
Ibovespa hoje
- Investidores acompanham falas de autoridades em meio a novas tarifas dos EUA que impactam o Brasil.
- Petróleo brent cai após superar US$ 100, mas caminha para semana de fortes ganhos.
- Número de embarcações que passam pelo Estreito de Ormuz se mantém estável há três dias, mostram dados.
- Day trade hoje: confira o que esperar de mini dólar e mini-índice.
Confira as últimas dos mercados
China afirma que se opõe a todas as tarifas unilaterais
Petróleo brent cai após superar US$ 100, mas caminha para semana de fortes ganhos
O presidente dos EUA, Donald Trump, prometeu uma “grande punição militar” ao Irã e aos seus aliados Houthis após os ataques no Mar Vermelho.
PMI composto da zona do euro sobe a 51,9 em julho, afirma S&P Global, ao maior nível em 5 meses
O índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) composto da zona do euro subiu de 50 em junho para 51,9 em julho atingindo o maior nível em cinco meses, segundo dados preliminares publicados nesta sexta-feira, 24 pela S&P Global em parceria com o Hamburg Commercial Bank. O resultado superou a expectativa de analistas consultados pela FactSet, que previam manutenção do indicador em 50 neste mês. O PMI de serviços avançou de 49,4 para 51,6 no mesmo período, alcançando também o maior patamar em cinco meses. Nesse caso, o consenso da FactSet era de baixa para 49. Já o PMI industrial da zona do euro aumentou de 51,4 em junho para 52 em julho, tocando o maior nível em três meses. A projeção da FactSet era de queda para 50,9. Leituras acima de 50 indicam expansão da atividade econômica. (Estadão Conteudo)
Comissão Europeia recebe com cautela novas tarifas de Trump
A Comissão Europeia recebeu com cautela nesta sexta-feira as novas tarifas impostas pelos Estados Unidos, afirmando que o resultado está em linha com um acordo comercial firmado entre as duas partes há um ano. Os Estados Unidos impuseram nesta sexta-feira novas tarifas de 10% e 12,5% sobre mercadorias provenientes de 60 parceiros comerciais, incluindo a UE e a China, alegando ter constatado que esses países não estavam tomando medidas suficientes para impedir a importação de produtos fabricados com trabalho forçado. A União Europeia é um dos poucos parceiros comerciais dos EUA para os quais as novas tarifas não se somam às taxas pré-existentes de “nação mais favorecida”. As tarifas também reintroduzem isenções tarifárias adicionais para a UE, como cortiça e diamantes, além daquelas relativas a aeronaves e peças, medicamentos genéricos e ingredientes ativos. “A UE avalia positivamente o fato de que esse resultado está em linha com os compromissos tarifários dos EUA acordados na Declaração Conjunta UE-EUA”, afirmou um porta-voz da Comissão Europeia, acrescentando que isso proporcionou um “impulso positivo” para dar continuidade ao trabalho de explorar novas isenções tarifárias e aprofundar a cooperação. O porta-voz disse que a UE espera que Washington continue a respeitar os termos do acordo firmado no resort de golfe Turnberry, do presidente dos EUA, Donald Trump, na Escócia, em julho passado. (Reuters)
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Promessa de Trump sobre suprimento de energia para data centers gera ceticismo
O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou na quinta-feira um compromisso não-vinculante assumido por produtores de energia e data centers dos EUA para financiar ou construir infraestrutura energética capaz de atender às enormes necessidades de energia relacionadas à IA, ao mesmo tempo em que também prometem proteger os consumidores dos altos custos da energia elétrica. Grupos de defesa do consumidor e outros críticos do governo, no entanto, rejeitaram o compromisso como uma promessa vazia aos consumidores, à medida que Trump tenta equilibrar seu apoio aos data centers que consomem muita energia com a indignação pública diante do aumento das contas de luz. Trump vem promovendo uma expansão agressiva da infraestrutura relacionada à IA, como parte de uma agenda econômica que inclui vencer a corrida pela IA contra a China. (Reuters)
JPMorgan faz alerta: alívio no fluxo estrangeiro para Bolsa brasileira não deve durar
Estrangeiro volta à Bolsa brasileira em julho, mas JPMorgan vê cenário ainda desafiador.
Cerca de 2 mil produtos brasileiros não estão sujeitos a tarifas dos EUA, diz Rosa
O ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Rosa, disse nesta quinta-feira que cerca de 2 mil produtos que o Brasil exporta para os Estados Unidos não estarão sujeitos a tarifas de 25% e 12,5% impostas pelo país norte-americano nos últimos dias, citando carnes, café, suco de laranja e frutas. Por outro lado, Rosa disse que setores como calçados, máquinas e equipamentos, peças, confecções e químicos não farmacêuticos estarão sujeitos às duas tarifas, somando 37,5% de taxação. Em entrevista à imprensa, o ministro ainda mencionou os setores de celulose e pescados, que ficarão sujeitos apenas à tarifa de 12,5%. O governo dos Estados Unidos anunciou nesta quinta-feira novas tarifas de 10% e 12,5% a 60 parceiros comerciais devido a alegações de fiscalização frouxa sobre trabalho forçado, o que também atinge o Brasil. Antes, uma tarifa de 25% foi imposta ao Brasil por supostas práticas comerciais desleais. (Reuters)
Balanço ‘decepcionante’ da Tesla faz Elon Musk perder R$ 94,86 bilhões em um dia
Ações da montadora despencaram mais de 14% após resultados frustraram Wall Street; mesmo assim, empresário segue como a pessoa mais rica do mundo.
