
Ibovespa hoje
- Mercados digerem decisão do BC e pesquisas eleitorais.
- AtlasIntel: Flávio tem 47,2% e Lula, 46,8%, em empate técnico no 2º turno.
- Petrobras aumentará preço do diesel para distribuidoras, mas com desconto por subvenção impacto será neutro.
- Day trade hoje: confira o que esperar de mini dólar e mini-índice.
Confira as últimas dos mercados
Bradsaúde (SAUD3) e Rede D’Or (RDOR3) ampliam parceria com novo projeto em Jundiaí
Índia reage à aprovação de projeto de sanções contra a Rússia pelos EUA
O Ministério das Relações Exteriores da Índia disse ter tomado nota da aprovação da Lei de Sanções à Rússia no Congresso dos EUA e que está “monitorando” os desdobramentos sobre o tema, em comunicado publicado nesta quinta-feira. “Como afirmado em diversas ocasiões anteriores, a Índia permanece firmemente comprometida em garantir a segurança energética para seus 1,4 bilhão de habitantes. O país continuará a fazê-lo por meio da diversificação de fornecedores e com base nas dinâmicas de mercado em evolução”, ressaltou a pasta na nota. No comunicado, a Índia menciona que a questão foi discutida em “alto nível” nos últimos meses com diversos interlocutores americanos e alertou que as “potenciais implicações” foram “articuladas de forma muito clara” pelo lado indiano não apenas para a relação bilateral, mas também para o mercado internacional de energia.
Caso Master: cresce percepção de envolvimento de aliados de Bolsonaro, mostra Atlas
Atlas mostra avanço de 12,9 pontos na associação do escândalo ao campo bolsonarista; percepção sobre aliados de Lula ficou praticamente estável.
Entre eleição e desaceleração: o que esperar do fim de ano para as ações de bancos?
Revisões de lucro para 2027 trazem cautela ao setor, mas expectativa sobre eleições e juros segue sustentando o interesse dos investidores por bancos.
Huawei afirma que demanda por chips de IA supera oferta e intensifica concorrência com a Nvidia
A Huawei Technologies não consegue produzir equipamentos de computação para inteligência artificial em quantidade suficiente para atender à demanda na China e está limitando as vendas no exterior, afirmou nesta quinta-feira o presidente rotativo do conselho de administração Eric Xu, à medida que a gigante chinesa da tecnologia intensifica sua concorrência com a Nvidia. Xu disse que os testes com o chip de IA Ascend 950DT da Huawei produziram bons resultados e que a empresa está em discussões aprofundadas com desenvolvedores chineses de modelos de IA. Ele espera que muitos deles comecem a treinar modelos em sistemas que utilizam o chip no próximo ano. “Como não temos capacidade suficiente nem mesmo para atender à demanda na China, não temos planos de expandir para o mercado internacional de forma plena”, disse Xu a repórteres na conferência Huawei Connect, realizada pela empresa em Xangai.
Trump ameaça cortar comércio com UE após convite para Canadá ser membro associado
“Acho isso ridículo”, disse Trump aos repórteres quando questionado sobre o plano divulgado pela presidente da UE, Ursula von der Leyen.
Premiê do Japão mantém ministro da Economia em reforma de gabinete e promete acelerar planos de gastos
A primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, prometeu acelerar as políticas destinadas a impulsionar o crescimento após manter seus principais ministros em uma reforma ministerial, incluindo o aliado reflacionista Minoru Kiuchi como ministro da Economia, sinalizando sua determinação em implementar seus planos de gastos elevados. As políticas de Takaichi têm se mostrado polêmicas dada a enormidade da dívida pública do Japão. Sua decisão de promover um corte de impostos por dois anos sobre itens alimentícios provocou uma onda de vendas de títulos, bem como críticas dos Estados Unidos, colocando-a sob pressão para atender aos pedidos do mercado por disciplina fiscal. Takaichi afirmou que seu novo gabinete buscará aumentar o potencial de crescimento econômico do Japão por meio do estímulo ao investimento, aos lucros das empresas e à renda das famílias, o que, por sua vez, aumentará a arrecadação tributária. “Sem crescimento econômico, não podemos manter a sustentabilidade fiscal”, disse Takaichi em coletiva de imprensa após o anúncio da composição do gabinete.
