Ibovespa Hoje Ao Vivo: Confira o que movimenta Bolsa, Dólar e Juros nesta terça

Ibovespa hoje

Confira as últimas dos mercados

update 8h38

Trump Media, dona da rede social Truth Social, tem prejuízo de US$ 238 mi no 2T

Empresa do presidente americano aprofunda perdas após anunciar plano de venda de acesso rápido a publicações do republicano capazes de afetar os preços dos ativos.
update 8h35

Fitch mantém rating “BBB-” da Índia por crescimento robusto

A agência de recomendação de crédito Fitch confirmou nesta terça-feira o rating soberano da Índia em “BBB-”, citando um crescimento robusto contrabalançado por indicadores fiscais ainda fracos, que, segundo a agência, podem sofrer pressão devido às crescentes preocupações com o desemprego entre os jovens. A Fitch afirmou que a estabilidade macroeconômica e a crescente credibilidade das políticas econômicas sustentarão o crescimento da Índia, apesar dos desafios macroeconômicos de curto prazo decorrentes do choque de energia causado pelo conflito no Oriente Médio. A Fitch mantém o rating da Índia em “BBB-” desde 2006, enquanto a Moody’s mantém “Baa3” desde junho de 2020. Já a S&P Global Ratings elevou a classificação da Índia em um nível, para “BBB”, no ano passado. A agência estima que a economia da Índia crescerá 6,4% em termos reais no ano financeiro de 2027, uma expansão mais fraca do que a taxa média dos três anos anteriores, mas ainda bem acima da mediana em sua categoria de rating de crédito.

update 8h33

EUA oferecem R$ 79 mi à Colômbia após terremoto que matou mais de 100 pessoas

Os recursos serão destinados a abrigos emergenciais, alimentação, proteção e avaliação dos danos provocados pelo tremor.

update 8h30

Intel amplia oferta de ações ordinárias para US$ 20 bilhões

A Intel anunciou nesta terça-feira (11) a precificação de sua oferta pública subscrita de ações ordinárias, ampliando o montante da operação para US$ 20 bilhões – ante os US$ 15 bilhões anunciados inicialmente. A empresa definiu o preço de emissão em US$ 95 por ação, totalizando 210.526.315 papéis. Além do lote principal, a Intel concedeu aos subscritores uma opção de 30 dias para a aquisição de até 31.578.947 ações adicionais pelo mesmo preço unitário, descontadas as comissões. O encerramento da oferta está previsto para a quarta-feira, 12. Após a dedução de descontos, comissões e despesas estimadas, os recursos líquidos para a companhia devem somar cerca de US$ 19,7 bilhões. A Intel pretende destinar o montante para fins corporativos gerais, o que pode incluir despesas de capital e capital de giro. A empresa havia mencionado anteriormente uma forte demanda dos clientes, “impulsionada por investimentos sem precedentes em computação para inteligência artificial”.

update 8h27

Esperanças de acordo sobre Ormuz se esvaem enquanto Trump exige indenizações do Irã

A proposta de Trump, que não havia sido levantada anteriormente, foi uma resposta às exigências de Teerã por indenização e pelo fim das sanções.

update 8h24

BC da Austrália mantém taxa básica de juros em 4,35% ao ano e alerta para a inflação

O banco central da Austrália (RBA) manteve a taxa básica de juros em 4,35% ao ano nesta terça-feira, em decisão unânime. Em comunicado, o RBA informou que, embora o impacto do conflito no Oriente Médio sobre a inflação tenha sido, até o momento, menor do que o esperado, a inflação cheia permanece muito elevada. Segundo a instituição, as medidas de curto prazo para as expectativas de inflação arrefeceram, mas permanecem em níveis mais altos do que no início do ano. “Persistem incertezas elevadas quanto às perspectivas para a atividade econômica interna e a inflação. A resolução do conflito no Oriente Médio permanece incerta, e existem cenários em que a inflação poderia ser mais alta e a atividade econômica mais baixa do que o projetado”, disse o RBA, ao mencionar que a expansão historicamente baixa da produtividade continua a limitar o crescimento potencial.

