
Ibovespa hoje
- Ibovespa futuro oscila aos 172,6 mil pontos, dólar comercial avança a R$ 5,09 e juros futuros avançam.
- Prévia do PIB, IBC-Br avança 0,5% em abril, um pouco abaixo do esperado.
- Trump: memorando com Irã não é definitivo; “se eu não gostar, voltaremos a disparar”.
- Líderes do G7 exigem cessar-fogo no Líbano e acolhem com satisfação acordo com Irã.
- Day trade hoje: confira o que esperar de mini dólar e mini-índice.
Confira as últimas dos mercados
IBC-Br de abril: dado refletiu, sobretudo, a recuperação da atividade após a retração observada em março, diz economista
Grupo de Taiwan compra 65 mil t de milho do Brasil, dizem traders
O grupo de compras Mfig, de Taiwan, adquiriu cerca de 65 mil toneladas métricas de milho para ração animal, que deverão ser provenientes do Brasil, em uma licitação internacional realizada na quarta-feira, segundo informaram operadores europeus. O milho foi adquirido com um prêmio estimado de 220,44 centavos de dólar por bushel, incluindo custo e frete (c&f), em relação ao contrato de milho de dezembro de 2026 da bolsa de Chicago, informaram eles. Acredita-se que o vendedor tenha sido a trading CJ International. A remessa deve ser efetivada em 14 de agosto e 2 de setembro, caso o milho seja proveniente da costa do Golfo dos EUA, do Brasil ou da Argentina, informaram os operadores. A licitação foi dominada pelo milho brasileiro, com cinco empresas comerciais oferecendo, cada uma, 65 mil toneladas e uma oferecendo 58 mil toneladas de milho.
Ibovespa futuro avança 0,45%, aos 173.590 pontos
Lula tenta destravar palanques de aliados e grava vídeos com pré-candidatos
Presidente deverá ter agendas voltadas à gravação desses vídeos para aliados nos estados a partir do dia 4 de julho.
Vivara (VIVA3): XP reduz preço-alvo, mas mantém recomendação de compra; veja valor
A XP atualizou o modelo para incorporar os resultados do 1T26 de Vivara (VIVA3), as premissas macroeconômicas revisadas e as maiores despesas com vendas, gerais e administrativas (SG&A) após o Ebitda abaixo do esperado no período, juntamente com os impactos preliminares da nova legislação trabalhista que será aprovada em breve. A casa reduziu as estimativas de Ebitda ajustado (excluindo IFRS) e lucro líquido em 5-7% e 6,5-12%, respectivamente, para 2026-27, e diminuiu preço-alvo para R$ 35,00, de R$ 38,00. Apesar disso, mantém recomendação de compra, pois espera que 2026 demonstre a resiliência do negócio, com sólidos indicadores operacionais mesmo sob uma “tempestade perfeita” de pressão de custos, concorrência acirrada no setor de seguros de vida e menor poder de compra do consumidor; a nova equipe de gestão ainda está nos estágios iniciais de implementação de melhorias operacionais; e as ações são negociadas a uma avaliação atrativa (P/L de 7,5-6x em 2026-27).
Petrobras: “combinação rara” traz oportunidade de compra após queda, diz JPMorgan
Banco mantém recomendação overweight e vê potencial de valorização de mais de 30%, sustentado por ativos de classe mundial no pré-sal e forte disciplina de capital.
Cosan diz que Radar vendeu 12% do portfólio de áreas agrícolas por R$1,85 bi
A Cosan comunicou nesta quarta-feira que a Radar firmou acordo para a venda de 12% do seu portfólio total de propriedades agrícolas por R$1,85 bilhão. Os imóveis, de acordo com a Cosan, estão localizados em Mato Grosso e compreendem uma área total de 41.214 hectares, destinados ao cultivo de soja, milho e algodão. A empresa disse que o montante referente à sua participação soma aproximadamente R$586 milhões.