AtlasIntel: Flávio tem 47,2% e Lula, 46,8%, em empate técnico no 2º turno
Diferença entre os dois é de 0,4 ponto; nos votos válidos, senador aparece com 50,2% e presidente, com 49,8%.
Petrobras aumentará preço do diesel para distribuidoras, mas com desconto por subvenção impacto será neutro
A Petrobras informou que aumentará o preço médio do diesel para distribuidoras em R$1 por litro pelo prazo de 30 dias, a partir de quinta-feira, segundo comunicado divulgado nesta quarta-feira. O ajuste será acompanhado da concessão de desconto no mesmo valor no âmbito da subvenção econômica instituída pelo governo federal, disse a estatal no comunicado. Dessa forma, os preços de venda da Petrobras para as distribuidoras permanecerão inalterados.
Barris de petróleo recuam em meio a aumento da oferta de petróleo saudita
Os preços do petróleo operam em baixa, uma vez que o aumento da oferta de petróleo bruto saudita aliviou as preocupações com possíveis interrupções nas exportações do reino. As cotações do minério de ferro na China subiram pela segunda sessão consecutiva, com as siderúrgicas chinesas intensificando as compras por via marítima antes de um feriado nacional.
- Petróleo WTI, -1,74%, a US$ 100,65 o barril
- Petróleo Brent, -2,20%, a US$ 103,50 o barril
- Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, +0,28%, a 710,50 iuanes (US$ 105,94)
Bolsas da Europa avançam em meio à queda dos barris de petróleo
As ações europeias registram ligeira alta nesta quinta-feira, com o apetite pelo risco se fortalecendo à medida que os preços do petróleo bruto continuavam a cair e a onda global de vendas de títulos se acalmava um pouco após o Federal Reserve ter anunciado um aumento da taxa de juros amplamente esperado. A atenção agora se volta para o Banco da Inglaterra, que, segundo amplas expectativas, deve manter as taxas de juros inalteradas ainda hoje. O Fed, em uma decisão amplamente esperada na quarta-feira, elevou as taxas de juros em 25 pontos-base e sinalizou mais aumentos nos próximos meses. Os rendimentos dos títulos públicos globais eram negociados em uma faixa estável ou em baixa no início do dia, após atingirem máximas de vários meses no início deste mês.
- STOXX 600: +0,46%
- DAX (Alemanha): +0,49%
- FTSE 100 (Reino Unido): +0,24%
- CAC 40 (França): +0,23%
- FTSE MIB (Itália): +0,50%
EUA: índices futuros avançam após Fed elevar juros
Os índices futuros dos EUA operam em alta nesta quinta-feira (17), enquanto os preços do petróleo recuam, aumentando as esperanças de que a inflação possa ser mantida sob controle depois que o Federal Reserve (Fed) elevou as taxas de juros e sinalizou um maior aperto monetário no futuro. Em uma decisão amplamente esperada, o Fed elevou a taxa básica de juros em 0,25 ponto percentual na quarta-feira, levando a meta para a faixa de 3,75% a 4%. Agora, os mercados estão avaliando os próximos passos após o aumento da taxa de juros e a promessa de conter a inflação, o que aliviou parte da pressão sobre os preços. A queda nos preços do petróleo reforçará ainda mais a esperança de que os piores temores em relação à inflação não se concretizem.
