Ibovespa Hoje
- Day Trade hoje: Ibovespa sobe pela 3ª sessão e traders avaliam próximos níveis.
- Inflação no Brasil, seguro-desemprego nos EUA e petróleo entre os destaques desta quinta.
- Petróleo volta a superar US$ 100 após novas ameaças em Ormuz; guerra no Oriente Médio provoca interrupção recorde na oferta.
Irã adverte os EUA para não demonstrarem ‘agressão’ contra as ilhas iranianas
Novos ataques do Irã desafiam afirmação de Trump de que teria vencido guerra
Vários navios foram incendiados e o petróleo voltou a disparar, com o mercado apreensivo sobre a real situação do conflito.
Day Trade hoje: Ibovespa sobe pela 3ª sessão e traders avaliam próximos níveis
Confira os pontos de suporte e resistência do mini-índice e minidólar.
Austrália pede que pessoal não essencial deixe as embaixadas de Israel e Emirados Árabes
Tailândia exige que Irã se desculpe por ter atacado navio do país, aumentando as tensões para além do Golfo
Mercados da Europa apresentam quedas em sua maioria
As ações europeias ampliam as perdas da véspera conforme investidores enfrentavam o aumento nos preços do petróleo, o que exacerbou as preocupações com a inflação em meio à guerra no Oriente Médio. A inflação pode aumentar na Europa, que depende fortemente das importações de petróleo, se os preços do petróleo bruto permanecerem elevados por um período prolongado, aumentando a pressão sobre o já morno crescimento regional. “As ações europeias (são) vistas como tipos de ativos mais vulneráveis, já que a Europa é, obviamente, uma economia que consome muita energia, com muitas empresas de manufatura que dependem dos preços dos combustíveis (e) um componente muito grande e importante da estrutura de custos”, disse Marija Veitmane, chefe de pesquisa de ações da State Street. Os mercados monetários estão precificando alta da taxa de juros pelo Banco Central Europeu em julho, com 85% de probabilidade de outro aumento em dezembro, uma mudança radical em relação às expectativas de antes do início do conflito, quando eles apostavam em um corte de juros.(Reuters)
- STOXX 600: -0,21%
- DAX (Alemanha): +0,18%
- FTSE 100 (Reino Unido): -0,24%
- CAC 40 (França): -0,37%
- FTSE MIB (Itália): -0,45%
- IBEX 35 (Espanha): -0,85%
CSN tem prejuízo líquido de R$ 721 milhões no 4º trimestre, alta anual de 748%
AIE: guerra no Oriente Médio provoca interrupção recorde na oferta de petróleo
Organização prevê crescimento de 1,1 milhão de barris por dia (bpd) na oferta neste ano, ante os 2,4 milhões de bpd estimados anteriormente.
Mercados da Ásia fecham dia no negativo
As ações da China e de Hong Kong caíram com a diminuição do apetite dos investidores pelo risco em meio a poucos sinais de que a guerra entre os EUA, Israel e o Irã terminará em breve. As ações do setor energético tiveram melhor desempenho, com os índices de energia onshore e offshore subindo 2,5% e 2,3%, respectivamente, e o índice de carvão ganhando 4,7% após o petróleo Brent ultrapassar US$100 por barril. O Irã incendiou dois navios petroleiros em águas iraquianas ao intensificar os ataques a instalações petrolíferas e de transporte em todo o Oriente Médio, alertando que o mundo deve se preparar para um preço do petróleo de US$ 200 por barril, desafiando a afirmação do presidente Donald Trump de que os EUA já haviam vencido a guerra. Analistas do UBS afirmaram em uma nota aos clientes que os investidores geralmente consideram improvável um aumento dramático do preço do petróleo, como US$ 200 por barril, sem uma grande perturbação, como uma atividade militar que cause um bloqueio prolongado das rotas marítimas. (Reuters)
- Shanghai SE (China), -0,10%
- Nikkei (Japão): -1,05%
- Hang Seng Index (Hong Kong): -0,70%
- Nifty 50 (Índia): -0,95%
- ASX 200 (Austrália): -1,31%
Futuros de gás natural com entrega em abril caem 0,97% nesta manhã
Futuros do petróleo voltam a subir e chegam a passar novamente dos US$ 100
Os preços do petróleo voltam a subir, apesar dos países-membros da Agência Internacional de Energia terem liberado uma quantidade recorde de barris da reserva estratégica, com a tentativa de equilibrar a oferta. Não teve jeito: os preços chegaram novamente a ultrapassar os US$ 100, após os movimentos de guerra terem se acentuado no Estreito de Ormuz, paralisando a produção no Iraque também.
- WTI (para abril): +5,04%, a US$ 91,65
- Brent (para maio): +5,43%, a US$ 96,97
EUA: índices futuros apresentam baixas
Os índices futuros dos EUA novamente recuam e mais uma vez impactados pela alta dos preços do petróleo, já que a guerra no Irã afetou o fornecimento de energia através do transporte de navios pelo Estreito de Ormuz. Os investidores temem o problema da inflação se agrave. A liberação de reservas estratégicas de petróleo não amenizaram o problema. “A questão crucial é: por que o mercado está em alta apesar dessa grande liberação de petróleo? Primeiro, não há sinais de desescalada no Golfo Pérsico, portanto, não há fim à vista para as interrupções no fluxo de petróleo pelo Estreito de Ormuz”, afirmaram estrategistas do banco holandês ING em uma nota republicada pela CNBC. “Como já dissemos repetidamente, a única maneira de os preços do petróleo caírem de forma sustentada é com a retomada do fluxo de petróleo pelo Estreito de Ormuz. Caso contrário, as máximas do mercado ainda estão por vir”.
