
Ibovespa hoje
- Setor de IA ajuda índices de ações; mercado aguarda dado de inflação nos EUA e nova pesquisa eleitoral.
- AIE: guerra derruba demanda global por petróleo e retomada da oferta fica vulnerável.
- FMI pede ajuste fiscal imediato e alerta que mercados podem forçar governos a agir.
- Day trade hoje: confira o que esperar de mini dólar e mini-índice.
Confira as últimas dos mercados
Rússia retoma embarques de diesel para exportação, mostram dados
Perdeu o rali do Tesouro? Veja 7 títulos isentos que ainda pagam até IPCA+10%
Prêmio do crédito privado sobre o Tesouro IPCA+ aumenta depois do primeiro turno, mas vem acompanhado de riscos de crédito e de liquidez.
FMI pede redução do déficit nos EUA e que China diminua dependência das exportações
Os Estados Unidos não podem superar a crescente dívida pública apenas por meio do crescimento econômico, sem ajustes nos impostos ou nos gastos, enquanto a China precisa mudar de um modelo de crescimento impulsionado pelas exportações para um modelo baseado no consumo interno, afirmou nesta quarta-feira a diretora-geral do Fundo Monetário Internacional, Kristalina Georgieva. Georgieva exortou as duas maiores economias do mundo a realizarem mudanças políticas dolorosas para reduzir os crescentes desequilíbrios fiscais e comerciais, enquanto seu chefe de assuntos fiscais afirmou que a inflação, os altos níveis de endividamento e o aumento dos rendimentos dos títulos aumentaram a urgência da consolidação fiscal em todo o mundo. Ao discursar nas reuniões anuais do FMI e do Banco Mundial em Bangcoc, Georgieva destacou as economias avançadas, em particular os EUA e os países europeus, como os “piores infratores” em relação ao endividamento excessivo, com rendimentos de referência mais elevados tendo repercussões nos países de baixa renda que já foram forçados pelos mercados financeiros a conter suas dívidas.
Houthis prometem mais ataques a aeroportos e instalações petrolíferas da Arábia Saudita após atingir sede da Aramco
Os houthis do Iêmen prometeram nesta quarta-feira continuar com os ataques a aeroportos e instalações petrolíferas na Arábia Saudita e afirmaram ter atacado a sede da gigante petrolífera Saudi Aramco, alvejada no dia anterior. O grupo, alinhado ao Irã, afirmou ter lançado mísseis balísticos, mísseis de cruzeiro e drones contra instalações da Saudi Aramco na cidade de Dhahran, no leste do país, contra o Aeroporto Internacional Rei Khalid, em Riad, e contra uma refinaria da Aramco em Riad, sem especificar quando. A Arábia Saudita tem enfrentado uma intensificação dos ataques houthis na última semana, incluindo um ataque ao aeroporto de Riad no sábado que matou 13 pessoas. Os houthis afirmam estar retaliando pelo apoio do reino às forças governamentais iemenitas na guerra do Iêmen, que recomeçou no mês passado, reacendida pelo confronto entre os EUA e o Irã no Golfo. Em uma ameaça generalizada, os houthis instaram “empresas de navegação internacionais”, civis e trabalhadores a saírem de aeroportos e instalações petrolíferas, que declararam como alvos militares legítimos. (Reuters)
Petrobras (PETR4) vai receber até novembro US$ 859 mi de parceiras de consórcio
Estatal afirmou que receberá cerca de US$ 859 milhões das empresas parceiras do consórcio BM-S-11A até novembro.
Sede da Saudi Aramco é atacada; ministério relata incêndio de pequena magnitude
A sede da empresa estatal de petróleo da Arábia Saudita, a Saudi Aramco, na cidade de Dhahran, no leste do país, foi atacada na noite de terça-feira, causando o que o Ministério da Energia do reino descreveu em um comunicado como um incêndio de pequena magnitude, à medida que se intensificavam os combates entre os houthis do Iêmen — aliados do Irã — e o reino. As autoridades responderam ao incidente ocorrido em um prédio administrativo no complexo da sede na noite de terça-feira e tomaram as medidas necessárias, informou o ministério, acrescentando que não houve feridos nem mortos. Uma fonte da empresa disse anteriormente à Reuters que um míssil balístico atingiu o complexo da sede da Aramco em Dhahran. A fonte afirmou que um prédio de escritórios no complexo foi atingido e que seus três andares superiores ficaram danificados. A fonte e outras duas pessoas a par do assunto disseram que o edifício estava em chamas.
