
Ibovespa hoje
- AIE prevê maior contração na demanda global de petróleo com choque em Ormuz.
- A caminho de Pequim, Trump diz que pedirá a Xi que “abra” a China.
- Day trade hoje: confira o que esperar de mini dólar e mini-índice.
Confira as últimas dos mercados
Ataques aéreos israelenses matam 8 pessoas em rodovia ao sul de Beirute, diz Ministério da Saúde
Wärtsilä e Origem Energia firmam parceria em projetos de usinas com 371 MW no Brasil
O grupo finlandês de tecnologia Wärtsilä informou nesta quarta-feira que assinou dois contratos com a Origem Energia para o desenvolvimento de novos projetos de geração de energia de 371 MW, no Brasil. Os contratos abrangem o fornecimento de dois lotes de 18 motores de balanceamento Wärtsilä 34SG, totalizando 36 motores, com o primeiro lote de 18 motores registrado no primeiro trimestre deste ano e o segundo, de mais 18 motores, registrado já no segundo trimestre, disse a empresa, em comunicado. Os motores serão utilizados em empreendimentos garantidos pela Origem Energia no leilão de reserva de capacidade realizado pelo governo brasileiro em março, no maior certame da história do setor elétrico, que contratou uma série de usinas termelétricas e hidrelétricas para assegurar a segurança energética do país. A entrega dos equipamentos da Wärtsilä está programada para coincidir com o comissionamento das usinas Pilar e Pilar Nova, com início de operação previsto para outubro de 2028, e os projetos Manguaba I–V, com início de operação previsto para agosto de 2029.
Oi (OIBR3) adia novamente divulgação de balanços em meio à recuperação judicial
A auditoria segue sendo conduzida pela PwC, responsável pelos procedimentos de revisão e auditoria das demonstrações financeiras.
Guerra no Irã lança sombra sobre reunião de ministros das Relações Exteriores dos Brics em Nova Délhi
A guerra entre Estados Unidos e Israel contra o Irã deve lançar uma sombra sobre os dois dias de reuniões dos ministros das Relações Exteriores dos Brics, que começa em Nova Délhi na quinta-feira, testando a capacidade do bloco de chegar a uma posição unificada e produzir uma declaração conjunta. O grupo, que originalmente incluía Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, expandiu-se ao longo dos anos com a inclusão de Egito, Etiópia, Indonésia, Irã e Emirados Árabes Unidos. O Irã pediu à Índia, presidente dos Brics em 2026, que use a plataforma do grupo para criar um consenso condenando as ações dos EUA e de Israel no conflito do Golfo Pérsico. As principais diferenças surgiram entre o Irã e os Emirados Árabes Unidos, que estão em lados opostos da linha de frente em uma guerra lançada pelos EUA e Israel em 28 de fevereiro. O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araqchi, deve chegar no final desta quarta-feira para participar do encontro, que será realizado de 14 a 15 de maio. O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergey Lavrov, também deve participar da reunião.
Família controladora da Volkswagen exige reestruturação após queda no lucro
Os acionistas da família controladora da Volkswagen pressionaram a montadora a reformular seu modelo de negócios nesta quarta-feira, depois que os problemas contínuos da empresa alemã levaram a uma queda no lucro do primeiro trimestre de seu grupo controlador. A Porsche, holding da dinastia automotiva Porsche-Piech e maior investidora da Volkswagen, registrou uma queda de 21% no lucro ajustado após impostos de 382 milhões de euros (US$469 milhões) no período de janeiro a março. O grupo Porsche SE teve um prejuízo de 923 milhões de euros, devido a uma baixa contábil não monetária de 1,3 bilhão de euros sobre sua participação na Volkswagen, após um prejuízo de 1,1 bilhão de euros no ano passado. A Porsche SE está apostando em investimentos nas áreas de defesa e inteligência artificial, uma vez que suas principais participações no setor automotivo sofrem com a queda nos lucros em um mercado global afetado por tarifas, pela concorrência chinesa e por uma transição conturbada para os veículos elétricos.
