Ibovespa Futuro sobe com apresentação do balanço fiscal por Guilherme Mello no radar

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O Ibovespa Futuro opera em alta nesta sexta-feira (6), com investidores atentos ao balanço macrofiscal de 2025 e perspectivas para 2026, enquanto no exterior os temores relacionados à inteligência artificial continuava pesando no mercado. Às 9h07 (horário de Brasília), o contrato para fevereiro subia 0,51%, a 183.925 pontos.

A Secretaria ⁠de Política Econômica (SPE) ‍do Ministério da Fazenda revisou ligeiramente ‌para baixo, nesta sexta-feira, sua projeção para o crescimento econômico em 2026, revendo ‌para cima ‌a estimativa para a inflação ao consumidor no ano.

Relatório da SPE ‌projetou a alta do PIB neste ​ano em 2,3%, abaixo dos 2,4% estimados em novembro. A pasta ainda elevou de 2,2% para 2,3% a previsão de ​crescimento ⁠da ⁠atividade em 2025, dado que ‌será oficializado pelo IBGE apenas em março.

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Índices futuros dos EUA avançam

Cotado para assumir uma diretoria no Banco Central, o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Guilherme Mello, comenta os dados fiscais.

Enquanto isso, o presidente Luiz Inácio da Silva viaja a Salvador, onde participará de cerimônia de entrega de ambulâncias do Samu, além de equipamentos em unidade de saúde.

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, está de férias mas, segundo a assessoria de imprensa da pasta, irá para Salvador para agenda do partido.

No exterior, os mercados recuavam nesta sessão conforme as perdas em Wall Street se espalhavam pelo mundo, com a volatilidade atingindo metais preciosos e criptomoedas, enquanto temores relacionados à inteligência artificial pressionavam as ações.

A previsão de um total de gastos de US$600 bilhões em IA por Amazon, Microsoft, Google e Meta neste ano alimentou temores sobre o custo do boom da inteligência artificial, enquanto continuavam as preocupações sobre transtornos em setores como software e serviços de dados.

Em Wall Street, o Dow Jones Futuro subia 0,56%, Nasdaq Futuro subia 0,83% e o S&P 500 Futuro tinha alta de 0,67%.

Dólar, exterior e commodities

O dólar futuro para março — atualmente o mais líquido no Brasil — caía 0,82%, R$ 5,255.

Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam com baixa em sua maioria, acompanhando as perdas de Wall Street em meio à derrocada das ações de tecnologia.

As ações das empresas farmacêuticas japonesas despencaram após o presidente dos EUA, Donald Trump, lançar um site oferecendo medicamentos com desconto.

Os mercados europeus operam baixa, com investidores repercutindo uma semana intensa de resultados corporativos. Na quinta-feira, tanto o Banco da Inglaterra quanto o Banco Central Europeu (BCE) mantiveram as taxas de juros inalteradas. 

Os preços do petróleo operam em alta, com a atenção dos investidores voltada para as negociações entre EUA e Irã nesta sexta-feira.

As cotações do minério de ferro na China recuaram pela segunda sessão consecutiva, acompanhando uma ampla onda de vendas de commodities desencadeada por uma queda nas ações de tecnologia de Wall Street, com o contrato de Cingapura caindo abaixo de US$ 100 pela primeira vez desde novembro.

(Com Reuters)

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