Ibovespa Hoje Ao Vivo: Confira o que movimenta Bolsa, Dólar e Juros nesta quinta

Ibovespa hoje

  • Petróleo recua, foco recai sobre inflação ao produtor nos EUA, Galípolo e balanços.
  • Irã e EUA apresentam reivindicações conflitantes sobre controle do Estreito de Ormuz.
  • Day trade hoje: confira o que esperar de mini dólar e mini-índice.

Confira as últimas dos mercados

update 8h33

Taxa das blusinhas: imposto de 20% pode voltar a valer em 9 de setembro

Medida que zerou o imposto federal sobre compras internacionais de até US$ 50 perde validade em 8 de setembro e ainda não começou a ser analisada pela comissão mista.
update 8h30

Economia do Reino Unido avança com cessar-fogo no Golfo, da Copa do Mundo e clima quente

A economia britânica cresceu inesperadamente em junho, quando as empresas desfrutaram de uma trégua em relação ao aumento dos preços da energia causado pela guerra no Irã, pelo início da Copa do Mundo de futebol e pelo clima quente, segundo dados oficiais divulgados nesta quinta-feira. O Produto Interno Bruto (PIB) avançou 0,3% no mês, colocando a Reino Unido a caminho do maior crescimento entre as economias do G7 no primeiro semestre de 2026, após permanecer estável em maio. “De modo geral, a economia parece ter resistido extremamente bem à guerra no Irã, com poucos sinais de que consumidores ou empresas tenham reduzido suas atividades em resposta ao aumento dos preços do petróleo”, afirmou Thomas Pugh, economista-chefe da empresa de contabilidade RSM UK. “Olhando para o futuro, porém, é provável que o crescimento desacelere.”

update 8h27

Congresso aprova aval a despesa fora do limite, mas garante ajuste de R$ 10 bi em 2027

Texto também prevê benefícios tributários para fertilizantes e antecipa despesas extra teto de Defesa Nacional, saúde e educação.

update 8h26

Vale prevê elevar produção de cobre com expansão de Salobo até 2028

A Vale Base Metals, subsidiária da Vale (VALE3), avançou para a fase de execução do projeto de Flotação de Partículas Grossas (CPF, na sigla em inglês) no complexo de cobre de Salobo, no Pará, e agora espera iniciar a operação no primeiro semestre de 2028, cerca de um ano antes do previsto inicialmente, informou a companhia em comunicado na noite de quarta-feira. Segundo a companhia, a revisão do cronograma decorre de medidas de otimização e melhorias na execução do projeto, que também contribuíram para elevar os retornos esperados. A mineradora estima que o CPF acrescentará 6 milhões de toneladas à capacidade anual de processamento de minério de Salobo, elevando o total para 42 milhões de toneladas por ano. A iniciativa poderá aumentar a produção anual de cobre em até 30 mil toneladas contidas em concentrado, além de gerar cerca de 15 mil onças de ouro como subproduto.

update 8h25

Raízen Energia pede à CVM conversão de registro de categoria B para A

A conversão de registro faz parte da reestruturação societária do grupo Raízen.

update 8h23

Ucrânia ataca terminais de grãos russos e acende alerta para mercados de alimentos

Moscou alertou para uma possível interrupção no abastecimento global de alimentos.

update 8h20

Irã e EUA apresentam reivindicações conflitantes sobre controle do Estreito de Ormuz

O Estreito de Ormuz está “sob o controle e a gestão do Irã”, afirmou nesta quinta-feira o chefe da unidade paramilitar iraniana Basij, Hossein Taeb, um dia depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, disse que os EUA tinham “controle total” sobre a via navegável estratégica. Taeb disse que os Estados Unidos tentaram minar o que ele descreveu como a popularidade da República Islâmica na região, iniciando mais uma guerra no Estreito de Ormuz, mas foram mais uma vez derrotados, apesar de alegarem que o Irã não possui nem força aérea nem marinha. “Hoje vocês veem que o Estreito de Ormuz está sob a gestão e o controle da República Islâmica”, declarou Taeb, segundo a agência de notícias semioficial Fars, acrescentando que o Irã continua seguindo seu curso com total segurança. Após o início da guerra, deflagrada por ataques dos EUA e de Israel contra o Irã em 28 de fevereiro, Teerã praticamente fechou o estreito, por onde anteriormente transitava um quinto do petróleo e do gás natural liquefeito do mundo. Posteriormente, os EUA impuseram um bloqueio naval à navegação e aos portos iranianos, ao mesmo tempo em que afirmavam que protegeriam a liberdade de navegação para embarcações que se dirigissem a portos não iranianos ou deles partissem. (Reuters)

update 8h16

CSN tem prejuízo líquido de R$ 773 milhões no 2T, 495% maior que o de um ano atrás