- Dow Jones Futuro: +0,70%
- S&P 500 Futuro: +0,81%
- Nasdaq Futuro: +1,05%
Abertura de mercados
Os mercados nacionais reagem nesta quinta-feira ao comunicado do Banco Central em que deixa em aberto os próximos passos para a política monetária, enquanto avaliam novas pesquisas eleitorais. Na véspera, o BC cortou a Selic em 0,25 ponto percentual, a 13,75% ao ano, e deixou os próximos passos em aberto ao afirmar que o atual cenário de incerteza demanda serenidade e cautela na condução da política monetária. Foi a última reunião antes da eleição presidencial em outubro. Mais cedo, pesquisa AtlasIntel/Bloomberg mostrou que o senador Flávio Bolsonaro (PL) ampliou sua vantagem sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um eventual segundo turno, embora os candidatos permaneçam em empate técnico. Também está prevista para esta quinta a divulgação de pesquisa Datafolha. No exterior, as ações globais avançavam e o dólar se mantinha próximo da máxima de sete semanas, depois que o Federal Reserve promoveu seu primeiro aumento de juros em mais de três anos. Uma queda nos preços do petróleo ajudava ainda a acalmar a liquidação nos mercados globais de títulos. (Reuters)
Principais índices em Nova York fecharam ontem com novas perdas
Investidores em Wall Street reagiram à decisão do Federal Reserve de aumentar as taxas de juros, um movimento já esperado, mas comunicado e entrevista coletiva do presidente da instituição, Kevin Warsh, pouyco entregaram. Art Hogan, estrategista-chefe de mercado da B. Riley Wealth, observou que, embora o que o Fed tenha anunciado estivesse “dentro do consenso”, os comentários “mais agressivos” de Warsh podem significar que os rendimentos mais altos vieram para ficar por um tempo. “O mercado está se baseando atualmente na alta do rendimento dos títulos de 10 anos, que voltou a ultrapassar 5%, um nível psicológico enorme”, disse à CNBC. Essa reação na curva de juros, bem como a perspectiva de inflação alta por um período prolongado, podem “se tornar obstáculos para os mercados no curto prazo”, acrescentou.
| Dia (%) | Pontos | |
| Dow Jones | -1,18 | 51.462,55 |
| S&P 500 | -0,44 | 7.552,24 |
| Nasdaq | -0,01 | 25.978,42 |
DIs: juros futuros fecharam ontem com baixas por toda a curva
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F27 | 13,580 | 0,000 |
| DI1F28 | 13,625 | -0,045 |
| DI1F29 | 13,865 | -0,075 |
| DI1F31 | 14,070 | -0,160 |
| DI1F32 | 14,160 | -0,165 |
| DI1F33 | 14,190 | -0,180 |
| DI1F34 | 14,205 | -0,180 |
| DI1F35 | 14,195 | -0,195 |
Dólar comercial terminou ontem com baixa de 0,06%
O dólar comercial voltou a cair frente ao real, após duas altas seguidas. O movimento foi na direção contrária da moeda norte-americana ante outras divisas de países desenvolvidos, com o DXY, o índice dólar, com mais 0,64%, aos 100,25 pontos.
- Venda: R$ 5,151
- Compra: R$ 5,151
- Mínima: R$ 5,137
- Máxima: R$ 5,166
Maiores baixas, altas e mais negociadas de ontem
Maiores baixas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| PRIO3 | -4,72 | 62,58 |
| PETR3 | -4,27 | 53,83 |
| PETR4 | -3,53 | 48,65 |
| USIM5 | -3,17 | 7,03 |
| BRAP4 | -2,93 | 20,85 |
Maiores altas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| MGLU3 | 6,64 | 5,94 |
| ASAI3 | 4,66 | 10,10 |
| CSNA3 | 4,03 | 6,46 |
| RADL3 | 4,01 | 20,23 |
| LREN3 | 3,14 | 11,50 |
Mais negociadas
| Negócios | Dia (%) | |
| PETR4 | 71.952 | -3,53 |
| VALE3 | 56.739 | -2,14 |
| BBAS3 | 37.520 | 3,04 |
| BPAC11 | 36.223 | 1,05 |
| SBSP3 | 35.880 | 0,59 |
Ibovespa terminou ontem com queda de 0,51%, aos 185.547,66 pontos
- Máxima: 186.738,25
- Mínima: 184.753,98
- Diferença para a abertura: -954,98 pontos
- Volume: R$ 29,80 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (14): -0,91%
- Terça-feira (15): +0,54%
- Quarta-feira (16): -0,51%
- Semana: -0,89%
- Setembro: +4,58%
- 3T26: +7,86%
- 2026: +15,16%
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