
Ibovespa hoje
- Day trade hoje: confira o que esperar de mini dólar e mini-índice.
- PIB e PCE nos EUA, desemprego no Brasil e balanço da Vale agitam os mercados nesta 5ª.
Confira as últimas dos mercados
Petróleo caro dificulta combate à inflação nos EUA, ressalta economista
BC: estoque de crédito no Brasil sobe 0,7% em junho, ante maio
Santander Brasil (SANB11) desaba após balanço e JPMorgan rebaixa ações para neutra
Após decepção com o 2T26, banco americano cortou estimativas de lucro e passou a enxergar retorno sobre patrimônio próximo ou abaixo do custo de capital nos próximos anos.
Intelbras (INTB3) tem alta de 16% no lucro no 2T e anuncia R$ 93 mi em proventos
Usiminas (USIM5) vê lucro mais que triplicar no 2T, para R$ 428 milhões
A receita líquida somou R$ 6,131 bilhões no segundo trimestre de 2026.
União Europeia diz que “outra violação inaceitável” aconteceu no espaço aéreo do bloco por parte da Rússia, em recente ataque à Ucrânia, dessa vez com voos sobre a Polônia
Bolsas da Ásia: ações recuam com peso do setor de tecnologia
As ações da China caíram nesta quinta-feira, enquanto as de Hong Kong registraram ligeira alta, já que uma forte onda de vendas nos setores de chips e transceptores ópticos pesou sobre o mercado como um todo. Ações relacionadas à IA tiveram forte queda em todo o mundo, com o índice Kospi despencando na Coreia do Sul, o que abalou os mercados e levou os investidores a reavaliar a valorização das ações de chips da China, segundo participantes do mercado. “Vejo esse movimento como uma redução do risco global no setor de chips, e não como uma queda específica da China”, disse Jeff Ko, analista-chefe da CoinEx. (Reuters)
- Shanghai SE (China), -0,62%
- Nikkei (Japão): +0,70%
- Hang Seng Index (Hong Kong): +0,20%
- Nifty 50 (Índia): +0,28%
- ASX 200 (Austrália): -0,78%
FGV: confiança do setor de serviços fica em 87,8 pontos em julho, de 90,8 em junho
IGP-M apresenta deflação de 1,16% em julho, na relação com junho, queda mais forte do que a de 1,09% esperada
Em junho, na relação com maio, já havia tido deflação de 0,50%.
Lucro ajustado da Profarma (PFRM3) sobe para R$ 31,7 mi no 2º tri
A companhia apurou lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado de R$ 126,6 milhões.
Bank of England: votação não foi unânime, com 6 votos por manter as taxas como estão e 3 votos por aumento de 0,25 pp
Bank of England mantém as taxas de juros em 3,75% ao ano, como esperado
Último movimento aconteceu em dezembro de 2025, quando tirou 0,25 ponto percentual das taxas, caindo de 4,00% para os atuais 3,75%. Próxima reunião é em 17 de setembro de 2026.
PIB e PCE nos EUA, desemprego no Brasil e balanço da Vale agitam os mercados nesta 5ª
InfoMoney reúne as principais informações que devem movimentar os mercados nesta quinta-feira (30).
EUA: índices futuros operam com ganhos
Os índices futuros de Nova York tentam se apoiar nos balanços trimestrais das gigantes Microsoft e Meta para recuperar parte das fortes perdas vistas na véspera, após o decepcionantes decisão e comunicado de taxa de juros pelo Federal Reserve. “Em última análise, esta é uma história de duas estratégias de investimento em IA. Uma empresa está aumentando os lucros enquanto gasta muito, enquanto a outra permite que esses custos corroam seus resultados”, disse à CNBC Stephen Evans, diretor de investimentos da Pave Finance. “Os resultados da Microsoft sugerem que as preocupações com a desaceleração do crescimento podem ter sido exageradas, principalmente após a pressão que suas ações sofreram. O negócio de publicidade da Meta continua forte, mas agora precisa demonstrar maior controle de custos e retornos mais consistentes sobre seus investimentos para que a confiança seja totalmente restaurada”.
