
Ibovespa hoje
- Galípolo e dados concentram atenções; nervosismo com guerra no Oriente Médio persiste.
- IGP-M avança 0,52% em março.
- Day trade hoje: confira o que esperar de mini dólar e mini-índice.
Confira as últimas dos mercados
Ronaldo Caiado será lançado pré-candidato ao Planalto por Kassab
Zona do euro: índice de sentimento econômico cai a 96,6 em março
O resultado de março ficou abaixo da expectativa de analistas consultados pelo The Wall Street Journal, que previam queda do índice a 96,8 pontos.
Negociação na OMC tem impasse após Brasil bloquear acordo sobre tarifas do e-commerce
Brasil bloqueou uma proposta dos Estados Unidos e de outros países para prorrogar uma moratória sobre as taxas alfandegárias para transmissões eletrônicas.
Estoque de crédito no Brasil sobe 0,4% em fevereiro, diz BC
O estoque total de crédito no Brasil subiu 0,4% em fevereiro sobre o mês anterior, divulgou o Banco Central. No mês, a inadimplência no segmento de recursos livres ficou em 5,5% e o spread bancário no mesmo segmento foi de 35,3 pontos percentuais.
Focus: projeções para o câmbio não mudam
- Dólar para 2026: R$ 5,40 (sem mudanças)
- Dólar para 2027: R$ 5,45 (sem alterações)
- Dólar para 2028: R$ 5,50 (sem mudanças)
- Dólar para 2029: R$ 5,50 (sem alterações)
Focus: projeção para o PIB sobe para 2026
- PIB para 2026: 1,85% (1,84% na semana passada)
- PIB para 2027: 1,80% (sem mudanças)
- PIB para 2028: 2,00% (sem alterações)
- PIB para 2029: 2,00% (sem mudanças)
Focus: projeção para a Selic sobe para 2026
- Selic para 2026: 1,85% de 1,84%
- Selic para 2027: 1,80% (sem mudanças)
- Selic para 2028: 2,00% (sem alterações)
- Selic para 2029: 2,00% (sem mudanças)
Focus: projeções para o IPCA sobem para 2026, 2027 e 2028
- IPCA para 2026: 4,31% de 4,17%
- IPCA para 2027: 3,84% de 3,80%
- IPCA para 2028: 3,57% de 3,52%
- IPCA para 2029: 3,50% (sem mudanças)
Irã segue com disparos em meio a ataques israelenses a Teerã e drones lançados do Iêmen
O Irã disparou várias ondas de mísseis contra Israel na segunda-feira e prometeu “punir o agressor”, enquanto as forças israelenses bombardeavam Teerã e os preços do petróleo subiam depois que os houthis, do Iêmen, entraram na guerra no Oriente Médio. As Forças Armadas de Israel disseram que dois drones do Iêmen foram interceptados na segunda-feira, dois dias depois que os houthis, alinhados ao Irã, dispararam mísseis contra Israel pela primeira vez desde o início da guerra dos EUA e de Israel contra o Irã, que se espalhou pela região. Os militares israelenses disseram que suas forças estavam visando o que descreveram como infraestrutura militar em Teerã e lançaram um ataque à infraestrutura na capital libanesa, Beirute, usada pelo Hezbollah. O grupo libanês apoiado pelo Irã também disparou mais foguetes contra Israel na segunda-feira, segundo as autoridades israelenses. O presidente dos EUA, Donald Trump, disse no domingo que os Estados Unidos e o Irã têm se reunido “direta e indiretamente” e que os novos líderes do Irã — após a morte do líder supremo do Irã em 28 de fevereiro — têm sido “muito razoáveis”.
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Ministros de energia da UE tentam coordenar resposta à guerra do Irã
Os ministros de energia da União Europeia se reunirão na terça-feira para coordenar sua resposta à interrupção dos mercados de petróleo e gás desencadeada pela guerra do Irã, segundo um documento interno da UE. A forte dependência da Europa em relação às importações de energia a deixou exposta a uma espiral de preços desde que a principal rota de navegação, o Estreito de Ormuz, foi efetivamente fechada e Teerã começou a atacar a infraestrutura de energia no Oriente Médio. Os preços do gás na Europa subiram mais de 70% desde o início da guerra EUA-Israel contra o Irã, em 28 de fevereiro. Os ministros foram convidados a “indicar quais medidas concretas poderiam ser adotadas para lidar com o aperto dos mercados de petróleo e gás de forma coordenada”, diz o documento da UE. “Continua sendo importante evitar respostas nacionais descoordenadas e fragmentadas e sinais perturbadores para o mercado”, acrescentou o documento.
Paquistão anuncia negociação EUA-Irã, mas Oriente Médio segue sob fogo cruzado
As forças de Israel anunciaram uma ofensiva contra posições militares em Teerã.
