
Ibovespa hoje
- Comunicado do Copom traz sinais de que fim do ciclo de cortes está próximo.
- EUA e Irã assinam acordo de cessar-fogo, mas Trump diz que pode retomar ataques.
- Acordo prevê reabertura do Estreito de Ormuz e alívio de sanções.
- Day trade hoje: confira o que esperar de mini dólar e mini-índice.
Confira as últimas dos mercados
Durigan: temos atuado do lado da Fazenda para conter a inflação
Trump afirma que Apple fará parceria com Intel para projeto e produção de chips nos EUA
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou em uma postagem no Truth Social nesta quinta-feira que a Apple concordou em trabalhar com a Intel para projetar e fabricar seus chips nos Estados Unidos. Uma parceria com a Intel ajuda a Apple a diversificar sua base de fabricação, à medida que busca capacidade adicional para a produção de chips. A fabricante do iPhone depende fortemente da TSMC, cujas linhas de produção avançadas têm alta demanda por parte de fabricantes de chips de IA, como a Nvidia e a AMD. As ações da Intel subiam cerca de 6,5% nas negociações pré-mercado, ampliando um ganho de aproximadamente três vezes no que vai do ano. A Intel chegou a um acordo preliminar para fabricar alguns chips para a Apple após mais de um ano de negociações, informou o Wall Street Journal em maio.
Durigan: não recebo bem as declarações de Trump e acho que há interesses econômicos por trás
EUA e Irã assinam acordo de cessar-fogo, mas Trump diz que pode retomar ataques
EUA e Irã assinam acordo de cessar-fogo, mas Trump diz que pode retomar ataques.
Durigan: não tem tensionamento na relação com o Congresso
China defende controles à exportação de minerais essenciais após declaração do G7
A China defendeu suas medidas de controle de exportação de minerais essenciais e instou os países do G7 a respeitarem os princípios da economia de mercado e as regras do comércio internacional, em vez de favorecerem “pequenos grupos”, informou seu Ministério das Relações Exteriores nesta quinta-feira. As declarações foram feitas após um acordo firmado pelos líderes do G7 na quarta-feira para intensificar a coordenação com o objetivo de reduzir a dependência de seus países em relação à China no que diz respeito a minerais essenciais, incluindo planos para alinhar os estoques e ampliar o papel da Agência Internacional de Energia. “Os esforços da China para padronizar e aprimorar seu sistema de controle de exportações estão em consonância com as práticas internacionais”, afirmou o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Lin Jian, em uma coletiva de imprensa de rotina.
Instituto revisa para baixo projeção para Alemanha em 2027 em meio a choque energético
O instituto alemão Ifo reduziu nesta quinta-feira sua previsão de crescimento econômico para o próximo ano a 0,8%, de 1,2% previsto em março, já que os preços devem permanecer mais altos, apesar de um acordo preliminar para pôr fim ao conflito no Irã. No entanto, o Ifo manteve sua previsão de crescimento de 0,8% para este ano, apoiada por uma política fiscal expansionista e maiores gastos públicos em infraestrutura, neutralidade climática e defesa. A recuperação iniciada no ano passado sofrerá uma pausa no segundo trimestre, já que a política fiscal expansionista do governo é compensada pelo choque nos preços da energia causado pela guerra dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, afirmou o economista-chefe do Ifo, Timo Wollmershaeuser. De acordo com o Ifo, os gastos adicionais do governo devem impulsionar a economia em 0,5 ponto percentual neste ano e no próximo, enquanto o choque energético desacelerará o crescimento em 0,4 ponto. (Reuters)
Câmara baixa da Suíça rejeita acordo comercial com o Mercosul
A câmara baixa da Suíça rejeitou um acordo com o Mercosul, em meio à oposição tanto da direita quanto da esquerda do espectro político. O acordo segue agora para a câmara alta do Parlamento e poderá retornar à câmara baixa caso seja aprovado lá. Os parlamentares rejeitaram o acordo firmado no ano passado, na noite de quarta-feira, por 96 votos a 86, com nove abstenções. A resistência ao acordo veio tanto de parlamentares conservadores que representam os interesses dos agricultores quanto de partidos de esquerda, que levantaram preocupações relacionadas a questões como práticas trabalhistas e a destruição da floresta tropical.
