
Ibovespa hoje
- Day trade hoje: confira o que esperar de mini dólar e mini-índice.
- Nova crise em ações de chips: o que levou ao “sell-off” que fez Kospi desabar 11%.
Confira as últimas dos mercados
Omã apresentou ao Irã mecanismo regional para Estreito de Ormuz
Omã apresentou ao Irã uma proposta para a criação de um mecanismo regional conjunto para a gestão do Estreito de Ormuz, com taxas voluntárias, segundo uma fonte do Golfo Pérsico disse à Reuters. De acordo com a proposta de Omã, que conta com apoio regional e foi apresentada a autoridades iranianas no fim de semana em Teerã, o Irã não exerceria o controle exclusivo dessa via navegável vital. A proposta se baseia no Estreito de Malaca, que liga os oceanos Índico e Pacífico e é administrado em conjunto pelos países que fazem fronteira com ele: Indonésia, Malásia e Cingapura. De acordo com a proposta, aqueles que utilizam o Estreito de Ormuz contribuiriam voluntariamente para um fundo que financiaria os custos de gestão da navegação, proteção ambiental e busca e resgate, entre outros serviços. A gestão do Estreito de Ormuz tornou-se o principal obstáculo nas negociações para pôr fim à guerra e um ponto de tensão que leva a repetidos retornos ao conflito. O Irã afirmou que o estreito não pode voltar à situação pré-guerra, em que a navegação fluía livremente, enquanto os países do Golfo Pérsico insistem que não haja pagamento obrigatório de taxas ao Irã. (Reuters)
Dona da Vivo, Telefônica Brasil (VIVT3) vê lucro subir 17% no 2º tri, a R$ 1,57 bi
A receita operacional líquida da companhia teve alta de 7,6%, totalizando R$ 15,757 bilhões. O balanço foi divulgado após o fechamento do mercado na véspera.
As escolhas do JPMorgan em ações de “utilities” após desempenho abaixo do setor
Com a disparada das taxas reais e a queda nos preços de energia no curto prazo, análise indica postura mais seletiva para o setor e divide apostas entre nomes táticos, estruturais e defensivos.
Grupo Toky (TOKY3) aprova grupamento na proporção de 20 para 1
A operação tem como objetivo o enquadramento da cotação das ações de emissão da companhia em valor igual ou superior a R$ 1,00 por unidade.
Tupy (TUPY3) contrata financiamento junto ao BNDES no valor de R$ 600 milhões
As operações possuem o prazo total de 60 meses.
Preços dos combustíveis no Brasil diminuem levemente a ampla diferença abaixo da paridade internacional, diz Abicom
Petrobras (PETR3;PETR4) anunciou há 61 dias reajuste dos preços da gasolina. Sobre o diesel, a estatal reajustou os preços há 58 dias. A Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis publica o estudo diariamente, de segunda a sexta, exceto em feriados.
- Diesel A S10 (média nacional): -67%, ou -R$ 2,18 (ontem: -69%, ou -R$ 2,26)
- Gasolina A (média nacional): -53%, ou -R$ 1,35 (ontem: -54%, ou -R$ 1,39)
Economia da Alemanha deve ter mostrado certa resiliência à guerra no 2º trimestre
A economia da Alemanha provavelmente cresceu de forma modesta no 2T26, apesar dos desafios decorrentes da guerra no Oriente Médio, já que o setor industrial permaneceu relativamente resiliente e os consumidores continuaram gastando, afirmou o banco central em um relatório mensal. A terceira maior economia do mundo vem se mantendo praticamente estagnada há anos, e a expectativa era de que 2026 fosse o ano de virada com um grande aumento nos gastos do governo impulsionando um boom de investimentos. No entanto, o impacto negativo da guerra, por meio dos custos mais elevados de energia e commodities, está neutralizando grande parte desse impulso, e economistas consultados pela Reuters preveem alta de apenas 0,1% na produção econômica nos três meses até junho em relação ao trimestre anterior. “O setor industrial está se beneficiando da demanda externa dinâmica e do crescimento das exportações”, afirmou o Bundesbank. “Os consumidores permaneceram relativamente imperturbáveis diante dos altos preços da energia e da perda de poder de compra associada, provavelmente mantendo seus gastos com consumo pelo menos estáveis”, acrescentou o banco central. A Alemanha também pode ter recebido alguns impulsos pontuais. A escassez de commodities e bens intermediários provavelmente afetou mais alguns dos principais rivais asiáticos, enquanto as expectativas de escassez no futuro podem ter incentivado alguns clientes a antecipar suas compras. “Desde que a situação no Oriente Médio não se agrave ainda mais, a pressão causada pela guerra poderá ser menos severa no terceiro trimestre do que o nível médio observado no segundo trimestre”, acrescentou o Bundesbank. Ainda assim, o quadro geral está longe de ser otimista, já que os fatores pontuais provavelmente desaparecerão e a guerra continuará sendo um empecilho, sugerindo que o crescimento geral será mais fraco, afirmou o banco central. (Reuters)
Futuros do petróleo em mais um dia de queda: WTI perde 1,79%, a US$ 81,13; e Brent cai 2,13%, a US$ 86,48
A commodity reage novamente ao esfriamento das hostilidades entre EUA e Irã no Oriente Médio. Ontem, ambas as referências perderam em torno de 8% e as esperanças de novos entendimentos entre os dois países fazem novamente os preços recuarem.
