
Ibovespa hoje
- Investidores reagem à cautela do BC; BCE e Banco da Inglaterra decidem juros hoje.
- Petróleo ultrapassa US$ 115 após ataques a instalações energéticas no Oriente Médio.
- No 20º dia da guerra, Irã intensifica ataques contra infraestrutura do Golfo Pérsico.
- Day trade hoje: confira o que esperar de mini dólar e mini-índice.
Confira as últimas dos mercados
Trump diz que Israel não voltará a atacar campo de gás do Irã após ter agido “violentamente”
No 20º dia da guerra, Irã intensifica ataques contra infraestrutura do Golfo Pérsico
Sirenes de alerta soaram em vários países da região e também em Israel por causa da nova ofensiva iraniana, no 20º dia da guerra no Oriente Médio.
Iene sobe e dólar oscila com BC do Japão e Fed mantendo taxas de juros inalteradas
O dólar se mantinha estável nesta quinta-feira, enquanto o iene se valorizava ligeiramente em relação ao dólar, depois que o Banco do Japão deixou as taxas de juros inalteradas e seu governador, Kazuo Ueda, fez declarações sobre o impacto da guerra no Irã. O iene subia 0,3%, em 159,40 por dólar, após ter se valorizado durante as declarações de Ueda. O Banco do Japão manteve sua taxa de juros em 0,75% e confirmou sua avaliação de que a economia está se recuperando moderadamente. Ueda foi mais cauteloso do que de costume em seus comentários na coletiva de imprensa, disse David Chao, estrategista de mercado global para a região Ásia-Pacífico da Invesco em Cingapura. A decisão do Banco do Japão ocorre no meio de um período crucial das principais reuniões dos bancos centrais, com os operadores buscando pistas sobre como os formuladores de políticas monetárias responderão ao impacto nos preços da energia. O Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC na sigla em inglês) manteve as taxas de juros estáveis na quarta-feira e projetou uma inflação mais alta, desemprego estável e uma única redução nos custos de empréstimos este ano, um cenário que, segundo o chair do Fed, Jerome Powell, está sujeito a um nível de incerteza excepcionalmente alto, à medida que as autoridades de política monetária avaliam os ataques dos EUA e de Israel ao Irã. (Reuters)
Eneva vence 5 GW em leilão e terá 2 novos hubs de gás, com investimentos de R$18,2 bi
A Eneva conquistou contratos equivalentes a 5,06 gigawatts (GW) de capacidade no leilão realizado pelo governo, recontratando usinas já existentes e viabilizando a construção de dois novos “hubs” de usinas e terminais de gás, com investimentos totais estimados em R$18,2 bilhões, informou a companhia na noite de quarta-feira. Em paralelo, a empresa também entrou como fornecedora de gás para outros vencedores do certame da véspera, contratando um total de 4,2 milhões de m³/dia por 15 anos a partir de 01 de outubro de 2028, e de 1,3 milhão de m³/dia por 10 anos a partir de 01 de agosto de 2031. Dos ativos existentes de seu portfólio, a Eneva conseguiu novos contratos para as usinas Povoação 1, Viana 1 e Luiz Oscar Rodrigues de Melo, que passarão a fornecer potência ao sistema elétrico a partir deste ano por mais 10 anos. Também foram recontratadas usinas do Complexo Parnaíba, no Maranhão, para início de disponibilidade em 2028 e 2029, por 10 anos, e as duas termelétricas a carvão, em Itaqui (MA) e Pecém (CE).
Tarcísio desembarca em Brasília e tenta articular domiciliar a Bolsonaro
Governador também terá encontro com Flávio e Valdemar em meio à indefinição do palanque em SP.
Ministra das Finanças do Japão diz que está em alerta máximo para volatilidade cambial
A ministra das Finanças do Japão, Satsuki Katayama, disse nesta quinta-feira que as autoridades estão em alerta máximo para a volatilidade do mercado cambial, apontando para eventos que podem movimentar o mercado. “Hoje é um dia em que os jogadores especulativos podem estar ativos”, disse Katayama em uma coletiva de imprensa, citando a decisão de política monetária do Banco do Japão, uma cúpula Japão-EUA e a incerteza em torno dos acontecimentos no Oriente Médio. O governo está observando os mercados com “um senso extremamente elevado de vigilância” e está preparado para tomar medidas a qualquer momento, disse Katayama, observando que grandes movimentos já estão sendo vistos, em parte devido a movimentos especulativos. (Reuters)
Barril de petróleo tipo Brent dispara 6% com conflito agravado no Oriente Médio
Os preços do petróleo operam em alta, após ataques a algumas das instalações energéticas mais importantes do Oriente Médio, aumentando as preocupações com um impacto mais severo do conflito que já dura quase três semanas. As cotações do minério de ferro na China fecharam no vermelho, devido à redução da pressão sobre a oferta, após a compradora estatal chinesa flexibilizar algumas restrições ao minério de ferro de Jimblebar.