Após reunião com Moraes, relator de Lei da Dosimetria diz estar ‘confiante’
Após o encontro, o deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP) afirmou que teve uma conversa “positiva” com o ministro e que tem a expectativa que a lei será validada.
Lula teve conversa “franca” com Trump e disse o que espera da exploração de minerais críticos, diz Durigan
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva teve uma conversa “franca” com o presidente norte-americano, Donald Trump, na última semana e que o brasileiro teria deixado claro quais são as expectativas do Brasil em relação aos minerais críticos, que interessam aos EUA. Em entrevista ao programa “Na Mesa com Datena”, da TV Brasil, veiculada na noite de terça-feira, Durigan afirmou que Lula e Trump abordaram três temas principais: a relação bilateral entre os países, com o presidente brasileiro demonstrando insatisfação com a tarifação recente aplicada pelos EUA; o combate ao crime organizado; e a exploração de minerais críticos no Brasil. Segundo o ministro, ao abordar a questão dos minerais críticos — um dos pontos de interesse dos EUA por sua importância na tecnologia moderna –, Lula defendeu a soberania do Brasil sobre seu território e a necessidade de a exploração dessas matérias-primas incentivar a industrialização do país. “Para que a gente canalize os investimentos estrangeiros, que a gente quer no Brasil”, pontuou Durigan.
Azzas 2154 (AZZA3): liminar mantém estrutura operacional e Jatahy no cargo de CBO
A decisão determina a manutenção da estrutura organizacional e do modelo operacional vigentes até 22 de abril de 2026 nas unidades de vestuário feminino e masculino.
Apesar do fim da ‘taxa das blusinhas’, ICMS sobre compras internacionais ainda vale
Medida foi anunciada pelo presidente Lula nesta terça-feira. Imposto estadual permanece.
Trump leva CEO da Nvidia em missão para “abrir mercado” na China
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que instaria Xi Jinping, da China, a “abrir o mercado” para as empresas americanas durante sua viagem para uma cúpula em Pequim nesta quarta-feira, e incluiu Jensen Huang, presidente-executivo da Nvidia, no grupo de CEOs que o acompanha, após uma parada no Alasca durante o trajeto. Trump inicia a primeira visita de um presidente dos EUA à China em quase uma década, ansioso por conquistar algumas vitórias econômicas e recuperar a popularidade abalada por sua guerra com o Irã. Enquanto Trump se preparava para a cerimônia repleta de pompa, seu principal negociador comercial, Scott Bessent, encerrou as negociações com autoridades chinesas na Coreia do Sul, com o objetivo de manter o frágil acordo comercial entre as duas maiores economias do mundo, firmado no ano passado. Os CEOs que acompanham Trump são oriundos principalmente de empresas que buscam resolver problemas comerciais com a China, como a Nvidia, que tem enfrentado dificuldades para obter autorização regulatória para vender seus potentes chips de inteligência artificial H200 no país. (Reuters)
Quaest: aprovação de Lula sobe para 46% com alívio entre independentes
Pesquisa mostra recuperação parcial da aprovação presidencial puxada por eleitores sem alinhamento político.
Lula aparece numericamente à frente de Flávio no 2º turno, mostra pesquisa Genial/Quaest
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva está numericamente à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em um potencial segundo turno da eleição presidencial de outubro, mostrou pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira, apontando manutenção do petista na liderança do primeiro turno. Lula aparece com 42% das intenções de voto no segundo turno, contra 41% do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, em um empate técnico, uma vez que a margem de erro é de 2 pontos percentuais. Na pesquisa Genial/Quaest de abril, Lula tinha 40% e Flávio 42%. Em simulação de primeiro turno, Lula aparece com 39% (eram 37% em abril) e Flávio Bolsonaro com 33% (32% na pesquisa anterior). Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo) estão empatados com 4%, seguidos por Renan Santos (Missão), com 2%; Augusto Cury (Avante) com 1%; Cabo Daciolo (Mobiliza) com 1% e Samara Martins (UP), também com 1%. A pesquisa Genial/Quaest ouviu 2.004 pessoas entre os dias 8 e 11 de maio.
