
Ibovespa hoje
- Ibovespa futuro oscila aos 169,5 mil pontos, dólar comercial recua a R$ 5,20 e juros futuros têm perdas.
- Tráfego no Estreito de Ormuz diminui à medida que incerteza persiste.
- Temporada fraca e com reação ainda pior das ações: como mercado leu os balanços do 2T.
- Day trade hoje: confira o que esperar de mini dólar e mini-índice.
Confira as últimas dos mercados
STJ dá sinal verde para penhora de milhas para pagamento de dívidas
Japão critica EUA por sanções “lamentáveis” contra TPI
Em uma rara crítica ao país aliado, o Japão descreveu como “muito lamentável” a decisão dos Estados Unidos de impor sanções à presidente japonesa do Tribunal Penal Internacional (TPI) e a um advogado sênior da corte. A reação nesta quarta-feira ocorreu depois que o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, anunciou que estava impondo sanções à juíza japonesa e presidente do TPI, Tomoko Akane, e a Abdoulaye Seye, um advogado senegalês da equipe de acusação que solicitou um mandado de prisão contra o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu. O Departamento de Estado dos EUA havia declarado, em 13 de julho, que “nenhuma opção diplomática ficará de fora na campanha para desmantelar a ameaça que o TPI representa para os americanos”. As medidas congelam quaisquer ativos nos EUA detidos pelas pessoas sancionadas e as excluem amplamente do sistema financeiro norte-americano, ao qual a maioria dos bancos internacionais está intimamente ligada.
Embraer (EMBJ3): banco eleva preço-alvo; conheça novo valor
O Itaú BBA elevou o preço-alvo para Embraer (EMBJ3) para R$ 124 ao fim de 2026, de R$ 91 anteriormente. A alteração é para incorporar novas estimativas após os resultados do 2T26. A recomendação foi mantida em compra. “Mesmo após uma alta de 33% em dólar das ações nos últimos dois meses, acreditamos que ainda existe potencial de valorização e Embraer segue como nossa principal escolha”, diz o BBA. “A expectativa é de crescimento médio anual de cerca de 15% do resultado operacional (Ebit) até 2030, com alta visibilidade dos resultados e possibilidade de novas revisões positivas das projeções”.
Paraná Pesquisa: Tarcísio chega a 50% e abre 16 pontos de vantagem sobre Haddad em SP
Paraná Pesquisas mostra governador com 16,2 pontos de vantagem no primeiro turno e menor rejeição que o candidato do PT.
DIs: juros futuros abrem dia com baixas por toda a curva
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F27 | 13,740 | -0,005 |
| DI1F28 | 13,930 | -0,025 |
| DI1F29 | 14,285 | -0,030 |
| DI1F31 | 14,590 | -0,025 |
| DI1F32 | 14,680 | -0,025 |
| DI1F33 | 14,715 | -0,025 |
| DI1F34 | 14,755 | 0,000 |
| DI1F35 | 14,720 | -0,015 |
Índice EWZ sobe 0,54% na pré-abertura dos EUA
DXY: índice dólar opera com baixa de 0,24%, aos 99,42 pontos
Mini-índice com vencimento em outubro de 2026 (WINV26) já vira para alta, com mais 0,11%, aos 169.830 pontos
Dólar comercial abre em baixa de 0,33%, cotado a R$ 5,204 na compra e a R$ 5,205 na venda
Mini-índice com vencimento em outubro de 2026 (WINV26) abre dia com baixa de 0,14%, aos 169.440 pontos
Minidólar com vencimento em setembro (WDOU26) começa com queda de 0,13%, cotado a 5.223,00
Bitcoin Futuro (BITFUT) abre dia com menos 0,75%, aos 337.340,00
Dólar futuro abre em queda de 0,11%, cotado aos 5.224,50 pontos
Ibovespa futuro abre em baixa de 0,34%, cotado aos 168.945 pontos
Arena Trader XP: Day Trade ao vivo com Alex Carvalho e Mauro Botto
Membro do BCE diz que aumento dos salários continua moderado e que não há efeitos de segunda ordem
O membro do Banco Central Europeu Olli Rehn afirmou nesta quarta-feira que o aumento dos salários e as perspectivas salariais têm se mantido moderados, sem sinais claros de efeitos de segunda ordem. “Manter as expectativas de inflação ancoradas será essencial para garantir que isso continue sendo o caso”, afirmou Rehn, presidente do banco central da Finlândia, no texto de um discurso. O próximo anúncio de política monetária do BCE está marcado para 10 de setembro.
