Ibovespa Hoje
- Day Trade hoje: Ibovespa tenta retomar força e guia operações no intraday.
- Varejo no Brasil, inflação nos EUA, pesquisa eleitoral e mais destaques desta quarta.
- Guerra no Irã já tem impacto em fertilizantes e preço dos alimentos pode subir.
Funcionários de usina nuclear russa são evacuados do Irã
Áustria participará da liberação de petróleo das reservas da AIE
Os países da Agência Internacional de Energia (AIE) devem aprovar ainda hoje essa liberação, declarou o Ministro da Economia austríaco, Wolfgang Hattmannsdorfer. “Estamos em contato muito próximo com todos os Estados-membros da AIE desde ontem e apoiaremos, em princípio, a decisão de liberar essas reservas de petróleo bruto”, afirmou, na busca por diminuir o impacto da escassez de energia causada pela guerra no Oriente Médio.
Mercados da Europa apresentam quedas em sua maioria
As ações europeias caem com os investidores avaliando as consequências econômicas da guerra de 12 dias no Oriente Médio e digerindo uma série de balanços corporativos. Os EUA e Israel trocaram ataques aéreos com o Irã após pesados bombardeios no dia anterior, contrastando com os comentários do presidente dos EUA, Donald Trump, que geraram esperanças de uma redução da escalada e ajudaram o STOXX 600 a registrar seu melhor dia desde abril de 2025 na terça-feira. A guerra interrompeu as principais rotas de navegação através do Estreito de Ormuz, que transporta um quinto do comércio global de petróleo, elevando os preços do petróleo e aumentando o risco de um choque de preços. Os formuladores de políticas monetárias do Banco Central Europeu também estão enfrentando um crescimento lento na região, enquanto os temores renovados em relação à inflação aumentaram as apostas para um aumento da taxa de juros este ano, de acordo com os dados da LSEG. Esse é um forte contraste com a expectativa anterior de um leve corte antes do início do conflito. (Reuters)
- STOXX 600: -0,74%
- DAX (Alemanha): -1,13%
- FTSE 100 (Reino Unido): -0,79%
- CAC 40 (França): -0,66%
- FTSE MIB (Itália): -0,74%
- IBEX 35 (Espanha): -0,28%
Raízen (RAIZ4) protocola pedido de recuperação extrajudicial para reestruturar dívidas
O plano da Raízen (RAIZ4) conta com a adesão expressa de credores signatários titulares de mais de 47% das dívidas financeiras.
Day Trade hoje: Ibovespa tenta retomar força e guia operações no intraday
Confira os pontos de suporte e resistência do mini-índice e minidólar.
Mercados da Ásia fecham dia de forma mista
As ações da China fecharam em alta nesta quarta-feira, com os setores defensivo e de novas energias liderando os avanços, juntando-se a uma recuperação instável na região, apesar das incertezas no Oriente Médio. “O conflito com o Irã parece estar diminuindo sua intensidade e os ativos de risco continuaram a se recuperar de forma generalizada. Os índices de ações chineses estão aproveitando essa onda”, escreveram os analistas da Huatai Futures em uma nota. (Reuters)
- Shanghai SE (China), +0,25%
- Nikkei (Japão): +1,51%
- Hang Seng Index (Hong Kong): -0,24%
- Nifty 50 (Índia): -1,63%
- ASX 200 (Austrália): +0,59%
Futuros de gás natural com entrega em abril sobem 1,23% nesta manhã
Futuros do petróleo voltam a subir
Os preços do petróleo voltam a subir, após a forte queda da véspera, apesar de um relatório indicar que houve uma liberação histórica de reservas de emergência da Agência Internacional de Energia (AIE). O G7 vem se reunindo para discutir alternativas para a distribuição de energia, já que o Estreito de Ormuz, por onde passa grande parte da produção mundial, segue fechado e com conflitos cada vez mais intensos. O The Wall Street Journal noticiou, na noite de ontem, que a AIE propôs a maior liberação de petróleo de suas reservas estratégicas, superando os 182 milhões de barris que seus países membros disponibilizaram no mercado após a invasão russa da Ucrânia em 2022. Os países devem decidir na quarta-feira hoje se irão liberar seus estoques emergenciais de petróleo.
- WTI (para abril): +2,55%, a US$ 85,58
- Brent (para maio): +2,44%, a US$ 89,94
EUA: índices futuros apresentam altas curtas
Os índices futuros dos EUA pouco se mexem com a expectativa da divulgação logo mais, às 9h30 (Horário de Brasília), do índice de preços ao consumidor (CPI) de fevereiro. A cautela dá o tom. Mas os investidores também estão de olho nos desenvolvimentos da guerra no Oriente Médio que, apesar das falas de Donald Trump, presidente dos EUA, entra no seu 11º dia. “Acreditamos que o fator crítico continua sendo a duração da guerra, então a divulgação dos estoques da AIE nos dá alguns dias de vantagem, mas, na realidade, tudo depende da abertura do Estreito de Ormuz”, disse à CNBC Sasha Foss, analista do mercado de energia da Marex.
- Dow Jones Futuro: +0,25%
- S&P 500 Futuro: +0,23%
- Nasdaq Futuro: +0,21%
Portugal: índice de preços ao consumidor em fevereiro sobe 2,1% em relação a fevereiro de 2025, como esperado
Em janeiro, na relação com janeiro de 2025, houve deflação de 1,9%.