Barris de petróleo operam mistos e minério de ferro avança
Os preços do petróleo operam de forma mista após subirem quase 8% nas últimos três pregões, enquanto uma solução para a guerra no Irã permanece incerta, com as exportações iranianas sofrendo ainda mais pressão devido ao bloqueio naval dos EUA no Estreito de Ormuz. As cotações do minério de ferro na China fecharam em alta, com investidores avaliando a oferta mais restrita decorrente da redução dos embarques da Austrália e do Brasil em contraposição à fraca demanda interna por aço na China.
- Petróleo WTI, -0,10%, a US$ 102,09 o barril
- Petróleo Brent, +0,19%, a US$ 108,00 o barril
- Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, +0,31%, a 820 iuanes (US$ 120,73)
Mercados da Ásia encerram dia de forma mista
Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam sem direção única, enquanto investidores analisavam a inflação de abril mais alta do que o esperado, em meio a preocupações com a alta dos preços do petróleo e o conflito em curso no Oriente Médio. Os investidores também estarão atentos aos desdobramentos relacionados ao próximo encontro entre Trump e o presidente chinês Xi Jinping, onde se espera que o comércio seja discutido.
- Shanghai SE (China), +0,67%
- Nikkei (Japão): +0,84%
- Hang Seng Index (Hong Kong): +0,15%
- Nifty 50 (Índia): +0,59%
- ASX 200 (Austrália): -0,46%
Bolsas da Europa operam na maioria em alta
Os mercados europeus operam em alta, apagando parte das perdas da véspera, enquanto os rendimentos dos títulos do governo britânico recuavam depois que o primeiro-ministro Keir Starmer ignorou os apelos para renunciar ao cargo. Starmer afirmou em sua reunião semanal de gabinete na terça-feira que não renunciaria ao cargo após o fraco desempenho do Partido Trabalhista nas eleições locais da semana passada.
- STOXX 600: +0,39%
- DAX (Alemanha): +0,79%
- FTSE 100 (Reino Unido): +0,11%
- CAC 40 (França): -0,37%
- FTSE MIB (Itália): +0,50%
EUA: índices futuros começam dia de forma mista
Os índices futuros dos EUA operam sem direção única nesta quarta-feira (13), com recuperação das ações de tecnologia, enquanto investidores se preparavam para a próxima rodada de dados de inflação e aguardam atualizações sobre as negociações entre EUA e Irã, além da viagem do presidente Trump à China. Futuros do S&P 500 subiam 0,33% e os futuros do Nasdaq 100 avançavam 0,91%. Os contratos futuros atrelados ao Índice Dow Jones Industrial Average recuavam 0,07%. Os investidores americanos aguardam ansiosamente o índice de preços ao produtor de abril. Economistas consultados pela LSEG esperam um aumento de 0,5% no mês e de 4,9% na base anual.