update 8h23

BTG Pactual (BPAC11) tem alta de 22,2% no lucro no 2º trimestre

O resultado foi acompanhado por receitas de R$ 10,4 bilhões, crescimento de 4% ante o 1T26 e de 15,9% em um ano.

update 8h21

Barris de petróleo viram para queda e minério de ferro sobe 1%

Os preços do petróleo recuam em meio ao arrefecimento das esperanças de um acordo entre os EUA e o Irã para encerrar a guerra e reabrir o Estreito de Ormuz, após Trump exigir indenização pelos danos causados ​​aos EUA. As cotações do minério de ferro na China fecharam em alta, impulsionadas pela redução da oferta no curto prazo e pelo aumento dos custos de frete.

  • Petróleo WTI, -0,11%, a US$ 82,04 o barril
  • Petróleo Brent, -0,46%, a US$ 87,32 o barril
  • Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, +1,07%, a 707,50 iuanes (US$ 104,85)
update 8h18

Bolsas da Ásia encerram dia com perdas

As ações da China continental e de Hong Kong encerraram em queda nesta terça-feira, à medida que os investidores reavaliavam as perspectivas de um fim ao conflito entre os EUA e o Irã, que tem impulsionado os preços globais do petróleo. No fechamento, o índice de Xangai teve queda de 0,8% e encerrou uma sequência de cinco pregões de alta, enquanto o índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, também recuou 0,8%. O índice Hang Seng, de Hong Kong, caiu 1,1%. O presidente dos EUA, Donald Trump, respondeu na segunda-feira às condições do Irã para um acordo de paz com suas próprias exigências de que o Irã pague indenização pelas pessoas mortas em guerras, ataques e protestos, em uma escalada retórica que provavelmente complicará os esforços para reabrir o Estreito de Ormuz.

  • Shanghai SE (China), -0,82%
  • Nikkei (Japão): fechado por feriado
  • Hang Seng Index (Hong Kong): -1,10%
  • Nifty 50 (Índia): -0,46%
  • ASX 200 (Austrália): -0,15%
update 8h15

Europa: bolsas operam sem força

As ações europeias apresentam um desempenho moderado nesta terça-feira, com a alta dos preços do petróleo após os esforços para pôr fim ao conflito entre os EUA e o Irã terem chegado a um impasse, enquanto os investidores aguardavam uma série de dados econômicos a ser divulgada no final desta semana em busca de novas pistas sobre o crescimento e as perspectivas para as taxas de juros. O índice pan-europeu STOXX 600 está praticamente inalterado em 659,84, oscilando entre ganhos e perdas modestas perto das máximas históricas alcançadas no início deste mês. O aumento dos preços da energia sustentava as ações do setor de petróleo e gás, mas as preocupações de que uma interrupção prolongada no Estreito de Ormuz pudesse alimentar a inflação e obscurecer as perspectivas de flexibilização monetária mantinham o apetite pelo risco sob controle.

  • STOXX 600: +0,07%
  • DAX (Alemanha): -0,06%
  • FTSE 100 (Reino Unido): +0,07%
  • CAC 40 (França): -0,18%
  • FTSE MIB (Itália): +0,01%
update 8h12

EUA: índices futuros operam entre perdas e ganhos

Os índices futuros dos EUA operam de forma mista nesta terça-feira (11), com a alta dos preços do petróleo reacendendo as preocupações com a inflação, um dia antes da divulgação do índice de preços ao consumidor (CPI) nos EUA. As novas exigências do presidente dos EUA, Donald Trump, em relação ao Irã obscureceram as perspectivas de um acordo para reabrir o Estreito de Ormuz, elevando o preço do petróleo bruto pelo quinto dia consecutivo e reacendendo os temores de inflação. O CPI, previsto para ser divulgado na quarta-feira, é o principal foco da semana e pode oferecer novos sinais sobre a trajetória das taxas de juros do Federal Reserve (Fed), após os dados de emprego da semana passada, mais fracos do que o esperado, terem moderado as apostas de um aumento imediato.