Núcleo da inflação no Japão acelera em junho, mas fica abaixo da meta
O núcleo da inflação no Japão acelerou em junho, mas permaneceu abaixo da meta de 2% do banco central pelo quinto mês consecutivo, sugerindo que as empresas ainda não repassaram de forma agressiva o aumento dos custos dos insumos às famílias. No entanto, analistas esperam que a inflação ao consumidor acelere ainda este ano, à medida que o recente aumento nos preços ao produtor devido à alta nos custos de combustível e importações decorrentes do conflito no Oriente Médio e pela desvalorização do iene se reflita na economia como um todo. A queda do iene para o menor nível em quatro décadas provavelmente aumentará a pressão inflacionária e manterá vivas as expectativas do mercado de novos aumentos na taxa de juros pelo Banco do Japão, afirmam analistas. “As perspectivas para a inflação dependerão em grande parte dos desdobramentos no Oriente Médio e de seu impacto sobre os preços globais das commodities”, disse Sarah Tan, economista da Moody’s Analytics. (Reuters)
Por que Brasil foi taxado de novo? Entenda tarifa de 12,5% que passa a valer hoje
Governo americano alega que país falha em combater práticas de trabalho forçado nos setores produtivos.
Barris de petróleo recuam 2%, e devem fechar semana com ganhos
Os preços do petróleo recuava nesta sexta, mas caminhava para ganhos semanais, com os ataques dos houthis a petroleiros no Mar Vermelho gerando preocupações sobre o fechamento de um segundo ponto de estrangulamento para a navegação, enquanto o Cazaquistão reduziu temporariamente a produção após o fechamento forçado de sua principal rota de exportação. As cotações do minério de ferro na China fecharam em baixa, registrando sua maior perda semanal em seis semanas, devido à fraca demanda sazonal e à ampla oferta marítima, embora a queda nos estoques nos principais portos chineses tenha limitado o declínio.
- Petróleo WTI, -2,51%, a US$ 89,88 o barril
- Petróleo Brent, -2,65%, a US$ 98,04 o barril
- Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, -0,13%, a 746 iuanes (US$ 110,19)
Bolsas da Ásia encerram semana no negativo
As ações da China e de Hong Kong recuaram parte de seus ganhos semanais nesta sexta-feira, à medida que os preços mais altos do petróleo alimentaram temores de inflação e abalaram o otimismo dos investidores. As incertezas geopolíticas e os preços mais altos do petróleo têm pesado sobre os mercados asiáticos em geral, que dependem do Oriente Médio para suprir suas necessidades de petróleo.
- Shanghai SE (China), -1,61%
- Nikkei (Japão): -2,73%
- Hang Seng Index (Hong Kong): -0,98%
- Nifty 50 (Índia): -0,37%
- ASX 200 (Austrália): -0,75%
Bolsas da Europa avançam juntas
As ações europeias se recuperam nesta sexta-feira, após registrarem na sessão anterior sua maior queda em um único dia nas últimas duas semanas, à medida que os investidores se sentiram aliviados com alguns resultados corporativos e avaliavam o impacto que os preços mais altos do petróleo poderiam ter sobre a política monetária. Os mercados vêm tentando equilibrar o crescimento impulsionado pela IA com as valorizações elevadas e os retornos de investimentos pesados na tecnologia, o que tem levado a oscilações no setor nos últimos tempos.
- STOXX 600: +0,47%
- DAX (Alemanha): +0,81%
- FTSE 100 (Reino Unido): +0,33%
- CAC 40 (França): +0,39%
- FTSE MIB (Itália): +0,78%
EUA: índices futuros avançam, mas semana deve terminar no negativo
Os índices futuros dos EUA operam com ganhos nesta sexta-feira (24) e caminham para encerrar a primeira semana consecutiva de perdas desde os estágios iniciais da guerra no Oriente Médio. O mercado adota uma postura mais defensiva diante do aumento das tensões geopolíticas e da expectativa por uma nova rodada de balanços de gigantes de tecnologia. Ao longo da semana, ações e títulos foram pressionados pela intensificação do conflito envolvendo o Irã e por dúvidas sobre a sustentabilidade dos elevados investimentos em inteligência artificial. Com isso, investidores evitam assumir posições mais arriscadas antes de um fim de semana que pode trazer novos desdobramentos no Oriente Médio e da divulgação dos resultados das principais empresas ligadas à IA, prevista para a próxima semana.