Índice EWZ sobe 0,26% na pré-abertura
Ibovespa futuro renova máxima, com +0,27%, aos 173.265 pontos
DIs: juros futuros avançam por toda a curva
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F27 | 14,260 | 0,035 |
| DI1F28 | 14,455 | 0,243 |
| DI1F29 | 14,440 | 0,243 |
| DI1F31 | 14,340 | 0,385 |
| DI1F32 | 14,325 | 0,350 |
| DI1F33 | 14,295 | 0,316 |
| DI1F35 | 14,225 | 0,282 |
DXY: índice dólar apresenta alta de 0,14%, a R$ 99,68 pontos
Dólar comercial abre em alta de 0,09%, cotado a R$ 5,090 na compra e a R$ 5,091 na venda
Ibovespa futuro vira para queda de 0,02%, aos 172.780 pontos
Mini-índice com vencimento em junho de 2026 (WINM26) abre dia com alta de 0,05%, aos 169.560 pontos
Minidólar com vencimento em julho (WDON26) começa o dia com alta de 0,02%, cotado a 5.107,00
Bitcoin Futuro (BITFUT) abre dia com menos 1,74%, aos 331.240,00
Dólar futuro abre em alta de 0,08%, cotado aos 5.110,00 pontos
Ibovespa futuro abre em alta de 0,12%, cotado aos 173.010 pontos
Índice de Atividade Econômica IBC-BR sobe 0,50% em abril sobre mês anterior; expectativa da Reuters era de +0,60%
Arena Trader XP: Day Trade ao vivo com Giba Coelho
HSBC Brasil quer chegar a top 10 do banco no mundo, diz CEO
O HSBC Brasil aposta no ritmo recente de crescimento de suas receitas para ganhar relevância no resultado global do grupo, afirmou o presidente-executivo da instituição, Alexandre Guião. “Nós queremos ser top 10, nós queremos continuar crescendo para ser um país cada vez mais relevante”, disse o executivo em entrevista à Reuters, citando que a operação brasileira já figura no top 20 do HSBC que está presente em 55 países. Ele não definiu um prazo para tal ascensão, mas destacou que nos primeiros cinco meses de 2026 o banco já registra um crescimento de 39% na receita, após fechar 2025 com aumento de 20% ante 2024, que já havia registrado uma alta de 12% frente a 2023. E ressaltou ainda que essa expansão é significativamente maior quando consideradas as operações originadas no país, mas contabilizadas no exterior.
CME/FedWatch: projeção de manutenção dos juros nos EUA para hoje está em 99%
| 17/06 | 29/07 | |
| 3,75%-4,00% | 0,4% | 8,9% |
| 3,75%-3,50% | 99,6% | 91% |
| 3,50%-3,25% | – | – |
China defende que mais vozes do Sul Global sejam ouvidas nas Nações Unidas
Os mercados emergentes sofrem com uma representação inadequada nas Nações Unidas, cuja autoridade é cada vez mais contestada pelo agravamento das disputas políticas e econômicas em todo o mundo, afirmou nesta quarta-feira o ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi. Os comentários, que incluíram uma breve menção aos conflitos no Oriente Médio e na Ucrânia, mas poucos detalhes, foram feitos em uma rara coletiva de imprensa em Pequim para o lançamento de um livro branco que delineia maneiras de tornar a governança global mais justa e equitativa. “Os países, sejam grandes ou pequenos, fortes ou fracos, desenvolvidos ou em desenvolvimento, são membros iguais da comunidade internacional”, afirmou Wang, pedindo que mais vozes do Sul Global sejam ouvidas.
B3 (B3SA3) registra alta de 16,8% no volume negociado em maio
O número de investidores ficou em 5,662 milhões, alta anual de 6,1%.
PRIO (PRIO3) anuncia abertura do quarto poço produtor no Campo de Wahoo
Conforme anunciado anteriormente, a produção total de Wahoo será limitada a 40 mil barris de óleo por dia.