Bolsas da Europa operam sem forças nesta manhã
As ações europeias seguem estáveis hoje, com a queda global no setor de tecnologia sendo contrabalançada por altas impulsionadas pelos resultados financeiros das empresas de luxo e de bens de consumo, enquanto a queda nos preços do petróleo proporcionava um apoio adicional. O ânimo dos investidores foi afetado por uma reportagem publicada na segunda-feira pelo The Information, informando que a China começou a fabricar máquinas de litografia por imersão em ultravioleta profundo desenvolvidas internamente — uma tecnologia essencial para a fabricação de chips, há muito dominada pela fabricante holandesa de equipamentos ASML. A reportagem provocou uma queda nas ações de semicondutores, com as fabricantes de chips dos EUA fechando em baixa durante a madrugada e suas contrapartes asiáticas também recuando na terça-feira. As ações da ASML caíam 2% no início do pregão europeu na terça-feira. Os investidores também aguardam os resultados financeiros das principais empresas de tecnologia dos EUA nesta semana, em busca de indícios sobre a sustentabilidade da alta do mercado impulsionada pela inteligência artificial. O Federal Reserve anunciará sua decisão de política monetária na quarta-feira (29).
- STOXX 600: +0,07%
- DAX (Alemanha): +0,03%
- FTSE 100 (Reino Unido): +0,41%
- CAC 40 (França): +0,19%
- FTSE MIB (Itália): -0,13%
Bolsas da Ásia ficam mistos, índice Kospi tomba quase 11% e é suspenso temporariamente
Movimento ocorre em meio a uma forte liquidação de ações de fabricantes de chips.
- Shanghai SE (China), -1,16%
- Nikkei (Japão): -3,83%
- Hang Seng Index (Hong Kong): +0,41%
- Nifty 50 (Índia): -0,05%
- ASX 200 (Austrália): +0,60%
EUA: índices futuros operam mistos
Os índices futuros de Nova York estão oscilantes, exatamente como fecharam na véspera. As ações do setor de semicondutores caíram mais uma vez, com os investidores se preparando para uma semana importante de balanços das megaempresas e para a decisão sobre as taxas de juros do Federal Reserve, amanhã. O cenário impõe, portanto, cautela. “Nossa recomendação é de que não haja mudanças nas taxas de juros”, disse Padhraic Garvey, chefe regional de pesquisa para as Américas do ING, em um comunicado reproduzido pela CNBC. “Consideramos as expectativas de inflação suficientemente controladas para nos deixar tranquilos. Além disso, a estrutura da curva de juros não indica um ciclo de alta das taxas. Especificamente, o título de 5 anos está com patamar elevado em relação à curva”.