- Petróleo WTI, +0,51%, a US$ 96,81 o barril
- Petróleo Brent, +6,43%, a US$ 114,28 o barril
- Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, -0,55%, a 807,50 iuanes (US$ 117,49)
Bolsas da Europa têm fortes quedas
Os mercados europeus operam em queda nesta quinta-feira, pressionados pela escalada das tensões no Oriente Médio após ataques à infraestrutura energética no Irã e no Catar. Além do cenário geopolítico, os investidores também adotam postura cautelosa antes de uma rodada decisiva de política monetária na Europa. Estão no radar as decisões do Banco Central Europeu, do Banco da Inglaterra, do Riksbank e do Banco Nacional Suíço, todas previstas para hoje.
- STOXX 600: -2,07%
- DAX (Alemanha): -2,39%
- FTSE 100 (Reino Unido): -1,96%
- CAC 40 (França): -1,76%
- FTSE MIB (Itália): -2,03%
Bolsas da Ásia encerram dia com queda
Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam com baixa, acompanhando as perdas em Wall Street, enquanto a guerra com o Irã alimenta preocupações com o setor energético. Os investidores na Ásia também analisam a decisão do Banco do Japão sobre a taxa de juros, com o banco mantendo-a, como esperado, em 0,75%.
- Shanghai SE (China), -1,39%
- Nikkei (Japão): -3,38%
- Hang Seng Index (Hong Kong): -2,02%
- Nifty 50 (Índia): -2,44%
- ASX 200 (Austrália): -1,65%
EUA: índices futuros recuam no início do dia
Os índices futuros dos EUA operam em baixa nesta quinta-feira (19), ampliando as perdas da véspera, à medida que a escalada do conflito no Oriente Médio impulsiona os preços do petróleo e reforça a preocupação dos investidores com um possível aumento das pressões inflacionárias. Na quarta-feira, os mercados foram abalados por um índice de preços ao produtor (PPI) acima do esperado e por previsões de inflação crescente do Federal Reserve (Fed), o que reduziu as expectativas de afrouxamento monetário. O petróleo Brent foi negociado acima de US$ 113 por barril, à medida que os ataques entre Irã e Israel a instalações energéticas críticas, que também causaram danos extensos à maior planta de exportação de gás natural liquefeito do mundo, no Catar, ampliaram as preocupações com um impacto mais duradouro do conflito.
- Dow Jones Futuro: -0,15%
- S&P 500 Futuro: -0,16%
- Nasdaq Futuro: -0,27%
BC do Japão mantém juros estáveis e alerta para pressão inflacionária da guerra contra o Irã
O Banco do Japão deixou a taxa de juros inalterada nesta quinta-feira, mas manteve seu viés de uma política monetária mais apertada, alertando que o aumento dos preços do petróleo, impulsionado pelo conflito no Oriente Médio, pode exacerbar as pressões inflacionárias. O presidente Kazuo Ueda disse que a diretoria do banco central está um pouco mais focada nos riscos de alta para a inflação do que nos riscos de baixa para o crescimento decorrentes do conflito, mantendo vivas as expectativas do mercado de um aumento dos juros no curto prazo. “Antes do conflito no Oriente Médio, a atividade das famílias e das empresas estava firme. As medidas de estímulo do governo provavelmente sustentarão a economia”, disse Ueda em uma coletiva de imprensa. “Levaremos esses pontos em consideração ao determinar o grau em que o aumento dos preços do petróleo pode pesar sobre a economia por meio da piora dos termos de troca.” Na reunião de dois dias que terminou nesta quinta-feira, o Banco do Japão manteve sua taxa de juros de curto prazo em 0,75%. Hajime Takata, membro da diretoria, repetiu uma proposta malsucedida que fez em janeiro para aumentar os juros a 1,0%, argumentando que o Japão já viu a inflação atingir 2% de forma duradoura.
Copom? Mercado deve seguir de olho em conflito no Oriente Médio, para além de juros
Para economistas, o corte poderia ter sido maior se não fosse a cautela com possível escalada de conflito no Irã.