- Dow Jones Futuro: -0,27%
- S&P 500 Futuro: +0,22%
- Nasdaq Futuro: +0,73%
Abertura de mercados
O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e notícias corporativas e sobre a eleição devem ficar no radar nesta quarta-feira, enquanto no exterior as expectativas de um acordo de paz entre Estados Unidos e Irã seguem perdendo força. Pesquisa Genial Quaest sobre a corrida presidencial será divulgada às 8h, enquanto Galípolo discursa, às 9h, na abertura da Conferência Anual do Banco Central. Após o fechamento dos mercados, divulgam seus resultados Banco do Brasil, Braskem, CSN, Eneva e SLC Agrícola. No exterior, os mercados se recuperavam das perdas da sessão anterior, e o preço do petróleo recuava levemente em relação a máximas recentes, mesmo com a diminuição das expectativas de um acordo de paz entre os Estados Unidos e o Irã. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi à China nesta quarta-feira para uma cúpula com o presidente Xi Jinping, dizendo que não espera precisar da ajuda de Pequim para acabar com a guerra com o Irã e aliviar o controle de Teerã sobre o Estreito de Ormuz. (Reuters)
Principais índices em Nova York terminaram sessão de ontem de forma mista
Investidores em Wall Street viram o humor azedar após a divulgação do índice de preços ao consumidor (CPI) de abril, novamente impactado pela guerra no Oriente Médio. Este CPI “marca a segunda leitura consecutiva acima de 3%, sugerindo que a inflação está voltando com força, impulsionada principalmente pelos preços persistentemente altos do petróleo, que dominarão o cenário inflacionário pelo resto do ano, à medida que o conflito continua a se desenrolar no Oriente Médio”, disse à CNBC Skyler Weinand, diretor de investimentos da Regan Capital. “Não é como uma avalanche, mas sim um movimento constante para cima”, disse também à CNBC Thomas Martin, gestor sênior de portfólio da Globalt Investments, acrescentando que a inflação “vai continuar aumentando” quanto mais tempo durar o conflito no Oriente Médio, em meio à falta de progresso nas negociações entre os EUA e o Irã. “Com o aumento dos preços da gasolina e de outros produtos, a situação vai piorar para cada vez mais pessoas, então o cenário é de dificuldades contínuas para o consumidor”, afirmou.
| Dia (%) | Pontos | |
| Dow Jones | 0,11 | 49.760,56 |
| S&P 500 | -0,16 | 7.401,03 |
| Nasdaq | -0,71 | 26.088,20 |
DIs: juros futuros terminaram ontem com altas por toda a curva
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F27 | 14,115 | 0,010 |
| DI1F28 | 13,810 | 0,045 |
| DI1F29 | 13,750 | 0,055 |
| DI1F31 | 13,815 | 0,050 |
| DI1F32 | 13,875 | 0,055 |
| DI1F33 | 13,885 | 0,040 |
| DI1F34 | 13,885 | 0,030 |
| DI1F35 | 13,890 | 0,040 |
Dólar comercial fechou ontem com alta de 0,09%
O dólar comercial voltou a subir diante do real, após duas quedas seguidas. O movimento foi na mesma direção da divisa norte-americana no resto do planeta, que na comparação com as principais moedas do mundo fez o índice DXY ficar com mais 0,33%, aos 98,27 pontos.
- Venda: R$ 4,896
- Compra: R$ 4,895
- Mínima: R$ 4,889
- Máxima: R$ 4,916
Maiores baixas, altas e mais negociadas de ontem
Maiores baixas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| NATU3 | -5,62 | 9,91 |
| YDUQ3 | -4,03 | 10,25 |
| AZZA3 | -3,29 | 19,40 |
| CSAN3 | -3,22 | 4,81 |
| SBSP3 | -2,86 | 29,55 |
Maiores altas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| BRKM5 | 29,02 | 11,87 |
| HAPV3 | 9,27 | 12,50 |
| DIRR3 | 3,50 | 13,30 |
| MGLU3 | 3,32 | 7,16 |
| SMFT3 | 1,75 | 19,74 |
Mais negociadas
| Negócios | Dia (%) | |
| PETR4 | 88.415 | -1,62 |
| ITUB4 | 64.936 | -1,14 |
| HAPV3 | 41.902 | 9,27 |
| SBSP3 | 41.650 | -2,86 |
| ITSA4 | 41.520 | -1,66 |
Ibovespa terminou ontem com queda de 0,86%, aos 180.342,33 pontos
- Máxima: 181.896,57
- Mínima: 179.938,70
- Diferença para a abertura: -1.566,54 pontos
- Volume: R$ 29,10 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (11): -1,19%
- Terça-feira (12): -0,86%
- Semana: -2,05%
- Maio: -3,72%
- 2T26: -3,80%
- 2026: +11,93%
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