
Ibovespa hoje
- EUA concluem nova onda de ataque contra o Irã e dizem que Teerã não controla Ormuz.
- Petróleo brent sobe mais de 3% com escalada de tensões por Estreito de Ormuz.
- Day trade hoje: confira o que esperar de mini dólar e mini-índice.
Confira as últimas dos mercados
Mitre (MTRE3) registra queda de 31,9% nas vendas líquidas no segundo trimestre
Suno passa a deter 4,60% do capital social da Gafisa
Focus: projeção para o câmbio cai para 2028
- Dólar para 2026: R$ 5,20 (sem mudanças)
- Dólar para 2027: R$ 5,28 (sem alterações)
- Dólar para 2028: R$ 5,34 (de R$ 5,35)
- Dólar para 2029: R$ 5,40 (sem mudanças)
Focus: projeção para o PIB cai para 2027
- PIB para 2026: 1,99% (sem mudanças)
- PIB para 2027: 1,65% (de 1,69%)
- PIB para 2028: 2,00% (sem alterações)
- PIB para 2029: 2,00% (sem mudanças)
Focus: projeção para a Selic permanece em 14% para este ano
- Selic para 2026: 14% (sem mudanças)
- Selic para 2027: 12% (sem alterações)
- Selic para 2028: 10,50% (sem mudanças)
- Selic para 2029: 10% (sem alterações)
Focus: projeção para o IPCA cai para 2026, mas sobe para 2027
- IPCA para 2026: 5,16% de 5,30% da semana anterior
- IPCA para 2027: 4,20% de 4,18%
- IPCA para 2028: 3,70% (sem mudanças)
- IPCA para 2029: 3,50% (sem alterações)
Lula e Flávio seguem em empate técnico em cenário de segundo turno estável, aponta BTG/Nexus
A disputa entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em um eventual segundo turno na eleição presidencial deste ano segue estável, com os dois em empate técnico e o petista numericamente à frente do filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro, mostrou pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira. Ainda de acordo com o levantamento, Lula mantém a liderança no primeiro turno, seguido por Flávio, enquanto os demais candidatos não ultrapassam a marca de 5% da preferência do eleitorado individualmente. Na simulação de primeiro turno, Lula aparece com 40%, ante 42% na pesquisa anterior no final de junho, ao passo que Flávio manteve os 34% do levantamento passado. Ronaldo Caiado (PSD) aparece com 5%, Renan Santos (Missão) e Romeu Zema (Novo) somam 4% cada, Joaquim Barbosa (DC) e Augusto Cury (Avante) aparecem com 2% cada, Aécio Neves (PSDB) fica com 1% e Cabo Daciolo (Mobiliza) não pontuou. Nenhum, brancos e nulos somam 6% e 3% não souberam ou não responderam. Em um segundo turno entre Lula e Flávio, mostrou a pesquisa, o petista permaneceu com 47% da preferência do eleitorado, enquanto o parlamentar manteve os 44% do levantamento anterior. Como a margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, os dois estão em empate técnico.
EUA concluem nova onda de ataque contra o Irã e dizem que Teerã não controla Ormuz
A ofensiva atingiu dezenas de alvos e teve como objetivo reduzir a capacidade iraniana de atacar embarcações no Estreito de Ormuz.
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Entrada do governo recomprando títulos indexados à inflação teria impactos para quem tem os papéis e para fundos de renda fixa de maior prazo; veja outras consequências e quais são as apostas do mercado.
Ação da SK Hynix despenca após estreia na Nasdaq em meio a realizações de lucros
As ações da SK Hynix caem mais de 15% nas negociações desta segunda-feira, sua maior queda em um único dia já registrada, à medida que os investidores em Seul realizaram lucros após uma forte alta no preço das ações, que se seguiu à estreia da empresa na Nasdaq na semana passada. As quedas nas ações da SK Hynix, juntamente com as da fabricante rival de chips Samsung Electronics, contribuíram para uma queda de 9% no Kospi, provocando uma suspensão de 20 minutos nas negociações. As ações coreanas ampliaram as perdas após a retomada das negociações, mesmo depois que o presidente Lee Jae Myung afirmou na segunda-feira que seu governo canalizaria o apoio estatal para três grandes projetos nas áreas de chips, centros de dados de inteligência artificial e IA física. A SK Hynix, líder mundial na fabricação de chips de memória para IA, levantou mais de US$26 bilhões na semana passada com a venda de American Depositary Receipts (ADRs na sigla em inglês) ao preço de US$149 cada, depois que suas ações na Coreia mais que triplicaram este ano. Os ADRs abriram 14% acima do preço de oferta, a US$170, antes de encerrarem seu primeiro dia de negociação com um ganho de 12,8%. (Reuters)
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Barris de petróleo disparam 3% com conflito intensificado entre EUA e Irã
Os preços do petróleo operam em forte alta, em meio a escalada do conflito em torno do Estreito de Ormuz, marcado por novos ataques. O Exército dos EUA afirmou ter atingido dezenas de alvos para prejudicar a capacidade do Irã de atacar navios internacionais que transitam pela hidrovia. O Irã havia declarado no domingo que o estreito seria fechado “até segunda ordem”, enquanto as forças da República Islâmica lançavam ataques retaliatórios contra aliados americanos em todo o Oriente Médio, incluindo Jordânia e Catar. As cotações do minério de ferro na China fecharam em baixa, pressionados pelo aumento das perdas nas siderúrgicas chinesas e pelas crescentes expectativas de cortes na produção.