Brasil tem maior juro real do mundo com Selic em 14,25%
Nem mesmo o corte de juro do BC tirou a liderança do Brasil no ranking de juros reais, que ficou em 9,67% em junho; a avaliação considera taxa básica de juros descontada a inflação projetada para os próximos 12 meses.
Durigan: não concordo que Alcolumbre esteja fazendo pauta-bomba
Durigan: confio e gosto muito do Jacques Wagner, e acho que ele tem a oportunidade de se defender
Durigan: nascedouro do escândalo do Master é em 2019, quando Vorcaro foi autorizado a formar o banco
Comunicado do Copom traz sinais de que fim do ciclo de cortes está próximo
Autoridade reconheceu o impacto dos juros altos na economia e a incerteza frente à inflação, considerando o cenário doméstico e global.
Caso Master: Jaques Wagner é alvo de nova fase da Operação Compliance Zero
PF investiga relação do parlamentar com Augusto Lima, ex-sócio de Daniel Vorcaro.
Barris de petróleo e minério de ferro recuam 1%
Os preços do petróleo operam em baixa, depois que Trump teria assinado um acordo com seu homólogo iraniano, Masoud Pezeshkian, para encerrar a guerra no Oriente Médio, enquanto a Agência Internacional de Energia alertou para um excesso de oferta no próximo ano. As cotações do minério de ferro na China fecharam em baixa pela terceira sessão consecutiva, com a queda nos preços da energia e nas taxas de frete eliminando o suporte de custo para o ingrediente siderúrgico, em meio à fraca demanda chinesa.
- Petróleo WTI, -1,73%, a US$ 75,46 o barril
- Petróleo Brent, -1,17%, a US$ 78,62 o barril
- Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, -1,13%, a 747,00 iuanes (US$ 110,54)
Durigan: esperávamos que, após o Desenrola 1, a taxa de juros fosse cair; isso não aconteceu
Ministro Dario Durigan: estratégia de política econômica está se mostrando bem-sucedida
Mercados da Ásia fecham dia de forma mista
Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam mistos nesta quinta, com o Kospi, da Coreia do Sul, e o Nikkei 225, do Japão, atingindo novas máximas históricas. As ações do setor de tecnologia registraram alta na China continental nesta quinta-feira, com os investidores comemorando o compromisso da agência reguladora do mercado de valores de apoiar a inovação, enquanto as ações de Hong Kong caíram devido às perspectivas de aumento das taxas de juros nos EUA. “Uma nova onda de revolução tecnológica, liderada pela inteligência artificial, está sendo integrada à produção e à vida cotidiana em um ritmo sem precedentes”, afirmou Wu Qing, presidente da Comissão Reguladora de Valores Mobiliários da China, em um fórum em Xangai.
- Shanghai SE (China), -0,43%
- Nikkei (Japão): +1,65%
- Hang Seng Index (Hong Kong): +0,09%
- Nifty 50 (Índia): -1,59%
- ASX 200 (Austrália): -0,62%
Bolsas da Europa operam sem direção definida
Os mercados europeus operam sem direção única antes das decisões sobre juros do Banco da Inglaterra e do Banco Nacional Suíço. Espera-se que o Banco da Inglaterra mantenha sua taxa básica de juros inalterada em 3,75%, enquanto o Banco Nacional Suíço também deve manter sua taxa estável em 0%.
- STOXX 600: -0,51%
- DAX (Alemanha): +0,03%
- FTSE 100 (Reino Unido): -1,05%
- CAC 40 (França): +0,02%
- FTSE MIB (Itália): -0,20%
Banco da Inglaterra mantém taxa de juros a 3,75% ao ano
EUA: índices futuros avançam juntos
Os índices futuros dos EUA operam em alta nesta quinta-feira (18), após o presidente dos EUA, Donald Trump, assinar um acordo preliminar para encerrar a guerra com o Irã. A perspectiva de redução das tensões no Oriente Médio também pressiona os preços do petróleo. Trump e seu homólogo iraniano assinaram na quarta-feira o memorando que delineia o acordo de paz entre seus países, uma medida anteriormente esperada para sexta-feira. O entendimento entrou em vigor nesta quinta-feira e abre caminho para a reabertura do Estreito de Ormuz ao tráfego comercial, além da retirada gradual das sanções impostas ao petróleo iraniano. As negociações, no entanto, ainda devem prosseguir pelos próximos 60 dias para tratar de temas mais sensíveis, como o programa nuclear de Teerã.