ASML eleva guidance pela 3ª vez em 2026 com demanda de IA impulsionando máquinas de chips
A ASML Holding elevou suas projeções anuais pela terceira vez em 2026, impulsionada pela demanda crescente por máquinas avançadas de fabricação de semicondutores, em meio à corrida global para expandir infraestrutura de inteligência artificial (IA). A companhia holandesa passou a estimar vendas anuais entre 44 bilhões e 45 bilhões de euros, acima da orientação anterior de 43 bilhões a 45 bilhões de euros. A empresa também melhorou a previsão de margem bruta – indicador acompanhado de perto por sinalizar poder de precificação e rentabilidade – para aproximadamente 56%, ante um intervalo anterior de 54% a 56%. A revisão reforça como a ASML tem se beneficiado da expansão de data centers, que elevou os chips a um patamar de forte escassez e alta demanda. Com o aumento do consumo de semicondutores, clientes como Taiwan Semiconductor Manufacturing Co. (TSMC), Samsung Electronics e Intel tendem a precisar de mais equipamentos da ASML para ampliar capacidade produtiva e atender ao mercado.
Exportações da China saltam, colocando à vista superávit comercial de US$ 1 tri
A demanda global por chips e produtos de tecnologia verde ajudou a manter as fábricas chinesas em plena atividade.
Barris de petróleo sobem e minério de ferro recua
Os preços do petróleo operam com leve baixa, apesar das preocupações com interrupções no fornecimento, enquanto as tensões continuam a aumentar no Oriente Médio com os confrontos entre os houthis, apoiados pelo Irã, e a Arábia Saudita. As cotações do minério de ferro na China fecharam em baixa, com o aumento da manutenção de altos-fornos na China reduzindo a demanda, enquanto os maiores estoques portuários na Austrália e no Brasil apontam para uma oferta abundante.
- Petróleo WTI, +1,37%, a US$ 95,43 o barril
- Petróleo Brent, +0,76%, a US$ 106,49 o barril
- Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, -0,81%, a 674,00 iuanes (US$ 100,72)
Lucro da BlackRock dispara com alta nas comissões impulsionada pela resiliência dos mercados
A BlackRock divulgou um salto no lucro do terceiro trimestre nesta quarta-feira, já que a maior gestora de ativos do mundo arrecadou comissões mais elevadas com a gestão dos fundos dos clientes. As ações da empresa subiam quase 4% nas negociações pré-mercado. O lucro da BlackRock subiu para US$1,66 bilhão, ou US$10,57 por ação, nos três meses encerrados em 30 de setembro, em comparação com US$1,32 bilhão, ou US$8,43 por ação, no mesmo período do ano anterior. Os ativos sob gestão — que determinam grande parte dos lucros — subiram para US$15,49 trilhões, ante US$13,46 trilhões no ano anterior. O crescimento foi impulsionado por uma combinação de US$134,5 bilhões em novos fluxos para os ETFs iShares, carro-chefe da BlackRock, e pelas valorizações crescentes de seus investimentos em um mercado acionário robusto.
Bolsas da Ásia encerram dia em queda
Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam em queda generalizada, com investidores digerindo dados da China, enquanto aguardavam um importante relatório de inflação dos EUA. O índice de preços ao produtor da China subiu no ritmo mais acelerado em mais de quatro anos, registrando alta de 5% em setembro, impulsionado pelo aumento dos preços dos combustíveis, que elevaram os custos para as empresas. O aumento foi superior aos 4,5% esperados pelos economistas consultados pela Reuters. Os preços ao consumidor registraram um aumento de 0,9%, ficando ligeiramente abaixo das expectativas de 1%, mas acima dos 0,8% do mês anterior.
- Shanghai SE (China), -0,88%
- Nikkei (Japão): -0,05%
- Hang Seng Index (Hong Kong): -0,13%
- Nifty 50 (Índia): -0,57%
- ASX 200 (Austrália): -0,64%
Bolsas da Europa operam na maioria em alta
As ações europeias sobem nesta quarta-feira, recuperando-se das quedas modestas registradas na sessão anterior, à medida que os resultados positivos da ASML impulsionavam os papéis do setor de tecnologia e melhoravam o ânimo do mercado. O setor de tecnologia valorizava 1,2% e se recuperava da queda global do setor de chips na terça-feira, provocada por notícias sobre avanços de uma fabricante chinesa de chips.
- STOXX 600: +0,46%
- DAX (Alemanha): +0,46%
- FTSE 100 (Reino Unido): +0,25%
- CAC 40 (França): +0,45%
- FTSE MIB (Itália): +0,10%
EUA: índices futuros operam mistos
Os índices futuros de Nova York operam mistos nesta quarta-feira (14), enquanto investidores aguardam a divulgação do índice de preços ao consumidor (CPI) de setembro, dado considerado crucial para definir os próximos passos do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA). No campo corporativo, os balanços do Bank of America (BofA), Morgan Stanley e BlackRock também ficam no radar dos mercados.