  • Dow Jones Futuro: -0,04%
  • S&P 500 Futuro: +0,10%
  • Nasdaq Futuro: +0,26%
update 8h10

Inflação acelera em três das sete capitais componentes do IPC-S

O IPC-S da primeira quadrissemana de agosto de 2026 caiu 0,05%, resultado acima do registrado na última divulgação. Com este resultado, o indicador acumula variação de 4,27% nos últimos 12 meses.

 

update 8h09

Ata/Copom: o cenário atual, caracterizado por significativo aumento da incerteza, desancoragem das expectativas e riscos elevados em torno do cenário base, demanda serenidade e cautela na condução da política monetária

O Comitê diz que seguirá incorporando novas informações e acompanhando a evolução do cenário de forma a manter a restrição adequada para assegurar a convergência da inflação à meta.

update 8h07

Ata/Copom: O Copom decidiu reduzir a taxa básica de juros para 14,00% a.a., e entende que essa decisão é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta ao longo do horizonte relevante

Segundo o BC, sem prejuízo de seu objetivo fundamental de assegurar a estabilidade de preços, essa decisão também implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego.

update 8h07

Ata/Copom: No contexto atual de incerteza em níveis historicamente elevados, com riscos assimétricos na direção altista para os preços, o Comitê reitera que a magnitude do ciclo de calibração será ajustada à luz da evolução do cenário, de forma a manter a restrição adequada para assegurar a convergência da inflação à meta

update 8h06

Ata/Copom: Embora a política monetária esteja contribuindo de forma determinante para o processo de desinflação, a inflação permanece pressionada pela demanda, exigindo que a política monetária mantenha caráter restritivo

update 8h06

Ata/Copom: Os riscos para a inflação, tanto de alta quanto de baixa, permanecem mais elevados que o usual, com assimetria altista

update 8h05

Ata/Copom: em um ambiente de expectativas desancoradas, como é o caso do atual, exige-se uma restrição monetária maior e por mais tempo do que outrora seria apropriado

update 8h05

Ata/Copom: As expectativas de inflação, medidas por diferentes instrumentos e obtidas de diferentes grupos de agentes permanecem acima da meta de inflação em todos os horizontes

O Comitê monitora com atenção a desancoragem adicional das expectativas de inflação para prazos mais longos e tem debatido as possíveis causas desse movimento das expectativas.

update 8h04

Ata/Copom: O Comitê reafirma a visão de que o esmorecimento no esforço de reformas estruturais e disciplina fiscal, o aumento de crédito direcionado e as incertezas sobre a estabilização da dívida pública têm o potencial de elevar a taxa de juros neutra da economia

O Comitê mantém a firme convicção de que as políticas devem ser previsíveis, críveis e anticíclicas. Em particular, o debate do Comitê reforça, novamente, a necessidade de políticas fiscal e monetária harmoniosas.

update 8h03

Ata/Copom: Naturalmente, em momentos de inflexão no ciclo econômico, observam-se sinais mistos advindos de indicadores econômicos

O Comitê relembra que o arrefecimento da demanda agregada é um elemento essencial do processo de reequilíbrio entre oferta e demanda da economia e convergência da inflação à meta.

update 8h03

Ata/Copom: Em relação ao cenário doméstico, o conjunto dos indicadores divulgados desde a última reunião sugere uma moderação gradual da atividade econômica

De acordo com o BC, nas divulgações mais recentes, a inflação cheia desacelerou, porém ainda acima do limite superior da meta, enquanto as medidas subjacentes desaceleraram para patamar ligeiramente abaixo do limite superior da meta.

update 8h02

Ata/Copom: o ambiente externo permanece incerto em função da indefinição acerca dos conflitos armados no Oriente Médio e da incerteza sobre a política monetária em algumas economias avançadas

Segundo o BC, tal cenário exige cautela por parte de países emergentes em ambiente marcado por elevação da volatilidade de preços de ativos e commodities.