- Dow Jones Futuro: +0,31%
- S&P 500 Futuro: +0,55%
- Nasdaq Futuro: +1,10%
Abertura dos mercados
Balanços corporativos seguem no radar, com os dados da Vale (VALE3) esperados após o fechamento do mercado, em dia carregado de dados macroeconômicos e com investidores ainda repercutindo a decisão do Federal Reserve na véspera de manter a taxa de juros. A Ambev (ABEV3) informou logo cedo que teve lucro líquido de R$ 3,47 bilhões no segundo trimestre, um avanço de 24,5% sobre o desempenho do mesmo período de 2025, e fala com analistas às 12h30. São esperados também os dados de Usiminas (USIM5) e Multiplan (MULT3). A agenda nacional ainda tem os dados de julho do IGP-M e da confiança de serviços, além dos números de crédito, taxa de desemprego, arrecadação e governo central, todos de junho. Enquanto isso o ministro da Fazenda, Dario Durigan, cumpre agenda no Mato Grosso do Sul. O presidente Lula participa às 18h30 do podcats Inteligência LTDA. No exterior, o rendimento do Treasury de 30 anos atingiu a máxima de 19 anos após o chair do Fed, Kevin Warsh, ter transmitido sinais mistos sobre as perspectivas para a política monetária e a inflação. Por outro lado, os resultados da Microsoft e da Meta reforçaram a percepção de que os investidores buscavam sinais de que os elevados investimentos em inteligência artificial estão começando a gerar retorno. As ações da Microsoft sobem nas negociações de pré-abertura após a empresa afirmar que espera continuar gerando caixa até o ano fiscal de 2027. Já a Meta recua depois que seus resultados refletiram o peso de suas apostas em IA. (Reuters)
Principais índices em Nova York fecharam ontem com fortes baixas
Investidores em Wall Street receberam a decisão do Federal Reserve com certa decepção por conta das três dissidências que apontaram para uma alta de 0,25 ponto percentual, enxergando que essa é uma tendência da política monetária. O presidente da instituição não deu pistas de nada em sua entrevista coletiva, aumentando a incerteza. “Se você realmente quer chegar a 2%, acho que precisa aumentar as taxas de juros”, resumiu à CNBC Jeffrey Gundlach, da DoubleLine, observando que o aumento nos rendimentos após a decisão do Fed estava enviando uma mensagem a Warsh.
| Dia (%) | Pontos (pts) | |
| Dow Jones | -2,18 | 51.594,86 |
| S&P 500 | -1,51 | 7.316,38 |
| Nasdaq | -1,74 | 24.442,94 |
DIs: juros futuros fecharam ontem de forma mista
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F27 | 13,850 | -0,015 |
| DI1F28 | 13,975 | -0,020 |
| DI1F29 | 14,250 | 0,000 |
| DI1F31 | 14,515 | 0,050 |
| DI1F32 | 14,600 | 0,050 |
| DI1F33 | 14,655 | 0,060 |
| DI1F34 | 14,660 | 0,050 |
| DI1F35 | 14,705 | 0,080 |
Dólar comercial terminou ontem com baixa de 0,27%
O dólar comercial voltou a cair frente ao real, após duas altas seguidas. O movimento foi na mesma direção da moeda norte-americana ante outras divisas de países emergentes, com o DXY, o índice dólar, com menos 0,48%, aos 100,94 pontos.
- Venda: R$ 5,108
- Compra: R$ 5,107
- Mínima: R$ 5,089
- Máxima: R$ 5,141
Maiores baixas, altas e mais negociadas de ontem
Maiores baixas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| CSNA3 | -7,80 | 5,20 |
| SANB11 | -7,37 | 25,63 |
| SBSP3 | -5,87 | 26,61 |
| AZZA3 | -5,83 | 16,15 |
| DIRR3 | -4,73 | 11,09 |
Maiores altas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| PRIO3 | 2,89 | 58,41 |
| PETR3 | 2,35 | 47,51 |
| MBRF3 | 2,21 | 16,66 |
| PETR4 | 1,92 | 42,00 |
| BEEF3 | 1,76 | 3,47 |
Mais negociadas
| Negócios | Dia (%) | |
| PETR4 | 53.296 | 1,92 |
| SBSP3 | 48.047 | -5,87 |
| ITUB4 | 32.969 | -2,43 |
| AXIA3 | 31..257 | -2,16 |
| BBDC4 | 30.927 | -2,24 |
Ibovespa terminou ontem com queda de 1,52%, aos 173.885,34 pontos, mínima do dia
- Máxima: 176.563,85
- Mínima: 173.885,34
- Diferença para a abertura: -2.679,41 pontos
- Volume: R$ 22,30 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (27): +0,74%
- Terça-feira (28): +0,70%
- Quarta-feira (29): -1,52%
- Semana: -0,09%
- Julho: +1,08%
- 3T26: +1,08%
- 2026: +7,92%
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