Abertura de mercados
Investidores nacionais reagem nesta quinta-feira à decisão do Banco Central de cortar a Selic em 0,25 ponto percentual, pregando cautela diante da guerra no Oriente Médio, que vem deixando os bancos centrais de todo o mundo enfrentando dúvidas sobre quando e como lidar com o provável salto na inflação. O Comitê de Política Monetária (Copom) do BC afirmou na véspera que avalia em particular o impacto dos conflitos sobre a cadeia de suprimentos global e os preços de commodities que afetam a inflação no Brasil, e enfatizou que suas projeções para a alta de preços se afastaram da meta de 3%. O anúncio do BC seguiu-se à decisão do Federal Reserve de manter a taxa de juros, movimento que foi seguido pelo Banco do Japão nesta quinta-feira. O dia terá ainda as decisões de política monetária do Banco Central Europeu e do Banco da Inglaterra. Ataques ao campo de gás South Pars, no Irã, à maior usina de gás do mundo no Catar e a refinarias de petróleo na Arábia Saudita e no Kuweit fizeram os preços do petróleo tipo Brent disparar para US$115 o barril LCOc1. Ainda na cena nacional, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ministro da Fazenda, Fernando Haddad, farão um comunicado à imprensa às 19h, em São Bernardo do Campo (SP), em que Haddad deve anunciar sua pré-candidatura ao governo de São Paulo. (Reuters)
Principais índices em Nova York fecharam ontem com fortes perdas
Investidores em Wall Street desanimaram após a leitura de inflação ao produtor (PPI) aparecer mais forte do que o esperado em fevereiro, aumentando as preocupações sobre o impacto das tarifas em um ambiente em que ainda não se conta com o impacto da guerra no Irã. “O número acima do esperado se deve especificamente às tarifas”, disse à CNBC Todd Schoenberger, CIO da CrossCheck Management, observando que metais, insumos industriais e custos de produção estão todos registrando preços mais altos. “Essa é uma inflação estrutural, não temporária, e provavelmente impactará a política monetária até o final do terceiro trimestre. Some-se a isso o aumento nos preços da energia que temos visto desde o início da guerra, que ainda não se refletiu nesses relatórios, e Wall Street está se preparando para uma rápida alta de preços que, claramente, chegará ao consumidor final”.
| Dia (%) | Pontos | |
| Dow Jones | -1,64 | 46.224,68 |
| S&P 500 | -1,36 | 6.624,68 |
| Nasdaq | -1,46 | 22.152,42 |
DIs: juros futuros terminaram ontem com altas por toda a curva
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F27 | 14,200 | 0,065 |
| DI1F28 | 13,750 | 0,115 |
| DI1F29 | 13,755 | 0,150 |
| DI1F31 | 13,895 | 0,140 |
| DI1F32 | 13,925 | 0,135 |
| DI1F33 | 13,945 | 0,135 |
| DI1F34 | 13,915 | 0,120 |
| DI1F35 | 13,915 | 0,130 |
Dólar comercial fechou ontem com alta de 0,90%, na máxima do dia
O dólar comercial voltou a subir diante do real, após duas quedas seguidas. O movimento foi na mesma direção da divisa norte-americana no resto do planeta, que na comparação com as principais moedas do mundo fez o índice DXY ficar com mais 0,58%, aos 100,15 pontos.
- Venda: R$ 5,246
- Compra: R$ 5,245
- Mínima: R$ 5,246
- Máxima: R$ 5,185
Maiores baixas, altas e mais negociadas de ontem
Maiores baixas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| HAPV3 | -4,76 | 8,21 |
| YDUQ3 | -4,62 | 9,90 |
| CSNA3 | -4,42 | 6,06 |
| AZZA3 | -3,18 | 27,11 |
| CURY3 | -2,92 | 35,24 |
Maiores altas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| ENEV3 | 15,08 | 24,35 |
| CPLE3 | 5,56 | 15,20 |
| PRIO3 | 5,33 | 66,03 |
| MBRF3 | 2,47 | 17,03 |
| PETR3 | 1,77 | 51,63 |
Mais negociadas
| Negócios | Dia (%) | |
| ENEV3 | 83.613 | 15,08 |
| PETR4 | 76.994 | 1,34 |
| PRIO3 | 53.373 | 5,33 |
| CPLE3 | 44.748 | 5,56 |
| VALE3 | 40.220 | -2,32 |
Ibovespa terminou ontem com queda de 0,43%, aos 179.639,91 pontos
- Máxima: 181.550,83
- Mínima: 179.575,91
- Diferença para a abertura: -769,82 pontos
- Volume: R$ 30,80 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (16): +1,25%
- Terça-feira (17): +0,30%
- Quarta-feira (18): -0,43%
- Semana: +1,12%
- Março: -4,85%
- 1T26: +11,49%
- 2026: +11,49%
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