Guerra de Trump contra Irã pesa sobre economias do G7, mas não deve haver conversas duras na França
O aumento da inflação e um salto de 30% nos preços do petróleo estão prejudicando o crescimento global, mas é improvável que os líderes das principais economias mundiais culpem o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pela desaceleração provocada pela guerra quando se reunirem na França para discutir a economia nesta quarta-feira. Os líderes do G7, já abalados pelas tarifas dos EUA e pelos conflitos em torno da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) e da Groenlândia, criticaram publicamente a decisão de Trump de não consultá-los antes de EUA e Israel iniciarem a guerra contra o Irã no final de fevereiro, ao mesmo tempo em que alertaram sobre as prováveis repercussões econômicas. EUA e Irã anunciaram no fim de semana que haviam chegado a um acordo para cessar os combates e reabrir o Estreito de Ormuz, o que provocou uma onda de otimismo nos mercados globais.Mas o impacto da guerra na economia global já é evidente: ela provocou um aumento acentuado nos preços da energia, renovou as pressões inflacionárias e despertou preocupações sobre uma grave crise no abastecimento de alimentos nos países em desenvolvimento. Os bancos centrais adotaram medidas mais restritivas, com o Banco Central Europeu e o Banco do Japão elevando as taxas de juros na última semana para evitar um impacto inflacionário ainda mais acentuado.
Liderado por Warsh, Fed deve manter taxa de juros
O Federal Reserve devei deixar a taxa de juros dos Estados Unidos inalterada nesta quarta-feira, ao final da primeira reunião presidida por Kevin Warsh, com um novo comunicado política monetária e projeções econômicas que provavelmente refletirão a crescente preocupação com a inflação alimentada pela guerra no Irã. Com dados recentes indicando forte criação de empregos nos EUA, uma taxa de desemprego relativamente baixa de 4,3% e inflação bem acima da meta de 2% do banco central norte-americano, muitos analistas preveem que o Fed retirará de seu comunicado a menção a “ajustes adicionais” à taxa básica de juros — uma referência que vinha sendo usada para indicar prováveis reduções futuras nos custos dos empréstimos. Warsh afirmou que não gosta de orientações futuras sobre política monetária em geral, e dados recentes levaram muitas autoridades do Fed a afirmar que, de qualquer forma, é hora de remover o “viés de afrouxamento” em favor de uma linguagem mais neutra, que permita a possibilidade de que aumentos nos juros possam ser necessários. (Reuters)
Japão avança rumo à primeira redução da história do imposto sobre consumo, o que agrava pressão fiscal
O Japão está se encaminhando para uma redução temporária do imposto sobre o consumo de alimentos para 1%, no que seria a primeira redução efetiva desse tipo, o que pressionaria ainda mais suas finanças, que já se encontram em deterioração, sem qualquer sinal claro sobre como isso seria financiado. A proposta, apresentada por um alto dirigente do Partido Liberal Democrático (PLD), atualmente no poder, a um comitê do governo nesta quarta-feira, reduziria drasticamente a atual alíquota de 8% sobre alimentos por dois anos a partir de abril do próximo ano e serviria como uma medida provisória até que seja introduzido um sistema de benefícios vinculado à renda. A medida também seria acompanhada de benefícios em dinheiro direcionados a famílias de baixa e média renda, no valor de cerca de 600 bilhões de ienes (US$3,75 bilhões) por ano, o que equivale, em linhas gerais, ao 1% final do imposto sobre alimentos. “De modo geral, pretendemos reduzir efetivamente o imposto sobre o consumo de alimentos e bebidas a zero”, disse aos repórteres Itsunori Onodera, deputado do PLD que preside o grupo de trabalho do painel governamental sobre o sistema de previdência social.
Super Quarta tem decisões de juros no Brasil e nos EUA, prévia do PIB, varejo e mais
InfoMoney reúne as principais informações que devem movimentar os mercados nesta quarta-feira (17).