Ministros do TSE fazem reunião fechada sobre IA nas eleições; julgamento segue sem data marcada
Os ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) se reuniram a portas fechadas na terça-feira para discutir dois processos que definirão regras vitais para as campanhas deste ano. Um deles é sobre o uso de inteligência artificial por candidaturas e o outro, sobre regras de pesquisas de opinião. Em caráter reservado, integrantes da Corte relataram que a reunião teve “clima tranquilo” e que os ministros debateram argumentos diversos, sem antecipar votos. Mesmo assim, o presidente do tribunal, Kassio Nunes Marques, ainda não agendou uma data para os julgamentos. A intenção é que sejam marcados para este mês, porque as campanhas já estão oficialmente nas ruas. A reunião a portas fechadas se alongou e acabou atrasando o início da sessão do plenário do TSE. A transmissão da sessão aberta começou com cerca de 40 minutos de atraso. Em nota, o TSE informou que o encontro foi “bastante produtivo” e abre caminho para as questões serem “oportunamente julgadas no plenário”. O texto também diz que “a reunião teve como objetivo ouvir as impressões e as perspectivas dos ministros sobre os desafios jurídicos relacionados ao emprego dessas tecnologias durante o processo eleitoral”. (Estadão Conteúdo)
Irã avalia atacar bases dos EUA na Europa, diz Financial Times
Enquanto as negociações com Washington seguem travadas, Trump ameaça o Omã e determina corte nos exercícios militares com a Coreia do Sul em meio à escalada da crise no Oriente Médio.
Otan está preparada para enfrentar qualquer ameaça, diz autoridade
A Otan está preparada para enfrentar qualquer ameaça e sempre fará o que for necessário para defender todos os aliados, afirmou um representante da Otan nesta quarta-feira, em resposta a perguntas sobre uma reportagem do Financial Times segundo a qual o Irã teria supostamente considerado atacar alvos militares dos EUA na Europa caso Donald Trump intensificasse a guerra. “Conforme demonstrado neste ano, quando as defesas aéreas da Otan interceptaram com sucesso mísseis balísticos lançados do Irã em direção à Turquia em quatro ocasiões distintas, nossa postura de dissuasão e defesa é forte e eficaz”, disse o representante.
Casas Bahia afirma que negocia e busca alternativas para sua situação financeira
Afirmação é uma resposta a questionamento da CVM sobre notícia publicada na imprensa sobre negociação de um DIP de até R$ 1 bilhão.
Multilaser provisiona R$ 20 milhões em perdas com recebíveis do Grupo Casas Bahia
A Multilaser informou que vai registrar uma provisão para perdas com recebíveis de aproximadamente R$ 20 milhões relacionados ao Grupo Casas Bahia, após o pedido de recuperação judicial apresentado pela varejista. O valor se soma a outros R$ 11 milhões que já haviam sido provisionados anteriormente. Em comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a empresa afirma que o total provisionado corresponde apenas à parcela do saldo a receber que não está coberta por apólices de seguro de crédito e por outros instrumentos de garantia contratados pela Multilaser. A empresa afirmou que o montante equivale a 2,29% do saldo líquido de contas a receber e que não há efeito significativo sobre sua posição patrimonial e financeira ou sobre seus resultados. A Multilaser diz que acompanha a evolução do caso e que já adotou medidas operacionais, comerciais e jurídicas para mitigar eventuais perdas, incluindo a execução de garantias previstas nas apólices de seguro e em outros instrumentos vigentes. Com base nas informações disponíveis até o momento, a companhia afirmou que não são esperados desdobramentos que possam alterar de forma significativa os resultados do exercício social de 2026.
PEC do fim da escala 6×1 avança no Senado
Propostas estavam paradas há meses na mesa do presidente do Senado.