- Dow Jones Futuro: -0,60%
- S&P 500 Futuro: -0,49%
- Nasdaq Futuro: -0,44%
Índia: índice de preços ao consumidor em fevereiro sobe 3,21% em relação a fevereiro de 2025, acima dos 2,73% do mês anterior
África do Sul: produção industrial de janeiro recua 0,7% em relação a janeiro de 2025
Em dezembro, na comparação com dezembro de 2024, houve queda de 1,5% (revisada de menos 1,4%).
África do Sul: produção industrial de janeiro sobe 1,5% em relação a dezembro
Em dezembro, na comparação com novembro, houve queda de 1,3% (revisada de menos 1,2%).
Inflação no Brasil, seguro-desemprego nos EUA e petróleo entre os destaques desta 5ª
A sessão desta quinta-feira tem como destaque a divulgação dos dados do IPCA do mês de fevereiro, pelo IBGE, às 9h.
Abertura dos mercados
Ataques a petroleiros no Golfo Pérsico destruíram qualquer perspectiva de redução iminente do conflito no Oriente Médio e elevaram os preços do petróleo para acima de US$ 100 por barril nesta quinta-feira, o que reacendia preocupações com a inflação. Dois petroleiros em águas iraquianas foram atingidos por barcos iranianos carregados de explosivos, disseram autoridades de segurança do Iraque, enquanto uma autoridade iraquiana afirmou à mídia estatal que seus portos de petróleo “interromperam completamente as operações”. O petróleo tipo Brent chegou a saltar 10,4%, a US$ 101,59 o barril, mesmo depois de a Agência Internacional de Energia ter anunciado na véspera o plano de liberar um recorde de 400 milhões de barris de petróleo de suas reservas. Mensagens conflitantes do presidente dos EUA, Donald Trump, deixaram operadores receosos de serem pegos de surpresa, levando muitos a se afastar ou buscar refúgio em ativos considerados seguros. Na agenda nacional, o presidente Lula participa de cerimônia de anúncio de investimentos em infraestrutura de transportes no Paraná, às 11h, no Planalto. O mercado acompanha também a divulgação às 9h dos dados de fevereiro do IPCA e, na temporada de balanços, divulgam seus resultados após o fechamento Magazine Luiza (MGLU3), Energisa (ENGI11) e Hypera (HYPE3). (Reuters)
Principais índices em Nova York fecharam ontem mais um dia de forma mista
Investidores em Wall Street não se empolgaram com a decisão da Agência Internacional de Energia, de liberar reservas estratégicas de petróleo, em torno de 400 milhões de barrir. A decisão tomada pela AIE “não resolve as outras questões que afetarão a economia global”, disse à CNBC Ron Albahary, diretor de investimentos da Laird Norton Wetherby. Ele citou produtos refinados que passam pelo Estreito de Ormuz, como o combustível de aviação, como um dos problemas apresentados. “Acho que os mercados estão tentando entender qual é a saída neste momento. Ambos os lados estão irredutíveis, e é difícil imaginar como isso terá um desfecho positivo para o outro lado no curto prazo”. Além disso, receberam com indiferença o novo dado de inflação de fevereiro, que veio dentro do esperado, mas já nasceu antiquado, afinal não pega os impactos da guerra no Irã.
| Dia (%) | Pontos | |
| Dow Jones | -0,61 | 47.417,21 |
| S&P 500 | -0,08 | 6.775,78 |
| Nasdaq | 0,08 | 22.716,13 |
DIs: juros futuros terminaram ontem com altas por toda a curva
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F27 | 13,710 | 0,150 |
| DI1F28 | 13,175 | 0,145 |
| DI1F29 | 13,200 | 0,115 |
| DI1F31 | 13,495 | 0,080 |
| DI1F32 | 13,585 | 0,070 |
| DI1F33 | 13,640 | 0,065 |
| DI1F34 | 13,665 | 0,070 |
| DI1F35 | 13,660 | 0,050 |
Dólar comercial fechou ontem com leve alta de 0,03%
O dólar comercial voltou a subir diante do real, após três baixas seguidas. O movimento foi na mesma direção da divisa norte-americana no resto do planeta, que na comparação com as principais moedas do mundo fez o índice DXY ficar com mais 0,39%, aos 99,22 pontos.
- Venda: R$ 5,158
- Compra: R$ 5,158
- Mínima: R$ 5,147
- Máxima: R$ 5,183
Maiores baixas, altas e mais negociadas de ontem
Maiores baixas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| RAIZ4 | -5,77 | 0,49 |
| MBRF3 | -4,24 | 16,47 |
| CSAN3 | -2,29 | 5,97 |
| ALOS3 | -2,14 | 30,23 |
| AURE3 | -2,06 | 11,91 |
Maiores altas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| PETR3 | 4,89 | 48,94 |
| PETR4 | 4,36 | 44,80 |
| CURY3 | 4,13 | 37,30 |
| LREN3 | 3,02 | 15,68 |
| BRKM5 | 2,38 | 12,04 |
Mais negociadas
| Negócios | Dia (%) | |
| PETR4 | 82.191 | 4,36 |
| PRIO3 | 47.738 | 0,76 |
| VALE3 | 43.751 | -0,88 |
| B3SA3 | 38.778 | -0,66 |
| SMFT3 | 33.806 | 2,24 |
Ibovespa encerrou ontem com alta de 0,28%, aos 183.969,35 pontos
- Máxima: 185.714,27
- Mínima: 182.021,14
- Diferença para a abertura: +522,35 pontos
- Volume: R$ 25,90 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (9): +0,86%
- Terça-feira (10): +1,40%
- Quarta-feira (11): +0,28%
- Semana: +2,57%
- Março: -2,55%
- 1T26: +14,18%
- 2026: +14,18%
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