Barris de petróleo sobem 2% com tensões renovadas no Oriente Médio
Os preços do petróleo subiram nesta segunda-feira depois que os houthis do Iêmen, apoiados pelo Irã, dispararam mísseis contra Israel e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, teria dito que quer se apropriar do petróleo bruto do Irã, aprofundando as preocupações com a crescente escalada de riscos para os fluxos de energia vindos do Oriente Médio. As cotações do minério de ferro na China fecharam em leve alta.
- Petróleo WTI, +2,22%, a US$ 101,85 o barril
- Petróleo Brent, +2,63%, a US$ 115,53 o barril
- Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, +0,06%, a 813 iuanes (US$ 117,62)
Mercados da Europa sobem na maioria
As ações europeias têm leves altas nesta segunda-feira, com a alta das ações de energia, enquanto os investidores aguardavam os dados de inflação da Alemanha, a maior economia da zona do euro, que poderiam esclarecer o impacto da guerra no Oriente Médio sobre o bloco. Michael Hewson, analista sênior de mercado da iForex, prevê mais dificuldades para as ações europeias, já que o conflito não dá sinais de abrandamento. A milícia houthi do Iêmen, apoiada pelo Irã, disparou mísseis contra Israel no fim de semana, ampliando o conflito e alimentando temores de mais interrupções nas rotas marítimas.
- STOXX 600: +0,21%
- DAX (Alemanha): -0,12%
- FTSE 100 (Reino Unido): +0,65%
- CAC 40 (França): -0,02%
- FTSE MIB (Itália): +0,32%
Bolsas da Ásia fecham dia na maioria com perdas
A maioria dos mercados da Ásia-Pacífico caíram fortemente nesta segunda-feira, à medida que a guerra no Oriente Médio entrou em sua quinta semana, com o conflito se intensificando apesar dos esforços para se encontrar uma solução diplomática. O índice de referência Kospi despencou mais de 5%, antes de reduzir as perdas e fechar em queda de 2,97%, a 5.277,3 pontos, enquanto o índice de small caps Kosdaq recuou cerca de 3%, para 1.107,05 pontos. No Japão, o Nikkei 225 caiu 2,79%, para 51.885,85 pontos, enquanto o Topix recuou 2,94%, para 3.542,34 pontos
- Shanghai SE (China), +0,24%
- Nikkei (Japão): -2,79%
- Hang Seng Index (Hong Kong): -0,81%
- Nifty 50 (Índia): -1,58%
- ASX 200 (Austrália): -0,65%
IGP-M avança 0,52% em março
O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) registrou alta de 0,52% em março, revertendo a queda de 0,73% observada em fevereiro. Com esse resultado, o índice passa a acumular alta de 0,19% no ano e retração de 1,83% em 12 meses. Em março de 2025, o IGP-M havia apresentado queda de 0,34% no mês, acumulando variação de 8,58% em 12 meses.
Confiança do Comércio recua pelo segundo mês consecutivo
O Índice de Confiança do Comércio (ICOM) do FGV IBRE caiu 2,7 pontos em março, para 84,6 pontos. Em médias móveis trimestrais, o índice recuou 1,3 ponto, para 87,7 pontos.
Confiança de Serviços recuou pelo segundo mês seguido
Índice de Confiança de Serviços (ICS) do FGV IBRE recuou 1,8 ponto em março, para 88,4 pontos. Na média móvel trimestral, o índice cedeu 0,7 ponto, para 89,8 pontos, revertendo a tendência de alta observada nos quatro meses anteriores.
EUA: índices futuros avançam juntos
Os futuros do S&P 500 subiram na manhã desta segunda-feira (30) depois de o índice de referência ter caído para a mínima desde agosto no fim da semana passada. O dólar ficou praticamente estável. Os Treasuries se firmaram, dando suporte às ações dos EUA, à medida que o temor de que a guerra no Oriente Médio provoque uma forte desaceleração econômica levou os traders a reduzirem as apostas em juros mais altos. O Brent atingiu US$ 116 por barril. “Está ficando claro que os mercados estão esperando um período prolongado de preços elevados do petróleo, com implicações estagflacionárias para a economia global”, escreveu Jim Reid, chefe de pesquisa macro e estratégia temática do Deutsche Bank AG. “A principal preocupação nesta manhã voltou a ser o lado do crescimento, e não mais a inflação.”