- Dow Jones Futuro: +0,44%
- S&P 500 Futuro: +0,83%
- Nasdaq Futuro: +1,50%
Abertura de mercados
Os mercados externos se dividem nesta quinta-feira entre as crescentes chances de um aumento de juros nos Estados Unidos e o otimismo com a reabertura do Estreito de Ormuz, enquanto no Brasil investidores repercutem a indicação do Banco Central de mais tempo para atingir a meta de inflação. Os Estados Unidos e o Irã divulgaram na quarta-feira o texto de seu acordo, que prorroga por mais 60 dias um cessar-fogo anunciado em abril para permitir que as duas partes negociem uma trégua. Ele também prevê a retomada integral do tráfego marítimo, sem cobrança de qualquer taxa, no Estreito de Ormuz. Já o Federal Reserve manteve na véspera a taxa básica de juros na faixa de 3,50% a 3,75%, e quase metade das autoridades indicou que o banco central dos EUA precisará elevar os juros este ano, conforme aumentam as preocupações com a inflação. No Brasil, o Banco Central decidiu na quarta-feira cortar a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, a 14,25% ao ano, e deixou os próximos passos em aberto ao argumentar que avalia trajetórias de juros “alternativas” para atingir a meta de inflação em um horizonte um pouco mais distante. Já o ministro da Fazenda, Dario Durigan, concede entrevista ao vivo para o grupo Metrópoles a partir das 8h. Na véspera ele afirmou que dados econômicos do Brasil nos primeiros meses deste ano apresentaram bom resultado, com crescimento dos investimentos apesar dos juros altos no país. (Reuters)
Principais índices em Nova York fecharam sessão de ontem com quedas amplas
Investidores em Wall Street ficaram cautelosos o dia todo, à espera da decisão do Federal Reserve. Quando ela veio, decepção. O banco central dos EUA manteve as taxas de juros na mesma posição, mas acenaram com uma alta de 0,25 ponto percentual ainda em 2026 e com cortes só em 2027. “A reação do mercado neste momento é em grande parte ao gráfico de pontos, sendo muito mais agressivo”, disse à CNBC Claudia Sahm, economista-chefe da New Century Advisors. “O vento mudou muito em termos do quadro de inflação”. Os investidores também se concentraram na forma como Warsh enfatizou o compromisso da Fed com a “estabilidade de preços”, um sinal de que ele poderá não prosseguir com a redução das taxas, como muitos esperavam. “Ele está absolutamente dizendo que planeja cumprir a estabilidade de preços. Então isso significa que não teremos uma política monetária tão fácil como todos pensavam que talvez o presidente Warsh faria no primeiro trimestre deste ano, quando todos contavam com cortes nas taxas”, disse também à CNBC o CEO da DoubleLine Capital, Jeffrey Gundlach. “Ele não parece nada assim hoje”.
| Dia (%) | Pontos | |
| Dow Jones | -0,97 | 51.493,10 |
| S&P 500 | -1,21 | 7.420,13 |
| Nasdaq | -1,35 | 26.021,66 |
Dólar comercial terminou ontem com alta de 0,42%
O dólar comercial emendou a terceira alta frente ao real. O movimento foi na mesma direção da moeda norte-americana ante outras divisas de países emergentes, com o DXY, o índice dólar, com mais 0,93%, aos 100,46 pontos.
- Venda: R$ 5,108
- Compra: R$ 5,107
- Mínima: R$ 5,051
- Máxima: R$ 5,121
Ibovespa terminou ontem com queda de 0,70%, aos 168.453,93 pontos
- Máxima: 171.878,23
- Mínima: 168.915,71
- Diferença para a abertura: -1.194,54 pontos
- Volume: R$ 29,10 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (15): -0,42%
- Terça-feira (16): -0,45%
- Quarta-feira (17): -0,70%
- Semana: -1,57%
- Junho: -0,30%
- 2T26: -9,05%
- 2026: +5,82%
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