- Dow Jones Futuro: +0,53%
- S&P 500 Futuro: +0,20%
- Nasdaq Futuro: +0,09%
Abertura de mercados
Investidores nacionais acompanham nesta sexta-feira declarações de autoridades enquanto repercutem novas tarifas dos Estados Unidos e aguardam pesquisa eleitoral. Os Estados Unidos anunciaram na véspera a imposição a partir desta sexta-feira de novas tarifas de 10% e 12,5% a 60 parceiros comerciais devido a alegações de fiscalização frouxa das proibições ao trabalho forçado. O governo brasileiro classificou de arbitrária e injustificada a decisão dos EUA de impor nova tarifa de 12,5% sobre produtos brasileiros. Na quarta-feira, já havia entrado em vigor tarifa de 25% sobre produtos brasileiros com base em uma investigação comercial separada sobre o Brasil. Em meio a isso, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, e o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, participam nesta sexta do evento Expert XP 2026. O primeiro fará a palestra de abertura a partir das 10h30, enquanto o segundo fala às 11h20. Já o presidente Luiz Inácio Lula da Silva visita unidades industriais da empresa Avibras em Jacareí (SP) e depois se reúne com lideranças do sistema de ciência e tecnologia no Brasil em São Paulo. Por sua vez, o ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti, e a secretária de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Débora Freire, apresentam às 15h o Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas Primárias do terceiro bimestre de 2026. (Reuters)
Principais índices em Nova York fecharam sessão de ontem com quedas amplas
Investidores em Wall Street azedaram o humor com a questão no Oriente Médio, que acabou fazendo barril Brent passar novamente dos US$ 100. “A inflação continua sendo o principal assunto na agenda dos mercados nesta manhã, com o petróleo Brent em alta… enquanto a escalada no Oriente Médio continua”, escreveu Jim Reid, do Deutsche Bank, em uma nota reproduzida pela CNBC. Além disso, as ações da Alphabet e da Tesla recuam, depois que a controladora do Google elevou sua previsão de investimentos para 2026 para até US$ 205 bilhões, apontando para uma forte demanda por Inteligência Artificial. O aumento ocorre em um momento em que os investidores se tornaram mais cautelosos nos últimos meses em relação aos gastos dos hiperescaladores com IA, também segundo a CNBC. A Tesla despena, atingindo a mínima da sessão, depois que a fabricante de veículos elétricos divulgou um resultado muito abaixo do esperado para o segundo trimestre.
| Dia (%) | Pontos | |
| Dow Jones | -0,97 | 51.711,29 |
| S&P 500 | -1,21 | 7.408,15 |
| Nasdaq | -2,15 | 25.137,69 |
DIs: juros futuros fecharam ontem novamente com altas por toda a curva
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F27 | 14,045 | 0,095 |
| DI1F28 | 14,410 | 0,205 |
| DI1F29 | 14,705 | 0,215 |
| DI1F31 | 14,850 | 0,205 |
| DI1F32 | 14,870 | 0,180 |
| DI1F33 | 14,880 | 0,175 |
| DI1F34 | 14,850 | 0,140 |
| DI1F35 | 14,870 | 0,170 |
Dólar comercial terminou ontem com alta de 0,65%
O dólar comercial voltou a subir frente ao real, após três baixas seguidas. O movimento foi na mesma direção da moeda norte-americana ante outras divisas de países emergentes, com o DXY, o índice dólar, com mais 0,31%, aos 101,44 pontos.
- Venda: R$ 5,084
- Compra: R$ 5,083
- Mínima: R$ 5,069
- Máxima: R$ 5,100
Maiores baixas, altas e mais negociadas de ontem
Maiores baixas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| HAPV3 | -8,08 | 10,47 |
| TOTS3 | -6,37 | 27,05 |
| ASAI3 | -4,52 | 8,02 |
| MRVE3 | -4,36 | 4,39 |
| AZZA3 | -4,27 | 17,05 |
Maiores altas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| RAIL3 | 2,35 | 13,96 |
| VBBR3 | 1,77 | 35,60 |
| UGPA3 | 1,71 | 33,39 |
| PETR3 | 1,67 | 48,70 |
| BRKM5 | 1,65 | 6,17 |
Mais negociadas
| Negócios | Dia (%) | |
| PETR4 | 40.975 | 0,87 |
| B3SA3 | 34.191 | -1,57 |
| VALE3 | 33.866 | 0,77 |
| SBSP3 | 33.171 | -0,99 |
| WEGE3 | 29.134 | -2,29 |
Ibovespa terminou ontem com baixa de 0,46%, aos 176.723,62 pontos
- Máxima: 177.895,77
- Mínima: 176.293,25
- Diferença para a abertura: -823,95 pontos
- Volume: R$ 21,60 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (20): -0,20%
- Terça-feira (21): -0,03%
- Quarta-feira (22): +2,44%
- Quinta-feira (23): -0,46%
- Semana: +1,73%
- Julho: +2,73%
- 3T26: +2,73%
- 2026: +9,68%
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