Líderes do G7 exigem cessar-fogo no Líbano e acolhem com satisfação acordo com Irã
Os líderes dos países do G7 exigiram, nesta quarta-feira, um cessar-fogo no Líbano e afirmaram que diversificarão as rotas de abastecimento energético para reduzir a dependência do Estreito de Ormuz em resposta à guerra no Irã, ao mesmo tempo em que acolheram com satisfação um acordo provisório para pôr fim ao conflito. Os líderes se reuniram para uma cúpula na cidade francesa de Evian-les-Bains, às margens do Lago Genebra, enquanto detalhes do acordo de cessar-fogo entre os EUA e o Irã vazavam de Washington e Teerã antes de sua divulgação formal, prevista para sexta-feira. Espera-se que o acordo entre os EUA e o Irã dê início a negociações rumo a um acordo definitivo para pôr fim à guerra, que já matou mais de 7.000 pessoas, principalmente no Irã e no Líbano. “Enfatizamos a necessidade de negociações… para lidar com as ameaças representadas pelo Irã na região e além dela e garantir que o país nunca obtenha uma arma nuclear”, afirmaram os líderes em um comunicado. A cúpula deu ao presidente dos EUA, Donald Trump, a oportunidade de apresentar seu acordo com o Irã aos principais aliados: Reino Unido, Canadá, França, Alemanha, Itália e Japão. (Reuters)
Engie Brasil detalha acordo sobre participação na Jirau financiado por aumento de capital de R$5,74 bi
A Engie Brasil (ENGIE3) detalhou, em um documento apresentado à Comissão de Valores Mobiliários na noite desta terça-feira, os termos de um acordo para adquirir uma participação de 40% na usina hidrelétrica de Jirau de seu acionista controlador, a Engie Brasil Participações, parte da francesa Engie. A empresa informou que o negócio será financiado por um aumento de capital de cerca de R$5,74 bilhões por meio de uma oferta de ações vinculada à aportação do ativo. A oferta de ações poderá arrecadar até R$8,36 bilhões, incluindo uma alocação adicional, informou a empresa. A transação entre partes relacionadas avalia a participação em cerca de R$5,37 bilhões, o que representa um desconto de aproximadamente 5% em relação ao valor médio de uma avaliação independente.
China dá novo impulso à internacionalização do iuan e promete vigilância contra riscos financeiros
A China anunciou novas medidas nesta quarta-feira para promover o uso global do iuan e revelou planos para gerenciar melhor a liquidez do mercado monetário doméstico. Os reguladores financeiros também se comprometeram, no Fórum Anual de Lujiazui, em Xangai, a abrir ainda mais os mercados financeiros da China de forma prudente, à medida que o país muda seu motor de crescimento do setor imobiliário e de investimentos para tecnologia e inovação. “À medida que os mercados financeiros continuam a se aprofundar e se desenvolver… o contágio de riscos entre mercados pode se tornar mais frequente”, disse Pan Gongsheng, presidente do Banco do Povo da China, comprometendo-se a prevenir riscos sistêmicos à medida que a China “continua a se integrar ao sistema financeiro global”. (Reuters)
Indicador salarial do BCE aponta para pressão salarial moderada, apesar de inflação causada pela guerra
O crescimento salarial negociado na zona do euro parece estar desacelerando, conforme previsto, segundo dados divulgados pelo Banco Central Europeu (BCE) nesta quarta-feira, o que traz alívio aos formuladores de política monetária, já que o aumento da inflação provocado pela guerra no Irã não desencadeou uma nova onda de reivindicações salariais. O BCE teme que os trabalhadores exijam compensação pela inflação acelerada, assim como ocorreu em 2022, desencadeando um ciclo que se autoalimenta e que só pode ser contido por meio de custos de financiamento mais elevados. No entanto, o próprio indicador salarial do BCE, que inclui dados até o final de maio, não sofreu revisão e aponta para um crescimento salarial negociado em torno de 2,6% até o final de 2026, abaixo dos 3,2% registrados no ano passado. A série de dados com pagamentos pontuais não suavizados mostra um crescimento salarial para todo o ano de 2026 de 2,6%, abaixo dos 3% do ano anterior, afirmou o BCE, que há muito defende que um crescimento salarial entre 2% e 3% é compatível com sua meta de inflação de 2%.
A inflação britânica manteve-se inesperadamente em 2,8% em maio, inalterada em relação à mínima de 13 meses alcançada em abril, segundo dados oficiais divulgados nesta quarta-feira, um dia antes de o Banco da Inglaterra anunciar sua próxima decisão sobre as taxas de juros. A libra se desvalorizava ligeiramente em relação ao dólar GBP= após a divulgação dos dados, e os investidores reduziram um pouco suas expectativas de um aumento nas taxas ainda este ano. Economistas consultados pela Reuters previam um aumento para 3,0% em maio, já que o conflito entre Estados Unidos e Irã manteve a inflação britânica quase um ponto percentual acima do que o Banco da Inglaterra havia previsto em fevereiro.
Atenções se voltarão para o 1º discurso de Kevin Warsh como chair do Fed e para indicações das próximas decisões tanto do Fed quanto do Copom.
