolongado em meio à alta dos preços do petróleo bruto.
- Dow Jones Futuro: -0,50%
- S&P 500 Futuro: -0,61%
- Nasdaq Futuro: -0,62%
Abertura de mercados
Investidores iniciam a semana em clima de aversão ao risco depois do fracasso das negociações de paz entre Estados Unidos e Irã no fim de semana e com a Marinha norte-americana preparando um bloqueio aos portos iranianos. O presidente dos EUA, Donald Trump, disse no domingo que a Marinha norte-americana começaria a bloquear o Estreito de Ormuz depois que as negociações com o Irã não conseguiram chegar a um acordo para acabar com a guerra, colocando em risco um frágil cessar-fogo de duas semanas — embora o clima nos mercados esteja inclinado à expectativa de uma resolução. O Comando Central dos Estados Unidos disse que as forças norte-americanas começariam a implementar o bloqueio de todo o tráfego marítimo que entra e sai dos portos iranianos a partir das 11h (horário de Brasília) desta segunda-feira. Diante disso, os preços do petróleo superaram os US$100 por barril e o dólar avançava, enquanto os mercados acionários recuavam. (Reuters)
Principais índices em Nova York fecharam sexta de forma mista; semana terminou com altas
Investidores em Wall Street seguem com foco nas tratativas sobre um possível acordo entre EUA e Irã, que acontece nesta sábado (11), no Paquistão, visando encerrar a guerra no Oriente Médio. Deixam em segundo plano, inclusive, os indicadores que saíram esta semana. “O Fed fará todo o possível para ignorar quaisquer dados que receber em março e abril”, disse à CNBC Tim Holland, diretor de investimentos da Orion. Isso pressupõe que “haja uma saída para as tensões entre os EUA, Israel e Irã” e que a guerra possa acabar ou se tornar menos abrangente, diminuindo os preços do petróleo. Ele alertou que os investidores devem se preocupar mais com os impactos inflacionários se o preço do petróleo WTI ainda estiver em torno de US$ 100 por barril no início ou meados de junho. “Temos esse potencial coquetel tóxico de um sentimento do consumidor já deprimido e uma reavaliação real das expectativas de inflação para cima. Isso vai ser uma situação difícil para a economia e colocará o Fed em uma situação delicada”.
| Dia (%) | Semana (%) | |
| Dow Jones | -0,58 | 3,04 |
| S&P 500 | -0,12 | 3,55 |
| Nasdaq | 0,35 | 4,68 |
DIs: juros futuros terminaram ontem de forma mista
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F27 | 14,060 | 0,140 |
| DI1F28 | 13,540 | 0,140 |
| DI1F29 | 13,380 | 0,075 |
| DI1F31 | 13,420 | -0,045 |
| DI1F32 | 13,475 | -0,075 |
| DI1F33 | 13,490 | -0,085 |
| DI1F34 | 13,485 | -0,120 |
| DI1F35 | 13,475 | -0,120 |
Dólar comercial fechou a sexta-feira com queda de 1,03%
O dólar comercial emendou a terceira queda seguida diante do real. O movimento foi na mesma direção da divisa norte-americana no resto do planeta, que na comparação com as principais moedas do mundo fez o índice DXY ficar com menos 0,14%, aos 98,68 pontos. Câmbio encerrou semana com baixa de 2,90%.
- Venda: R$ 5,011
- Compra: R$ 5,010
- Mínima: R$ 5,005
- Máxima: R$ 5,068
Maiores baixas, altas e mais negociadas de sexta-feira
Maiores baixas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| AZZA3 | -10,88 | 20,80 |
| USIM5 | -6,12 | 7,21 |
| CSNA3 | -5,45 | 6,42 |
| CURY3 | -3,08 | 35,87 |
| COGN3 | -3,03 | 3,20 |
Maiores altas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| HAPV3 | 13,05 | 13,25 |
| EGIE3 | 4,64 | 36,06 |
| PRIO3 | 3,36 | 67,65 |
| MBRF3 | 3,01 | 19,83 |
| ENEV3 | 2,73 | 26,71 |
Mais negociadas
| Negócios | Dia (%) | |
| PETR4 | 78.288 | 2,36 |
| ITUB4 | 54.968 | 0,70 |
| ITSA4 | 49.301 | 0,47 |
| B3SA3 | 47.875 | 1,83 |
| VALE3 | 47.096 | 1,06 |
Ibovespa terminou sexta-feira (10) com alta de 1,12%, aos 197.323,87 pontos, maior patamar de fechamento da história
- Máxima: 197.553,64 (máxima histórica)
- Mínima: 195.129,25
- Diferença para a abertura: +2.194,62 pontos
- Volume: R$ 33,70 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (6): +0,06%
- Terça-feira (7): +0,05%
- Quarta-feira (8): +2,09%
- Quinta-feira (9): +1,52%
- Sexta-feira (10): +1,12%
- Semana: +4,93%
- Abril: +5,26%
- 2T26: +5,26%
- 2026: +22,47%
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