
Ibovespa Hoje
- Day trade hoje: confira o que esperar de mini dólar e mini-índice.
- Petróleo despenca após pausa dos EUA em ataques ao Irã.
Confira as últimas dos mercados
Preços dos combustíveis no Brasil diminuem levemente a ampla diferença abaixo da paridade internacional, diz Abicom
- Diesel A S10 (média nacional): -69%, ou -R$ 2,26 (sexta: -77%, ou -R$ 2,51)
- Gasolina A (média nacional): -54%, ou -R$ 1,39 (sexta: -59%, ou -R$ 1,51)
Focus: projeção para o câmbio cai para 2027 e 2029
- Dólar para 2026: R$ 5,20 (sem mudanças)
- Dólar para 2027: R$ 5,29 de R$ 5,28 da semana passada
- Dólar para 2028: R$ 5,30 (sem mudanças)
- Dólar para 2029: R$ 5,37 de R$ 5,40 da semana passada
Focus: projeção para o PIB de 2027 recua
- PIB para 2026: 1,99% (sem mudanças)
- PIB para 2027: 1,60% de 1,65 há uma semana
- PIB para 2028: 2,00% (sem mudanças)
- PIB para 2029: 2,00% (sem mudanças)
Focus: projeção para a Selic fica inalterada até 2029
- Selic para 2026: 14,00% (sem mudanças)
- Selic para 2027: 12,00% (sem mudanças)
- Selic para 2028: 10,50% (sem mudanças)
- Selic para 2029: 10,00% (sem mudanças)
Durigan: as pessoas hoje pagam menos tributo, mas donos de bets pagam mais tributos
Focus: projeção para o IPCA cai para 2026 e sobe para 2027 e 2028
- IPCA para 2026: 5,12% de 5,15% da semana passada
- IPCA para 2027: 4,22% de 4,20% na semana passada
- IPCA para 2028: 3,80% de 3,78% na semana passada
- IPCA para 2029: 3,50% (sem alterações)
Durigan: preparar o país para um mundo de incertezas e conflitos é o mais importante; e essa preparação envolve consolidação fiscal, nós temos um projeto para isso
Durigan: o que explica o endividamento hoje é juros; precisamos mostrar que temos uma trajetória sustentável, é um endividamento alto, mas está sob controle
Durigan: nosso índice de endividamento não está bom, pode crescer rapidamente, mas o que temos que cuidar é que esse endividamento passe a diminuir a partir de 20230
Durigan: inauguramos um desenvolvimento sustentável a partir deste governo
Durigan: a economia vai desaquecer, por conta dos juros, mas falar em recessão é um exagero, o cenário eleitoral é que está forçando a barra
Em uma resposta, Durigan chamou o presidente Milei, da Argentina, de “palhaço”
Durigan: o risco-Brasil está na mínima histórica; não dá para entrar na onda de que vai ter o apocalipse no Brasil; mas não estou dizendo que está tudo resolvido
Durigan: não existe a possibilidade uma crise no Brasil
Durigan: o Estado tem que ser uma solução, não pode ser um estorvo para as pessoas
Durigan: taxa de juros vai cair e vamos ter um boom no Brasil
Durigan: gasto do governo não explica endividamento público; o governo está criando linhas de crédito
Dario Durigan é ministro da Fazenda e dá entrevista à Rádio Jornal, de Pernambuco.
Mercados da Europa apresentam otimismo e sobem, diante da situação no Oriente Médio
As ações europeias sobem diante de uma trégua nas hostilidades entre os EUA e o Irã durante o fim de semana, que levou à queda dos preços do petróleo e impulsionou o apetite pelo risco, antes de uma semana decisiva para a divulgação dos resultados financeiros das principais empresas de tecnologia dos EUA. Os balanços trimestrais nos EUA também estão no radar. “Os mercados já precificaram a IA de forma bastante completa. O capital agora não está focado apenas no núcleo da IA, mas também está se voltando para as próximas camadas, pois espera-se que isso alivie um pouco dessa pressão das expectativas”, disse Claire Trachet, fundadora e presidente-executiva da Trachet. (Reuters)
- STOXX 600: +0,92%
- DAX (Alemanha): +1,70%
- FTSE 100 (Reino Unido): +0,70%
- CAC 40 (França): +0,98%
- FTSE MIB (Itália): +0,79%
FGV: Confiança do Consumidor no Brasil fica em 88,3 em julho, abaixo dos 88,7 de junho
EUA: índices futuros disparam nesta manhã
Os índices futuros de Nova York sobem diante do alívio visto com a pausa das agressões entre EUA e Irã no Oriente Médio. O petróleo, assim, desaba na casa dos 8%. Mas a semana ainda guarda a decisão de juros do Federal Reserve, na quarta-feira, com alguma possibilidade de alta. E os investidores ainda estão de olho nos balanços trimestrais, em especial das empresas do setor de Inteligência Artificial. “O maior risco é a continuidade dos gastos”, disse à CNBC Ken Mahoney, CEO da Mahoney Asset Management. “E o problema é que, se eles ouvirem os acionistas e reduzirem um pouco esses gastos, ou diminuírem o crescimento deles, o resto do mercado não vai gostar.Então, é como uma gangorra”, disse ele.