Portugal: índice de preços ao consumidor em fevereiro sobe 0,1% em relação a janeiro, como esperado
Em janeiro, na relação com dezembro, houve deflação de 0,7%.
Guerra no Irã já tem impacto em fertilizantes e preço dos alimentos pode subir
Ureia já registrou aumento de 33% no custo. Analistas avaliam que alta pode começar a ter efeitos na próxima safra, caso conflitos prossigam.
Varejo no Brasil, inflação nos EUA, pesquisa eleitoral e mais destaques desta quarta
InfoMoney reúne as principais informações que devem movimentar os mercados nesta quarta-feira (11).
Abertura de mercados
A quarta-feira começa como terminou a terça: o mundo olha para o Oriente Médio, procurando entender os desenvolvimentos da guerra iniciada por EUA e Israel contra o Irã e as consequências na economia global, que é afetada diretamente pela alta dos barris de petróleo e escassez do produto. Hoje, os futuros do petróleo voltaram a subir, após a forte baixa da véspera, com os conflitos no Estreito de Ormuz se intensificando. Os investidores também aguardam o índice de preços ao consumidor (CPI) de fevereiro, nos EUA, que ainda não foi impactado pela disfunção da guerra, mas que é o último indicador de inflação antes da reunião do Federal Reserve que acontece semana que vem. No Brasil, os olhos ainda estão sobre a temporada de balanços do 4T25, com Raízen (RAIZ4) pedindo recuperação extrajudicial, como feito pelo GPA (PCAR3) no dia anterior; além dos desenvolvimentos sobre o escândalo do Banco Master.
Principais índices em Nova York fecharam sessão ontem de forma mista
Investidores em Wall Street passaram o dia sentados na cautela, após o presidente dos EUA, Donald Trump, dizer que a guerra com o Irã está mais próxima do fim do que o previsto anteriormente, que era um prazo estimado de quatro a cinco semanas. A fala do mandatário fez os futuros do petróleo desabarem. Trump também disse que está pensando em “assumir o controle” do Estreito de Ormuz, por onde passa grande parte do petróleo e gás natural consumido pelo mundo, mas ele não disse como isso seria feito, nem quando. Mike Sanders, da Madison Investments, prevê que, se os preços caírem para a faixa de US$ 70 a US$ 60, isso não terá um grande impacto na economia. “Se os preços permanecerem elevados – o que provavelmente resultará em um prêmio um pouco maior no mercado, dada toda a incerteza que temos -, acredito que isso terá sim um impacto. Levará um tempo para que isso se resolva”.
| Dia (%) | Pontos | |
| Dow Jones | -0,07 | 47.706,51 |
| S&P 500 | -0,21 | 6.781,50 |
| Nasdaq | 0,01 | 22.697,10 |
DIs: juros futuros terminaram ontem com baixas por toda a curva; exceção foi o vértice mais curto
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F27 | 13,560 | 0,005 |
| DI1F28 | 13,030 | -0,030 |
| DI1F29 | 13,085 | -0,045 |
| DI1F31 | 13,415 | -0,045 |
| DI1F32 | 13,515 | -0,065 |
| DI1F33 | 13,575 | -0,060 |
| DI1F34 | 13,595 | -0,065 |
| DI1F35 | 13,610 | -0,050 |
Dólar comercial fechou ontem em baixa de 0,15%
O dólar comercial tem a terceira baixa seguida diante do real. O movimento vai na mesma direção da divisa norte-americana no resto do planeta, que na comparação com as principais moedas do mundo fez o índice DXY ficar com menos 0,27%, aos 98,91 pontos.
- Venda: R$ 5,157
- Compra: R$ 5,157
- Mínima: R$ 5,132
- Máxima: R$ 5,187
Maiores baixas, altas e mais negociadas de ontem
Maiores baixas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| RAIZ4 | -5,45 | 0,52 |
| BRKM5 | -4,47 | 11,76 |
| DIRR3 | -3,84 | 14,52 |
| PCAR3 | -2,93 | 2,65 |
| MBRF3 | -2,60 | 17,20 |
Maiores altas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| RAIL3 | 6,96 | 17,05 |
| MGLU3 | 6,51 | 10,14 |
| CSAN3 | 6,45 | 6,11 |
| AZZA3 | 6,42 | 27,52 |
| CEAB3 | 5,90 | 12,02 |
Mais negociadas
| Negócios | Dia (%) | |
| PETR4 | 75.673 | -0,53 |
| ITUB4 | 64.332 | 1,48 |
| PRIO3 | 57.645 | -1,34 |
| RAIL3 | 38.320 | 6,96 |
| B3SA3 | 37.722 | 4,56 |
Ibovespa encerrou ontem com alta de 1,40%, aos 183.447,00 pontos
- Máxima: 185.323,62
- Mínima: 180.692,83
- Diferença para a abertura: +2.531,64 pontos
- Volume: R$ 31,30 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (9): +0,86%
- Terça-feira (10): +1,40%
- Semana: +2,28%
- Março: -2,83%
- 1T26: +13,85%
- 2026: +13,85%
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