BCE: Lagarde defende que Europa não pode ‘se dar ao luxo’ de perder a revolução da IA
A presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, afirmou que a Europa não pode “se dar ao luxo” de perder a revolução digital motivada pela inteligência artificial (IA), como já ocorreu em outros momentos. A declaração consta de discurso preparado para um painel, nesta quarta-feira, 19, durante reunião do Fórum Econômico Mundial, em meio à disputa entre EUA e China pela liderança na IA. “Já existem sinais encorajadores de que as empresas europeias estão investindo em IA. Dados de pesquisas sugerem que as companhias da zona do euro esperam destinar, em média, cerca de 9% de seu investimento total à IA neste ano”, disse. “A questão é se a Europa conseguirá criar as condições para que esse investimento se dissemine e ganhe escala”, acrescentou. Apesar da preocupação, Lagarde avaliou que a Europa está “bem posicionada” para “tirar o máximo proveito das novas tecnologias”, considerando a base de pesquisa e conhecimento de nível mundial da região. Em paralelo, Lagarde disse que, no ano passado, a economia da zona do euro cresceu impulsionada “inteiramente” pela demanda interna e que a expectativa é de que o quadro se repita em 2026. Para a chefe do BCE, no entanto, o desafio é transformar “a resiliência interna em uma fonte de crescimento mais duradoura no longo prazo”. (Estadão Conteúdo)
Trump suspende tarifas contra o Canadá por três dias e cita possibilidade de acordo
Trump justificou a decisão com base no fato de que os dois países “têm um ACORDO”, ainda sujeito à “finalização dos documentos”.
SEC propõe novo conjunto de regras para criptomoedas
A Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC) propôs nesta terça-feira um novo marco regulatório para os ativos digitais, o primeiro grande passo do governo do presidente Donald Trump para proporcionar ao setor as regras específicas pelas quais ele vem lutando há tempos. A proposta da SEC isenta certas empresas e ofertas de criptomoedas das regras de valores mobiliários dos EUA, o que deve facilitar a emissão de tokens e a captação de recursos por parte dessas empresas. A agência “busca oferecer aos empreendedores do setor de criptoativos e aos participantes do mercado caminhos claros para levantar capital de acordo com as leis federais de valores mobiliários”, afirmou Paul Atkins, presidente da SEC nomeado por Trump, em comunicado. (Reuters)
Cosan (CSAN3) prepara saída da NYSE
Movimento faz parte do objetivo de simplificação e otimização da estrutura de capital da Cosan.
Simpar descruza participações com Terra Transportes
A Simpar anunciou na noite de terça-feira que sua subsidiária CS Infra comprou a totalidade dos 49% que a Terra Transportes e Participações detinha na CS Mobi Leste SP, fazendo com que a CS Infra fique com 100% da empresa. A CS Mobi Leste SP é uma parceria público-privada para a gestão de 13 terminais urbanos e seis estações de ônibus do Expresso Tiradentes, com prazo de 30 anos e investimento de R$121 milhões para melhorar a infraestrutura. Em comunicado ao mercado, a Simpar acrescentou ainda que sua subsidiária CS Brasil Transportes vendeu a totalidade dos 50% que detinha na empresa de transportes urbanos BRT Sorocaba à MobiBrasil Sorocaba, controlada pela Terra. Desta forma, a CS Brasil Transportes receberá R$65,0 milhões, pagos em duas parcelas iguais. Uma última parcela de cerca de R$10 milhões será paga em até 12 meses, acrescentou a Simpar, que diz que o fechamento da transação está condicionado ao cumprimento de obrigações e condições precedentes.
JBS anuncia proposta para comprar ações da Pilgrim´s Pride
O grupo JBS detém atualmente cerca de 82% das ações da companhia norte-americana em circulação.
Liquidação de títulos da zona do euro dá pausa, mas preços do petróleo continuam pressionando
A liquidação de títulos públicos da zona do euro, que levou aos rendimento aos níveis mais altos em mais de uma década, dava uma pausa nesta quarta-feira, enquanto o mercado de Treasuries se estabilizava, embora a alta nos preços do petróleo limite o alívio. A taxa de rendimento do Bund alemão de 10 anos, referência para a zona do euro que atingiu o pico em 15 anos na terça-feira devido à preocupação dos investidores com o aumento dos preços da energia e dos endividamentos públicos, caía 1 ponto-base, para 3,247%. O rendimento dos títulos de 30 anos do país recuava 1 ponto, para 3,762%, após também ter atingido seu maior nível desde 2011 no dia anterior. Os rendimentos se movem inversamente aos preços. Investidores e analistas afirmaram que um pequeno rali nos Treasuries, o mercado global de títulos dominante que influencia o resto do mundo, estava contribuindo para melhorar o ânimo do mercado.