- Dow Jones Futuro: +0,31%
- S&P 500 Futuro: +0,17%
- Nasdaq Futuro: -0,10%
Abertura de mercados
Uma estabilização nas ações de empresas ligadas ao setor de inteligência artificial ajudava os índices de ações, especialmente na Europa, na manhã desta quarta-feira, dia em que os agentes de mercado devem ficar atentos à divulgação da inflação ao consumidor nos Estados Unidos em setembro, esperado para esta manhã, e de nova pesquisa Quaest sobre o segundo turno da eleição presidencial, aguardada para o início da noite. A cautela ainda persistia, em meio à alta nos preços internacionais do petróleo depois de ataques a dois navios no Estreito de Ormuz e de autoridades do Irã afirmarem à Reuters que estão implementando novas táticas para atingir navios, elevando o risco de novas interrupções no fornecimento global de energia. Os títulos governamentais também registraram um certo alívio após algumas semanas de vendas praticamente ininterruptas, em meio aos preços elevados de energia e às expectativas crescentes de que as taxas de juros globais continuariam subindo gradualmente. Uma nova rodada de balanços de grandes bancos norte-americanos — desta vez do Bank of America e do Morgan Stanley — será divulgada no decorrer desta quarta-feira. As ações dos bancos dos EUA perderam terreno após resultados trimestrais mistos do Citigroup e de vários concorrentes, o que pressionou o mercado como um todo. (Reuters)
Principais índices em Nova York terminaram ontem com baixas
Investidores em Wall Street analisaram uma série de balanços corporativos de grandes bancos, juntamente com uma forte queda na Coreia do Sul durante a noite, o que pressionou as ações de empresas consolidadas. O JPMorgan Chase divulgou resultados do terceiro trimestre abaixo das expectativas dos analistas. O Wells Fargo apresentou números mistos, enquanto o Goldman Sachs teve receita acima das expectativas. “Três grupos provavelmente moldarão a forma como os investidores interpretarão a temporada: bancos (saúde do consumidor e das empresas), grandes empresas de tecnologia e energia (a sustentabilidade dos lucros impulsionados pelo petróleo)”, escreveu Anthony Saglimbene, estrategista-chefe de mercado da Ameriprise, em uma nota reproduzida pela CNBC. “Dentro dessas áreas, a saúde dos consumidores e das empresas em meio a taxas de juros mais altas, custos elevados e preocupações com o ambiente macroeconômico será acompanhada de perto em todos os setores ao longo da temporada”.
| Dia (%) | Pontos | |
| Dow Jones | -0,35 | 51.670,99 |
| S&P 500 | -0,02 | 7.805,64 |
| Nasdaq | -0,15 | 27.204,38 |
DIs: juros futuros fecharam ontem com altas por toda a curva
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F27 | 13,467 | 0,028 |
| DI1F28 | 12,750 | 0,230 |
| DI1F29 | 12,505 | 0,285 |
| DI1F31 | 12,515 | 0,270 |
| DI1F32 | 12,590 | 0,280 |
| DI1F33 | 12,625 | 0,275 |
| DI1F34 | 12,635 | 0,260 |
| DI1F35 | 12,615 | 0,250 |
Dólar comercial terminou ontem com alta de 0,71%
O dólar comercial voltou a subir diante ao real. O movimento foi na direção contrária da moeda norte-americana ante outras divisas de países desenvolvidos, com o DXY, o índice dólar, com menos 0,38%, aos 102,20 pontos.
- Venda: R$ 5,020
- Compra: R$ 5,020
- Mínima: R$ 4,990
- Máxima: R$ 5,028
Maiores baixas, altas e mais negociadas de ontem
Maiores baixas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| VAMO3 | -11,22 | 6,09 |
| YDUQ3 | -8,45 | 13,32 |
| LREN3 | -8,03 | 13,85 |
| MGLU3 | -7,04 | 11,36 |
| COGN3 | -5,97 | 2,99 |
Maiores altas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| PRIO3 | 3,58 | 66,76 |
| ABEV3 | 2,06 | 16,32 |
| EMBJ3 | 2,02 | 91,01 |
| BRAV3 | 1,65 | 20,91 |
| PETR4 | 1,52 | 56,85 |
Mais negociadas
| Negócios | Dia (%) | |
| RENT3 | 82.755 | -5,72 |
| SBSP3 | 77.256 | -3,15 |
| MGLU3 | 70.864 | -7,04 |
| B3SA3 | 68..485 | -2,53 |
| BPAC11 | 68.336 | -1,15 |
Ibovespa terminou ontem com queda de 1,04%, aos 206.887,52 pontos
- Máxima: 209.071,98
- Mínima: 206.146,15
- Diferença para a abertura: -2.179,38 pontos
- Volume: R$ 45,50 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (12): Dia de Nossa Senhora, Padroeira do Brasil
- Terça-feira (6): -1,04%
- Semana: -1,04%
- Outubro: +11,03%
- 4T26: +11,03%
- 2026: +28,40%
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