- Dow Jones Futuro: +0,38%
- S&P 500 Futuro: +0,37%
- Nasdaq Futuro: +0,27%
Abertura de mercados
Investidores nacionais se preparam para um dia carregado de dados econômicos e falas do presidente do Banco Central, enquanto no exterior eles avaliam acontecimentos conflitantes na guerra no Oriente Médio em meio a temores de uma recessão para grande parte do mundo. Às 9h, o presidente do BC, Gabriel Galípolo, palestra em evento promovido pelo Banco J. Safra, em São Paulo, após a autoridade monetária reduzir a Selic para 14,75% e pregar cautela diante do conflito no Oriente Médio, em meio a nova alta do petróleo no dia. Entre os indicadores econômicos, a agenda tem o IGP-M de março e dados de juros e spread e do governo central, ambos de fevereiro, além do relatório Focus. No exterior, o Financial Times publicou no final do domingo entrevista com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em que ele disse que o país pode tomar a Ilha de Kharg, no Golfo Pérsico — de onde o Irã exporta grande parte de seu petróleo —, mas também que um cessar-fogo pode ocorrer rapidamente. Já o Paquistão afirmou que está se preparando para sediar “conversas significativas” para encerrar o conflito com o Irã nos próximos dias, embora Teerã tenha acusado Washington de preparar um ataque por terra à medida que os militares dos EUA reforçam suas forças na região. O fechamento pelo Irã do Estreito de Ormuz fez os preços do petróleo, gás, fertilizantes, plástico e alumínio, além do combustível para aviões e navios, dispararem. Os preços de alimentos, produtos farmacêuticos e petroquímicos também devem subir. (Reuters)
Principais índices em Nova York fecharam sexta com perdas e semana terminou no negativo
Investidores em Wall Street torceram o nariz para o novo adiamento de Donald Trump, presidente dos EUA, sobre ataques ao Irã. O primeiro prazo terminaria hoje, mas o mandatário disse que os iranianos pediram e ele prolongou a trégua. Mas o Estreito de Ormuz segue fechado, segundo a Guarda Revolucionária Islâmica do Irã. Dois navios chineses foram impedidos de cruzar o Estreito, e um cargueiro de bandeira tailandesa, atingido por outro navio na via navegável, encalhou, segundo a mídia estatal iraniana, e eram dois países que estavam conseguindo transitar pela via. “Acho que os preços das ações vão cair no médio prazo até que tenhamos mais certeza”, disse à CNBC Adam Parker, fundador da Trivariate Research. “É preciso cautela e não correr muitos riscos no curto prazo”, resumiu.
| Dia (%) | Semana (%) | |
| Dow Jones | -1,72 | -0,90 |
| S&P 500 | -1,67 | -2,19 |
| Nasdaq | -2,15 | -3,23 |
DIs: juros futuros terminaram sexta com altas por toda a curva
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F27 | 14,395 | 0,075 |
| DI1F28 | 14,200 | 0,085 |
| DI1F29 | 14,115 | 0,030 |
| DI1F31 | 14,150 | 0,000 |
| DI1F32 | 14,185 | 0,005 |
| DI1F33 | 14,190 | 0,015 |
| DI1F34 | 14,180 | 0,015 |
| DI1F35 | 14,145 | 0,015 |
Dólar comercial fechou sexta com queda de 0,33%
O dólar comercial voltou a cair diante do real, após a alta da véspera, seguindo a alternância dos últimos dias. O movimento foi na direção oposta da divisa norte-americana no resto do planeta, que na comparação com as principais moedas do mundo fez o índice DXY ficar com mais 0,26%, aos 100,16 pontos. O câmbio terminou a semana com baixa de 1,38%.
- Venda: R$ 5,240
- Compra: R$ 5,239
- Mínima: R$ 5,218
- Máxima: R$ 5,279
Maiores baixas, altas e mais negociadas de sexta
Maiores baixas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| BRKM5 | -10,84 | 9,05 |
| CYRE4 | -6,56 | 23,50 |
| CYRE3 | -5,54 | 25,93 |
| MRVE3 | -4,61 | 7,66 |
| CURY3 | -4,56 | 33,93 |
Maiores altas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| MBRF3 | 6,07 | 21,83 |
| ASAI3 | 5,85 | 8,69 |
| PRIO3 | 3,00 | 70,82 |
| PETR4 | 2,89 | 49,41 |
| RECV3 | 2,11 | 13,58 |
Mais negociadas
| Negócios | Dia (%) | |
| PETR4 | 64.233 | 2,89 |
| B3SA3 | 43.967 | -3,15 |
| PRIO3 | 42.214 | 3,00 |
| BPAC11 | 38.034 | -3,03 |
| ITUB4 | 37.950 | -1,17 |
Ibovespa terminou sexta-feira (27) com queda de 0,64%, aos 181.556,76 pontos
- Máxima: 183.350,70
- Mínima: 180.976,16
- Diferença para a abertura: -1.175,91 pontos
- Volume: R$ 25,90 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (23): +3,24%
- Terça-feira (24): +0,32%
- Quarta-feira (25): +1,60%
- Quinta-feira (26): -1,45%
- Sexta-feira (27): -0,64%
- Semana: +3,03%
- Março: -3,83%
- 1T26: +12,68%
- 2026: +12,68%
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