No período atual, o Ebitda ajustado fechou em R$ 2,77 bilhões, alta de 4,9% na comparação anual.

update 8h14

Lucro da CSN Mineração sobe para R$ 219,4 mi no 2° tri

O resultado operacional medido pelo lucro antes ⁠de ‌juros, impostos, depreciação e ⁠amortização (Ebitda) ajustado recuou cerca de 20% ano a ano.

update 8h12

Barris de petróleo caem 2%

Os preços do petróleo operam em baixa, à medida que os investidores avaliam a queda na demanda em meio às tensões no Oriente Médio. A Agência Internacional de Energia afirmou que a demanda global por petróleo deverá cair ainda mais este ano do que o previsto anteriormente. As cotações do minério de ferro na China fecharam em baixa, com a redução das perdas das siderúrgicas e a firmeza dos custos de frete contrabalançando a queda nas exportações de aço da China.

  • Petróleo WTI, -2,09%, a US$ 81,53 o barril
  • Petróleo Brent, -1,96%, a US$ 87,24 o barril
  • Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, -0,21%, a 705,00 iuanes (US$ 104,54)
update 8h09

Bolsas da Ásia encerram dia de forma mista

Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam mistos, com o Kospi, da Coreia do Sul, subindo 3,6%. O índice Nikkei 225, do Japão, avançou 1,16%. O índice de referência australiano S&P/ASX 200 caiu 0,23%. As ações chinesas encerraram em baixa nesta quinta-feira, já que os avanços iniciais nas ações do setor de óptica co-embalada (CPO) perderam força e não conseguiram compensar as perdas nas ações do setor de metais. “Os investidores estão preocupados com a possibilidade de que as tendências de consumo fraco possam limitar a expansão da carga publicitária e o crescimento da receita, enquanto os investimentos em IA podem levar mais tempo para gerar retornos proporcionais”, afirmaram analistas do UBS em uma nota aos clientes.

  • Shanghai SE (China), -0,50%
  • Nikkei (Japão): +1,16%
  • Hang Seng Index (Hong Kong): -0,17%
  • Nifty 50 (Índia): -0,20%
  • ASX 200 (Austrália): -0,23%
update 8h06

Bolsas da Europa operam na maioria com ganhos

Os mercados europeus operam majoritariamente em alta, com investidores repercutindo dados da região. O PIB do Reino Unido real cresceu 0,4% no segundo trimestre, abaixo dos 0,6% registrados no trimestre anterior, mas em linha com as expectativas, informou o Escritório Nacional de Estatísticas do Reino Unido nesta quinta-feira. O PIB mensal registrou alta de 0,3%, após não ter apresentado crescimento em maio.

  • STOXX 600: +0,24%
  • DAX (Alemanha): +0,55%
  • FTSE 100 (Reino Unido): -0,23%
  • CAC 40 (França): +0,18%
  • FTSE MIB (Itália): +0,48%
update 8h03

EUA: índices futuros avançam com quedas dos barris de petróleo

Os índices futuros dos EUA operam em alta nesta quinta-feira (13), após o índice de preços ao consumidor (CPI) de julho reforçar as expectativas de que o Federal Reserve (Fed) não aumentará as taxas de juros no próximo mês. Agora, o mercado aguarda o índice de preços ao produtor (PPI) de julho, divulgado nesta quinta, para avaliar se as pressões inflacionárias seguem arrefecendo e calibrar as apostas para a próxima decisão do Fed. O indicador está previsto para sair às 9h30 (horário de Brasília). Ao mesmo tempo, o impasse em torno do Estreito de Ormuz mantém os riscos para a inflação e a volatilidade do petróleo no radar dos investidores, adicionando uma fonte de incerteza para a trajetória dos juros americanos.