Inflação britânica permanece no nível mais baixo de 13 meses antes de decisão do Banco da Inglaterra
A inflação britânica manteve-se inesperadamente em 2,8% em maio, inalterada em relação à mínima de 13 meses alcançada em abril, segundo dados oficiais divulgados nesta quarta-feira, um dia antes de o Banco da Inglaterra anunciar sua próxima decisão sobre as taxas de juros. A libra se desvalorizava ligeiramente em relação ao dólar após a divulgação dos dados, e os investidores reduziram um pouco suas expectativas de um aumento nas taxas ainda este ano. Economistas consultados pela Reuters previam um aumento para 3,0% em maio, já que o conflito entre Estados Unidos e Irã manteve a inflação britânica quase um ponto percentual acima do que o Banco da Inglaterra havia previsto em fevereiro.
Barris de petróleo sobem e minério de ferro cai 2%
Os preços do petróleo operam em alta, apagando parte das perdas da sessão anterior, enquanto os investidores avaliavam o acordo de paz entre os EUA e o Irã. As cotações do minério de ferro na China fecharam em baixa, com as fortes chuvas na China reduzindo a demanda por aço e insumos siderúrgicos, enquanto o sentimento também foi afetado por discussões em uma conferência do setor em Cingapura, que sugeriram que o apetite chinês por essas commodities dificilmente melhorará.
- Petróleo WTI, +0,30%, a US$ 76,28 o barril
- Petróleo Brent, +0,13%, a US$ 79,10 o barril
- Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, -2,61%, a 747,50 iuanes (US$ 110,62)
Trump afirma que memorando de entendimento com Irã não é definitivo
O presidente dos EUA, Donald Trump, disse nesta quarta-feira que o memorando de entendimento sobre o Irã não é definitivo e que ele pode retomar a campanha de bombardeios se não gostar dele. “É um memorando de entendimento. E se eu não gostar, voltaremos a disparar neles, a bombardear suas cabeças. Se eu não gostar, se eles não se comportarem, voltaremos a bombardear bem no meio da cabeça deles, ok?”, disse Trump na cúpula do G7 na França. Trump afirmou que o memorando de entendimento com o Irã não inclui o alívio imediato das sanções contra o país, acrescentando que discutiria o assunto posteriormente. (Reuters)
Bolsas da Ásia encerram dia na maioria em alta
Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam majoritariamente em alta nesta quarta, com o índice Nikkei 225, do Japão, atingindo um novo recorde histórico. Os dados de atividade da China em maio apontam para um aprofundamento da divergência em “forma de K” (em que diferentes setores da economia evoluem em velocidades ou direções diferentes) na economia, com a produção industrial apresentando uma ligeira alta, mas ainda próxima de mínimas de vários anos, e a demanda interna esfriando notavelmente no segundo trimestre, afirmaram analistas da Huatai Securities em uma nota.
- Shanghai SE (China), +0,40%
- Nikkei (Japão): +0,72%
- Hang Seng Index (Hong Kong): -0,74%
- Nifty 50 (Índia): +0,27%
- ASX 200 (Austrália): +0,54%
Bolsas da Europa têm leves ganhos
Os mercados europeus operam mistos, com as perdas lideradas pelo setor automotivo após a montadora alemã BMW emitir um alerta de lucro devido à queda na demanda chinesa e ao impacto contínuo da guerra no Oriente Médio. No Reino Unido, os investidores reduziram as projeções de aumento da taxa de juros
do Banco da Inglaterra para este ano, após a inflação ter se mantido inesperadamente estável em maio. Os números parecem corroborar a postura de cautela adotada por alguns membros do comitê de política monetária do Banco da Inglaterra antes da decisão de quinta-feira.
- STOXX 600: +0,37%
- DAX (Alemanha): +0,11%
- FTSE 100 (Reino Unido): +0,03%
- CAC 40 (França): +0,27%
- FTSE MIB (Itália): +0,07%
EUA: índices futuros operam sem força à espera do Fed
O Dow Jones Futuro opera sem força, enquanto Nasdaq e S&P avançam levemente nesta quarta-feira (17), com investidores aguardando a decisão do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) sobre a taxa de juros, a primeira sob a gestão do novo presidente, Kevin Warsh. O consenso de mercado espera que o Fed mantenha as taxas de juros inalteradas, na faixa de 3,5% a 3,75%. Com a decisão praticamente precificada, o foco estará nas sinalizações de Warsh sobre os próximos passos da política monetária. Os investidores buscarão indicações sobre o momento e a intensidade de eventuais ajustes nos juros nos próximos meses.