- Petróleo WTI, +3,49%, a US$ 73,90 o barril
- Petróleo Brent, +3,34%, a US$ 78,56 o barril
- Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, -0,47%, a 744,50 iuanes (US$ 109,86)
Bolsas da Ásia encerram dia na maioria em queda
Os índices acionários de referência da China atingiram mínimas de três meses, uma vez que a escalada das tensões entre Estados Unidos e Irã afetou o apetite por risco e provocou realizações de lucros em alguns setores. Forças dos Estados Unidos e do Irã trocaram intensos ataques com mísseis e drones, com Teerã atacando alvos norte-americanos em seis países e afirmando ter fechado novamente o Estreito de Ormuz.
- Shanghai SE (China), -2,06%
- Nikkei (Japão): -1,92%
- Hang Seng Index (Hong Kong): +0,03%
- Nifty 50 (Índia): -0,06%
- ASX 200 (Austrália): +0,03%
Bolsas da Europa operam mistas
As ações europeias operam mistas enquanto os investidores avaliam a escalada das hostilidades entre os Estados Unidos e o Irã, o que levou Teerã a fechar o Estreito de Ormuz, provocando alta nos preços do petróleo. O índice pan-europeu STOXX 600 tem variação negativa, após registrar na sexta-feira sua maior perda semanal desde o final de abril. A mais recente escalada do conflito levantou dúvidas sobre a viabilidade de um acordo provisório firmado no mês passado, que visava restabelecer o tráfego pelo estreito e abrir caminho para novas negociações.
- STOXX 600: -0,18%
- DAX (Alemanha): +0,14%
- FTSE 100 (Reino Unido): -0,22%
- CAC 40 (França): +0,01%
- FTSE MIB (Itália): +0,25%
EUA: índices futuros recuam com escalada de conflito com o Irã
Os índices futuros de Nova York operam em queda nesta segunda-feira (13), em meio à escalada das tensões no Oriente Médio, que voltou a pressionar os preços do petróleo. Durante o fim de semana, Irã e Estados Unidos trocaram ataques aéreos. Teerã atingiu instalações americanas em diversos países do Golfo e anunciou o fechamento do Estreito de Ormuz, uma das principais rotas globais para o transporte de petróleo. No entanto, o presidente dos EUA, Donald Trump, contestou a alegação no domingo, afirmando que a importante via navegável estava aberta ao tráfego comercial. A nova escalada ocorreu após Trump ordenar, no sábado, ataques contra alvos iranianos, em resposta a uma ofensiva de Teerã contra um navio comercial que transitava pela região.
- Dow Jones Futuro: -0,01%
- S&P 500 Futuro: -0,34%
- Nasdaq Futuro: -1,13%
Abertura de mercados
Os mercados iniciaram a semana em terreno instável nesta segunda-feira, com o Irã e os Estados Unidos trocando ataques no Golfo Pérsico e Teerã afirmando ter fechado o Estreito de Ormuz. A retomada da violência lançou dúvidas sobre um acordo provisório entre os EUA e o Irã assinado no mês passado, que visava reabrir o estreito e pôr fim ao conflito após 60 dias de negociações. Diante desse cenário, as ações globais caíam e os preços do petróleo subiam, assim como os rendimentos dos Treasuries. Os investidores nacionais devem avaliar ainda pesquisa BTG/Nexus que mostra manutenção do cenário para o cenário de segundo turno entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na comparação com o levantamento anterior, de junho. Enquanto o presidente manteve 47% das intenções de votos, o senador segue com 44%. Entre as agendas de autoridades, Lula fará anúncios em visitas em São Caetano do Sul (SP) e São José dos Campos (SP). Já o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo; o ministro da Fazenda, Dario Durigan; e o secretário-executivo da Fazenda, Rogério Ceron, têm reunião no final do dia em São Paulo. (Reuters)
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