Barris de petróleo sobem 1%
Os preços do petróleo operam em alta, enquanto os investidores avaliam as mensagens conflitantes de Teerã e Washington sobre a abertura do Estreito de Ormuz. As cotações do minério de ferro na China fecharam em alta, impulsionados por novas preocupações com a oferta após o fracasso das negociações salariais entre a BHP e os trabalhadores de Port Hedland, mesmo com a demanda chinesa persistentemente fraca mantendo a perspectiva geral pessimista.
- Petróleo WTI, +1,09%, a US$ 85,87 o barril
- Petróleo Brent, +1,00%, a US$ 91,93 o barril
- Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, +0,78%, a 712 iuanes (US$ 105,59)
Bolsas da Ásia encerram dia com perdas
As ações chinesas caíram nesta quarta-feira, com uma venda massiva de ações de chips e robótica em meio a preocupações com a economia em geral e resultados corporativos abaixo do esperado, enquanto as ações de Hong Kong registraram uma ligeira alta. As ações da Unitree, a fabricante de robôs humanoides mais conhecida da China, dispararam 460% em seu primeiro dia de negociação após a listagem na Bolsa de Xangai. Os investidores consideram a oferta pública inicial fundamental para o setor de robótica do país, que se tornou um importante campo de batalha na guerra tecnológica entre a China e os EUA. “A fraqueza da China hoje parece mais uma combinação de pressão global sobre os rendimentos, certa rotação para fora de posições superlotadas no setor de tecnologia e resultados financeiros decepcionantes de empresas específicas do que simplesmente uma retirada de liquidez da Unitree”, disse Charu Chanana, estrategista-chefe de investimentos da Saxo Singapore.
- Shanghai SE (China), -2,40%
- Nikkei (Japão): -3,16%
- Hang Seng Index (Hong Kong): +0,09%
- Nifty 50 (Índia): -0,47%
- ASX 200 (Austrália): -0,18%
Bolsas da Europa operam com viés de queda
As ações europeias oscilavam em torno da menor cotação em duas semanas nesta quarta-feira, com os preços do petróleo permanecendo elevados devido às tensões no Oriente Médio, o que sustentava as ações do setor de energia, mas levantava dúvidas sobre a inflação e o crescimento, enquanto os investidores aguardavam a ata da reunião de julho do Federal Reserve. A onda de vendas de títulos públicos da zona do euro, que na terça-feira havia levado os rendimentos de longo prazo aos níveis mais altos em mais de uma década, deu uma pausa com a estabilização do mercado de títulos do Treasury dos EUA. Os rendimentos soberanos de longo prazo funcionam como âncora para o preço de quase todos os outros ativos nos mercados financeiros, incluindo as taxas de hipotecas.
- STOXX 600: -0,10%
- DAX (Alemanha): -0,13%
- FTSE 100 (Reino Unido): -0,21%
- CAC 40 (França): +0,31%
- FTSE MIB (Itália): -0,13%
EUA: índices futuros começam dia sem força
Os índices futuros dos EUA operam perto da estabilidade nesta quarta-feira (19), após Wall Street registrar a terceira sessão consecutiva de perdas, em meio à alta dos rendimentos dos Treasuries e dos preços do petróleo. O foco dos investidores se volta para ata da última reunião do FOMC (Comitê Federal de Mercado Aberto) do Fed, que pode revelar pistas sobre os debates dos formuladores de políticas a respeito da inflação, da política monetária e de outros dados econômicos importantes. No cenário corporativo, os resultados de varejistas como Target, Lowe’s e TJX também estarão no radar, oferecendo novas pistas sobre a força do consumidor americano.