update 8h01

Abertura de mercados

As atenções dos investidores nacionais se voltam nesta terça-feira para a ata do Banco Central e para os cenários inflacionários e eleitoral, além de nova série de balanços corporativos. O mercado buscará indicações na ata da última reunião do Copom que o BC divulga às 8h, depois de ter cortado na semana passada a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, a 14,00% ao ano, deixando os próximos passos em aberto. Às 9h o IBGE divulga os dados de julho do IPCA, com expectativas em pesquisa da Reuters de variação positiva de 0,03% no mês e de alta de 4,40% em 12 meses. Já a Confederação Nacional do Transporte (CNT) apresenta às 11h pesquisa com o cenário da disputa para a Presidência. Entre os balanços corporativos, o BTG Pactual informou mais cedo um lucro líquido ajustado para o segundo trimestre de R$5,14 bilhões, crescimento de 22,6% sobre o mesmo período do ano passado. Após o fechamento do mercado anunciam seus números B3, Cury, Direcional, Taesa, Vamos e Pagbank. No exterior, os preços do petróleo subiam uma vez que as negociações entre Estados Unidos e Irã sobre um acordo de paz e a reabertura do Estreito de Ormuz chegaram a um impasse. Ao mesmo tempo, a incerteza em relação às perspectivas da inflação global limitava as ações mundiais. O presidente dos EUA, Donald Trump, respondeu na segunda-feira com suas próprias exigências às condições apresentadas por Teerã para um acordo de paz. Ele pediu que o Irã pague indenizações às pessoas mortas em guerras, ataques e protestos, o que pode complicar os esforços para reabrir a via marítima. (Reuters)

update 7h54

Principais índices em Nova York fecharam ontem com baixas

Investidores em Wall Street seguiram reticentes sobre EUA e Irã conseguirem um acordo que imprima algum tipo de normalidade no Oriente Médio, enquanto os preços do petróleo voltaram a subir. Isso acontece após o relatório de empregos nos EUA divulgado na sexta-feira ter tirado o peso de uma possível decisão do Federal Reserve por aumentar as taxas de juros, para não pressionar ainda mais o enfraquecido mercado de trabalho. O Fed agora pode se concentrar na inflação, dizem os analistas – e o CPI sai na quarta-feira (12).

Dia (%)Pontos
Dow Jones-0,1153.975,63
S&P 500-0,067.753,01
Nasdaq-0,3226.605,35
update 7h52

DIs: juros futuros fecharam ontem com altas por toda a curva, com exceção do vértice mais curto

Taxa (%)Variação (pts)
DI1F2713,740-0,005
DI1F2813,8350,045
DI1F2914,1000,065
DI1F3114,3750,100
DI1F3214,4500,085
DI1F3314,4950,105
DI1F3414,5050,090
DI1F3514,5200,100
update 7h50

Dólar comercial terminou ontem com alta de 0,53%

O dólar comercial volta a subir frente ao real, após três quedas seguidas. O movimento vai na mesma direção da moeda norte-americana ante outras divisas de países emergentes, com o DXY, o índice dólar, com mais 0,28%, aos 99,81 pontos.

  • Venda: R$ 5,111
  • Compra: R$ 5,110
  • Mínima: R$ 5,083
  • Máxima: R$ 5,120
update 7h48

Maiores baixas, maiores altas e mais negociadas de ontem

Maiores baixas

Dia (%)Valor (R$)
CSAN3-5,993,45
VAMO3-5,522,91
YDUQ3-5,287,54
HAPV3-4,3610,30
RADL3-4,1519,38

Maiores altas

Dia (%)Valor (R$)
PRIO36,6061,24
RECV34,9910,74
PETR43,3342,23
PETR33,3347,21
EMBJ32,3194,66

Mais negociadas

NegóciosDia (%)
PETR460.2793,33
EMBJ340.2142,31
PRIO339.0746,60
ITUB437.208-0,81
BBDC437.032-0,75
update 7h45

Ibovespa terminou ontem com baixa de 0,19%, aos 172.179,93 pontos

  • Máxima: 172.935,59
  • Mínima: 171.524,22
  • Diferença para a abertura: -333,49 pontos
  • Volume: R$ 18,90 bilhões

Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:

  • Segunda-feira (10): -0,19%
  • Semana: -0,19%
  • Agosto: -3,27%
  • 3T26: +0,09%
  • 2026: +6,86%

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