  • Dow Jones Futuro: +0,22%
  • S&P 500 Futuro: +0,19%
  • Nasdaq Futuro: +0,11%
update 8h01

Abertura de mercados

As atenções dos investidores no exterior se voltam de novo ao conflito no Oriente Médio nesta quinta-feira após dados de inflação nos Estados Unidos em linha com o esperado, em meio à queda nos preços do petróleo, enquanto na cena nacional o presidente do Banco Central e balanços corporativos ficam no radar. A atenção agora se volta aos dados de preços ao produtor nos EUA, às 9h30, para confirmar se as pressões inflacionárias estão diminuindo. Operadores reduziram suas apostas em uma alta dos juros nos EUA em setembro, passando a precificar 65% de probabilidade de manutenção pelo Fed no próximo mês, ante 50% na quarta-feira, antes da divulgação de dados econômicos e dos números mais recentes de inflação. Os preços do petróleo recuavam nesta sessão, conforme sinais de demanda menor compensavam o impasse nas negociações de paz envolvendo o Irã. Na agenda nacional, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, particia às 14h30 da abertura do evento “30 anos de atuação do FGC”, promovido pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC), em São Paulo. Já o presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa de reunião para apesentação de dados sobre o emprego formal no Brasil, às 15h, no Ministério do Trabalho. Entre as empresas, divulgam seus resultados após o fechamento do mercado MBRF, Braskem, Cemig, CPFL, Cyrela, Yduqs e Raízen. (Reuters)

 

update 7h54

Principais índices em Nova York fecharam ontem de forma mista

Investidores em Wall Street ficaram aliviados com o relatório de inflação ao consumidor (CPI) de julho, que veio totalmente dentro do esperado, diminuindo a pressão sobre o Federal Reserve na questão dos juros. “A inflação em linha com as expectativas manterá intacta a narrativa de que ‘não há necessidade de aumentar as taxas de juros’, que ganhou força após o relatório de empregos da semana passada”, disse à CNBC Ellen Zentner, estrategista-chefe de economia da Morgan Stanley Wealth Management. “Haverá outra rodada de dados de inflação antes da reunião do FOMC em setembro, então o cenário ainda pode mudar. Mas, a menos que esses números tenham uma história muito diferente, o Fed provavelmente ainda estará em posição de manter as taxas inalteradas no próximo mês”.

Dia (%)Pontos
Dow Jones-0,0453.767,87
S&P 500+0,267.748,53
Nasdaq+0,5426.588,49
update 7h52

DIs: juros futuros fecharam ontem com altas ao longo da curva

Taxa (%)Variação (pp)
DI1F2713,7550,000
DI1F2813,9350,040
DI1F2914,2500,070
DI1F3114,4800,070
DI1F3214,5600,070
DI1F3314,5850,070
DI1F3414,5800,075
DI1F3514,5900,070
update 7h50

Dólar comercial terminou com alta de 0,36%

O dólar comercial emendou a terceira alta seguida frente ao real. O movimento foi na mesma direção da moeda norte-americana ante outras divisas de países emergentes, com o DXY, o índice dólar, com mais 0,18%, aos 100,01 pontos.

  • Venda: R$ 5,179
  • Compra: R$ 5,179
  • Mínima: R$ 5,137
  • Máxima: R$ 5,181
update 7h48

Maiores baixas, maiores altas e mais negociadas de ontem

Maiores baixas

Dia (%)Valor (R$)
BRKM5-7,805,20
DIRR3-4,7210,49
TOTS3-4,1529,32
CEAB3-3,348,38
AZZA3-2,7015,88

Maiores altas

Dia (%)Valor (R$)
EMBJ34,0096,18
CMIN33,955,79
GGBR42,9824,88
GOAU42,8110,98
SUZB32,6541,45

Mais negociadas

NegóciosDia (%)
PETR461.880-0,50
ITUB456.658-1,46
BPAC1153.043-1,06
RENT342.392-1,76
AXIA341.6771,21
update 7h45

Ibovespa terminou ontem com baixa de 0,23%, aos 167.491,07 pontos

  • Máxima: 168.309,55
  • Mínima: 167.141,82
  • Diferença para a abertura: -383,57 pontos
  • Volume: R$ 31,60 bilhões

Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:

  • Segunda-feira (10): -0,19%
  • Terça-feira (11): -2,50%
  • Quarta-feira (12): -0,23%
  • Semana: -2,91%
  • Agosto: -5,90%
  • 3T26: -2,64%
  • 2026: +3,95%

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