- Dow Jones Futuro: +0,02%
- S&P 500 Futuro: +0,02%
- Nasdaq Futuro: -0,12%
Abertura de mercados
O foco recai nesta quarta-feira sobre ata da última reunião do Federal Reserve, em meio a uma estabilização dos rendimentos de títulos globais perto de suas máximas em décadas. O Fed divulgará às 15h a ata da reunião de julho, na qual deixou os juros inalterados. O chair Kevin Warsh, porém, assustou os mercados ao dar poucos indícios sobre se e como o banco central dos Estados Unidos pode responder à inflação persistente. Dos EUA à Alemanha passando pelo Japão, os custos de empréstimos de longo prazo dispararam recentemente, em meio a preocupações de investidores com o aumento da dívida pública e a inflação elevada, impulsionada em parte pela guerra no Irã. O rendimento dos Treasuries de 30 anos ronda 5,27% nesta quarta-feira, após atingir na véspera o maior nível em quase 20 anos, de 5,3371%. Os títulos alemães e franceses também se estabilizavam. Ao mesmo tempo, os futuros do petróleo subiam pela quarta sessão consecutiva diante da redução das perspectivas de um acordo para encerrar o conflito no Oriente Médio. O presidente dos EUA, Donald Trump, disse na terça-feira que não havia negociações em andamento com o Irã e insistiu que o Estreito de Ormuz estava aberto, contrariando a afirmação do Irã de que a via marítima permanecia fechada à navegação. Na agenda nacional, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, participa às 10h50 do Fórum Saúde EMS Esfera, e depois tem encontro com a Associação Nacional de Jornais. (Reuters)
Principais índices em Nova York fecharam ontem com baixas
Investidores em Wall Street ficaram pressionados pela alta dos rendimentos dos títulos soberanos a níveis recordes em várias décadas, em meio a preocupações com a inflação persistente e os elevados preços do petróleo, que subiu de novo hoje, a exemplo da véspera. Uma retração nas ações de semicondutores também afetou o mercado em geral. “O mercado está ignorando o desafio relacionado aos rendimentos dos títulos e preferindo se concentrar nos sólidos lucros e nos avanços da inteligência artificial”, disse à CNBC Bill Fitzpatrick, gestor de portfólio da Logan Capital Management. “Em algum momento, provavelmente estaremos vulneráveis a uma leve queda nos preços. Os fatores que estão elevando os rendimentos dos títulos não vão se aliviar amanhã”.
| Dia (%) | Pontos | |
| Dow Jones | -0,22 | 53.344,36 |
| S&P 500 | -0,72 | 7.692,10 |
| Nasdaq | -1,33 | 26.289,71 |
DIs: juros futuros fecharam ontem de forma mista
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F27 | 13,745 | -0,015 |
| DI1F28 | 13,955 | -0,020 |
| DI1F29 | 14,315 | 0,005 |
| DI1F31 | 14,615 | 0,045 |
| DI1F32 | 14,705 | 0,035 |
| DI1F33 | 14,740 | 0,040 |
| DI1F34 | 14,755 | 0,055 |
| DI1F35 | 14,735 | 0,020 |
Dólar comercial terminou ontem com alta de 0,40%, na máxima do dia
O dólar comercial voltou a subir frente ao real, após a queda da véspera. O movimento foi na mesma direção da moeda norte-americana ante outras divisas de países emergentes, com o DXY, o índice dólar, com mais 0,01%, aos 99,65 pontos.
- Venda: R$ 5,222
- Compra: R$ 5,221
- Mínima: R$ 5,190
- Máxima: R$ 5,222
Maiores baixas, altas e mais negociadas de ontem
Maiores baixas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| CEAB3 | -5,87 | 7,38 |
| CURY3 | -3,93 | 31,05 |
| DIRR3 | -3,56 | 10,30 |
| LREN3 | -3,45 | 10,64 |
| SMFT3 | -3,21 | 16,61 |
Maiores altas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| HAPV3 | 3,04 | 6,78 |
| AZZA3 | 2,47 | 15,34 |
| TOTS3 | 2,00 | 31,18 |
| VBBR3 | 1,63 | 34,20 |
| SUZB3 | 1,43 | 41,16 |
Mais negociadas
| Negócios | Dia (%) | |
| PETR4 | 46.129 | 0,31 |
| AXIA3 | 36.746 | -0,56 |
| BBAS3 | 34.454 | -0,84 |
| RADL3 | 34.080 | -0,93 |
| VBBR3 | 33.887 | 1,63 |
Ibovespa terminou ontem com baixa de 0,27%, aos 166.334,86 pontos
- Máxima: 168.389,49
- Mínima: 166.211,30
- Diferença para a abertura: -448,71 pontos
- Volume: R$ 21,50 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (17): -0,09%
- Terça-feira (18): -0,27%
- Semana: -0,36%
- Agosto: -6,55%
- 3T26: -3,23%
- 2026: +3,31%
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