- Dow Jones Futuro: 0,00%
- S&P 500 Futuro: +0,14%
- Nasdaq Futuro: +0,61%
Abertura de mercados
Os bancos centrais do Brasil e dos Estados Unidos anunciam suas decisões de política monetária nesta quarta-feira em meio a expectativas sobre detalhes do acordo de paz no Oriente Médio. Poucos detalhes do acordo entre os Estados Unidos e o Irã, cuja assinatura está prevista para sexta-feira, foram confirmados publicamente, e um bloqueio de três meses no Estreito de Ormuz deixou as reservas de petróleo dos EUA no nível mais baixo desde 1983. Os investidores aguardam agora para ver como o novo chair do Fed, Kevin Warsh, equilibrará a posição entre o presidente “dovish” dos EUA e os mercados, que esperam um aumento dos juros neste ano. A expectativa é de manutenção dos juros nesta quarta pelo Fed, com um novo comunicado de política monetária e projeções econômicas que provavelmente refletirão a crescente preocupação com a inflação alimentada pela guerra no Irã. No Brasil, o Banco Central deve anunciar o terceiro corte consecutivo de 0,25 ponto percentual na taxa básica de juros Selic, a 14,25%, segundo pesquisa da Reuters com economistas, com analistas considerando que ele deve manter um tom cauteloso em seu comunicado. Antes, às 9h, o BC divulga o dado de abril do IBC-Br, com expectativa em pesquisa da Reuters de avanço de 0,60% sobre o mês anterior.Já o ministro da Fazenda, Dario Durigan, participa de audiência pública conjunta das Comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural e Finanças e Tributação na Câmara dos Deputados. (Reuters)
Principais índices em Nova York fecharam sessão de ontem de forma mista
Investidores em Wall Street fizeram o Dow Jones subir pelo quarto dia consecutivo, alcançar novo recorde e passar dos 52 mil pontos. Mas o S&P 500 e o Nasdaq devolveram uma parte dos ganhos conseguidos após o IPO gigantesco da SpaceX acontecido na sexta-feira (12) – mas as ações da empresa subiram de novo. O petróleo em baixa novamente ajudou o Dow. “Ainda não estamos fora de perigo”, disse à CNBC Andy Goldberg, estrategista-chefe de investimentos da Nomura Asset Management International, sobre a situação geopolítica, que ainda pesa nas preocupações. “Se, de repente, os preços do petróleo caíssem rapidamente, o índice de inflação geral diminuiria, mas, ao mesmo tempo, isso colocaria muito dinheiro de volta no bolso dos consumidores justamente quando eles estão se sentindo bem, e é assim que se pode gerar mais inflação”, acrescentou. “Warsh tem um grande desafio pela frente”, referindo-se ao novo presidente do Federal Reserve, Kevin Warsh, que amanhã divulga pela primeira a nova taxa de juros dos EUA. Os olhos estão voltados a ele e parte da cautela vem disso.
| Dia (%) | Pontos | |
| Dow Jones | +0,924 | 52.002,20 |
| S&P 500 | -0,57 | 7.511,43 |
| Nasdaq | -1,15 | 26.376,34 |
Dólar comercial terminou ontem com alta de 0,39%
O dólar comercial emendou a segunda alta frente ao real. O movimento foi na direção oposta da moeda norte-americana ante outras divisas de países emergentes, com o DXY, o índice dólar, com menos 0,06%, aos 99,58 pontos.
- Venda: R$ 5,086
- Compra: R$ 5,086
- Mínima: R$ 5,049
- Máxima: R$ 5,103
Ibovespa terminou ontem com queda de 0,45%, aos 169.648,47 pontos
- Máxima: 170.415,13
- Mínima: 169.121,31
- Diferença para a abertura: -766,66 pontos
- Volume: R$ 27,60 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (15): -0,42%
- Terça-feira (16): -0,45%
- Semana: -0,87%
- Junho: +0,40%
- 2T26: -8,35%
- 2026: +5,52%
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