- Dow Jones Futuro: +0,27%
- S&P 500 Futuro: -0,11%
- Nasdaq Futuro: -0,87%
Abertura dos mercados
O mercado nacional deve acompanhar hoje dados da Petrobras (PETR4) e do IPCA-15, enquanto preocupações com a concorrência chinesa e o financiamento do boom da inteligência artificial afetavam o humor no exterior e levavam investidores a evitar ações de fabricantes de chips. O IBGE divulga às 9h os dados de juho do IPCA-15, com expectativas em pesquisa da Reuters de altas de 0,20% no mês e de 4,67% em 12 meses. Já a Petrobras apresenta após o fechamento do mercado seu relatório de produção e vendas do 2T26. O presidente Lula tem reunião pela manhã com diversos ministros, incluindo da Casa Civil, da Fazenda, do Desenvolvimento e do Planejamento, além dos presidentes do Banco do Brasil (BBAS3), do BNDES e da Caixa. Em seguida, viaja para o Rio de Janeiro. No exterior, também pesa o aumento das chances de uma alta dos juros nos EUA já nesta semana, quando o Federal Reserve anunciar sua decisão de política monetária. Os mercados precificavam uma probabilidade de cerca de 35% de que o Fed eleve os juros em 25 pontos-base na quarta-feira (29). Os futuros do petróleo Brent ampliavam a queda de quase 9% registrada na véspera, uma vez que uma trégua nas hostilidades entre os EUA e o Irã continuava após a suspensão repentina dos ataques aéreos por Washington no sábado. (Reuters)
Principais índices em Nova York fecharam ontem de forma mista
Investidores em Wall Street ganharam ânimo diante do alívio visto com a pausa das agressões entre EUA e Irã no Oriente Médio. O petróleo, assim, desabou na casa dos 8%. Mas a semana ainda guarda a decisão de juros do Federal Reserve, na quarta-feira, com alguma possibilidade de alta. E os investidores ainda estão de olho nos balanços trimestrais, em especial das empresas do setor de Inteligência Artificial. “O maior risco é a continuidade dos gastos”, disse à CNBC Ken Mahoney, CEO da Mahoney Asset Management. “E o problema é que, se eles ouvirem os acionistas e reduzirem um pouco esses gastos, ou diminuírem o crescimento deles, o resto do mercado não vai gostar.Então, é como uma gangorra”, disse ele.
| Dia (%) | Pontos (pts) | |
| Dow Jones | +0,51 | 52.209,69 |
| S&P 500 | +0,02 | 7.413,23 |
| Nasdaq | -0,18 | 24.932,08 |
DIs: juros futuros fecharam ontem com quedas por toda a curva
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F27 | 13,900 | -0,060 |
| DI1F28 | 14,015 | -0,150 |
| DI1F29 | 14,310 | -0,145 |
| DI1F31 | 14,545 | -0,080 |
| DI1F32 | 14,615 | -0,065 |
| DI1F33 | 14,650 | -0,040 |
| DI1F34 | 14,655 | -0,045 |
| DI1F35 | 14,675 | -0,010 |
Dólar comercial terminou ontem com alta de 0,60%, próximo da máxima do dia
O dólar comercial voltou a subir frente ao real, após a baixa curta da sexta (24). O movimento foi na mesma direção da moeda norte-americana ante outras divisas de países emergentes, com o DXY, o índice dólar, com mais 0,04%, aos 101,51 pontos.
- Venda: R$ 5,112
- Compra: R$ 5,112
- Mínima: R$ 5,076
- Máxima: R$ 5,113
Maiores baixas, altas e mais negociadas de ontem
Maiores baixas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| PRIO3 | -5,29 | 55,71 |
| RECV3 | -3,31 | 10,24 |
| PETR3 | -3,15 | 46,05 |
| PETR4 | -2,84 | 41,01 |
| CXSE3 | -2,59 | 20,72 |
Maiores altas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| MBRF3 | 7,08 | 15,89 |
| TOTS3 | 6,95 | 29,38 |
| CSNA3 | 6,53 | 5,71 |
| EMBJ3 | 5,33 | 86,90 |
| MRVE3 | 4,71 | 4,67 |
Mais negociadas
| Negócios | Dia (%) | |
| PETR4 | 69.644 | -2,84 |
| WEGE3 | 32.314 | 0,89 |
| RAIL3 | 29.543 | 1,69 |
| ITSA4 | 28.437 | 2,01 |
| VALE3 | 26.822 | 0,60 |
Ibovespa terminou ontem com alta de 0,74%, aos 175.334,46 pontos
- Máxima: 175.555,23
- Mínima: 174.048,13
- Diferença para a abertura: +2.292,51 pontos
- Volume: R$ 19,90 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (27): +0,74%
- Semana: +0,74%
- Julho: +1,92%
- 3T26: +1,92%
- 2026: +8,82%
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