- Dow Jones Futuro: +1,11%
- S&P 500 Futuro: +1,01%
- Nasdaq Futuro: +1,63%
Aberturas dos mercados
O mercado nacional inicia a semana com o cenário eleitoral em foco e a notícia de uma pausa no conflito no Oriente Médio, o que leva a uma queda nos preços do petróleo e redução das preocupações com a inflação. Na sexta-feira (24), pesquisa Datafolha mostrou que o presidente Lula registrou 48% das intenções de voto para um eventual segundo turno contra o senador Flávio Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, que conta com 43%, apontando uma estabilidade dos dois pré-candidatos. Nesta segunda-feira, pesquisa BTG/Nexus apontou que Lula se manteve com 47% das intenções de voto em um eventual segundo turno e Flávio caiu um ponto percentual, para 43%, em relação ao levantamento anterior publicado em 13 de julho. Na pauta nacional, nota do governo brasileiro afirmou que Lula e o presidente da China, Xi Jinping, defenderam em conversa telefônica no domingo a aceleração das negociações para um acordo entre o Mercosul e a China. Lula recebe nesta segunda o presidente da Coreia do Sul, Lee Jae Myung. Já o ministro da Fazenda, Dario Durigan, concede entrevista a partir das 8h para a Rádio Jornal, de Pernambuco. No exterior, a redução das hostilidades entre EUA e Irã ocorre no início de uma semana cheia de reuniões de bancos centrais e divulgações de balanços corporativos. O Irã afirmou no domingo que interromperá seus próprios ataques desde que os EUA façam o mesmo, enquanto os militares norte-americanos estariam preocupados com a diminuição de seus estoques de munição. O Federal Reserve anuncia sua decisão de política monetária na quarta-feira (29), e os mercados atribuem uma chance em três de uma alta dos juros. O Banco da Inglaterra anunciará sua decisão na quinta-feira, e o Banco do Japão fará o mesmo na sexta. Além disso, cerca de um terço das empresas que compõem o índice S&P 500 divulga seus resultados nesta semana, com os lucros caminhando para registrar um aumento de 26,5% em relação ao ano passado, segundo dados da LSEG IBES. (Reuters)
Principais índices em Nova York fecharam sessão de sexta de forma mista e semana acabou no vermelho
Investidores em Wall Street ganharam certo ânimo com o petróleo agora em baixa, após as recentes fortes altas, mas as ameaças do governo Trump com novas tarifas aleatórias minou o humor. “Embora o posicionamento atual não garanta que o petróleo continuará subindo, significa que o mercado entrou na última escalada em uma posição desfavorável para uma surpresa positiva”, disse à CNBC Adam Turnquist, estrategista técnico-chefe da LPL Financial. “E quando o sentimento e o posicionamento são extremamente pessimistas, mesmo uma deterioração modesta nas expectativas de oferta pode produzir uma reação desproporcional nos preços”. O que também ajuda é a alta das ações da Intel, após balanço trimestral ser tido como positivo.
| Dia (%) | Semana (%) | |
| Dow Jones | +0,45 | -0,38 |
| S&P 500 | +0,05 | -0,60 |
| Nasdaq | -0,64 | -2,13 |
DIs: juros futuros fecharam sexta com quedas por toda a curva
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F27 | 13,960 | -0,085 |
| DI1F28 | 14,165 | -0,245 |
| DI1F29 | 14,455 | -0,250 |
| DI1F31 | 14,625 | -0,225 |
| DI1F32 | 14,680 | -0,190 |
| DI1F33 | 14,690 | -0,190 |
| DI1F34 | 14,700 | -0,150 |
| DI1F35 | 14,685 | -0,185 |
Dólar comercial terminou sexta-feira com queda de 0,06%
O dólar comercial voltou a cair frente ao real, após a alta da véspera. O movimento foi na direção contrária da moeda norte-americana ante outras divisas de países emergentes, com o DXY, o índice dólar, com mais 0,03%, aos 101,47 pontos. Na semana, o câmbio recuou 0,58%.
- Venda: R$ 5,081
- Compra: R$ 5,080
- Mínima: R$ 5,050
- Máxima: R$ 5,090
Maiores baixas, altas e mais negociadas de sexta
Maiores baixas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| ISAE4 | -7,16 | 26,46 |
| HAPV3 | -5,25 | 9,92 |
| CXSE3 | -5,21 | 21,27 |
| MBRF3 | -4,81 | 14,84 |
| BEEF3 | -3,93 | 3,42 |
Maiores altas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| YDUQ3 | 3,05 | 7,78 |
| VIVT3 | 2,22 | 35,47 |
| MRVE3 | 1,59 | 4,46 |
| TOTS3 | 1,55 | 27,47 |
| CSNA3 | 1,13 | 5,36 |
Mais negociadas
| Negócios | Dia (%) | |
| PETR4 | 36.481 | -1,72 |
| B3SA3 | 24.321 | -1,34 |
| AXIA3 | 23.157 | -2,20 |
| PRIO3 | 21.518 | -2,84 |
| VALE3 | 21.161 | -0,58 |
Ibovespa terminou a sexta-feira (24) com baixa de 1,52%, aos 174.041,95 pontos, na mínima do dia
- Máxima: 176.719,62
- Mínima: 174.041,95
- Diferença para a abertura: -2.681,67 pontos
- Volume: R$ 17,10 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (20): -0,20%
- Terça-feira (21): -0,03%
- Quarta-feira (22): +2,44%
- Quinta-feira (23): -0,46%
- Sexta-feira (24): -1,52%
- Semana: +0,19%
- Julho: +1,17%
- 3T26: +1,17%
- 2026: +8,02%
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