
Ibovespa Hoje
- Day trade hoje: confira o que esperar de mini dólar e mini-índice.
- Raízen (RAIZ4): Justiça aprova plano de recuperação extrajudicial.
Confira as últimas dos mercados
Preços dos combustíveis no Brasil diminuem a ampla diferença abaixo da paridade internacional, diz Abicom
- Diesel A S10 (média nacional): -72%, ou -R$ 2,34 (ontem: -79%, ou -R$ 2,58)
- Gasolina A (média nacional): -49%, ou -R$ 1,26 (ontem: -58%, ou -R$ 1,48)
Futuros do petróleo sobem: WTI ganha 1,38%, a US$ 84,74; e Brent avança 1,37%, a US$ 90,25
Ações da Puma caem diante de decepção por falta de revisão positiva nas projeções
A fabricante de roupas esportivas Puma divulgou há pouco um prejuízo operacional no 2T26 menor do que o esperado e confirmou suas perspectivas para o ano, enquanto as vendas continuaram caindo em meio à fraca demanda. As ações da Puma caíram até 7% no início do pregão, já que os investidores ficaram decepcionados com o fato de a empresa não ter melhorado suas projeções. A empresa alemã reduziu custos, cortou empregos e reorganizou a administração, em uma tentativa de recuperar seus negócios em meio à fraca demanda e ao impacto das tarifas dos EUA sobre o setor. A empresa registrou um prejuízo operacional (Ebit) de 53,1 milhões de euros no período, valor inferior à estimativa dos analistas de um prejuízo de 68,7 milhões de euros em uma pesquisa realizada pela própria empresa, graças ao corte de despesas relacionadas ao seu programa de eficiência de custos e aos reembolsos de tarifas dos EUA. A empresa confirmou suas projeções anuais, que agora incluem um possível impacto do conflito no Oriente Médio e possíveis efeitos positivos decorrentes de alíquotas tarifárias mais baixas e reembolsos de tarifas no valor de pouco acima ou abaixo de 50 milhões de euros. (Reuters)
BCE: decisões no fim do ano dependerão de dados sobre a inflação
O membro do Banco Central Europeu (BCE) Martin Kocher afirmou hoje que o banco tomará decisões no fim deste ano com base nos dados que forem divulgados, a fim de levar a inflação de volta à meta de 2%. “As últimas semanas, em particular, mostraram com que rapidez os acontecimentos geopolíticos podem afetar os preços da energia e, consequentemente, as perspectivas de inflação”, afirmou o presidente do banco central da Áustria em comunicado, ao comentar os dados sobre a inflação austríaca. (Reuters)
Irani (RANI3) tem queda de 70,3% no lucro no 2T, para R$ 30,9 milhões
Redução do lucro líquido decorre, principalmente, da menor contribuição da variação do valor justo dos ativos biológicos.
O que fez índice sul-coreano Kospi saltar 18% e ter maior ganho diário da história
As ações da gigante de semicondutores Samsung Electronics avançaram 26,8%, enquanto a fabricante de chips de memória SK Hynix saltou 30%.
Raízen (RAIZ4): Justiça aprova plano de recuperação extrajudicial
O plano contou com a adesão de 81,6% dos credores financeiros quirografários da companhia.
Ecorodovias (ECOR3): resultados positivos no 2T26, segundo a XP
A Ecorodovias (ECOR3) reportou resultados positivos no 2T26, segundo a XP, com Ebitda ajustado de R$ 1,35 bilhão (+9% ano a ano, excluindo a Ecovias Sul; em linha com a expectativa). No lado positivo, um sólido crescimento da receita das rodovias pedagiadas; e tarifas mais altas. No lado negativo, margem Ebitda ajustada das rodovias pedagiadas mais fraca; e um ligeiro aumento da alavancagem para 4,1x dívida líquida/Ebitda (+0,2x em relação ao trimestre anterior). A XP mantém visão positiva e recomendação de compra.
Vendas da Braskem (BRKM5) caem no 2º tri, mas spreads sobem
A companhia teve queda de vendas de principais químicos (5%), resinas (8%) e de polietileno verde (19%) no Brasil.
Bolsas da Ásia: ações do setor tecnológico da China sobem com expectativas de recuperação da IA; KOSPI dispara
As ações do setor de tecnologia chinês se valorizaram, acompanhando os ganhos em Wall Street e em toda a Ásia, impulsionadas pela esperança de que a onda global de vendas motivada pela IA estivesse diminuindo, embora os principais índices ainda tenham registrado perdas significativas em julho, com o STAR 50, focado em tecnologia, sofrendo seu pior mês já registrado. Uma recuperação das ações do setor de tecnologia ajudou a compensar as quedas mensais nos índices de referência, embora o SSEC tenha permanecido com queda de 6,4% neste mês, registrando a maior queda mensal desde março, enquanto o CSI300 recuou 7,9% e parecia caminhar para seu pior desempenho mensal desde julho de 2021. A alta na sexta-feira ocorreu depois que os líderes chineses se comprometeram, em uma reunião na quinta-feira (30), a empenhar-se para alcançar avanços em tecnologias de ponta e promover o desenvolvimento de indústrias do futuro. “Embora não tenha havido grandes surpresas em relação às medidas de estímulo para o setor imobiliário e o consumo, a reunião do Politburo de julho voltou a destacar o ‘aprofundamento da reforma abrangente do financiamento e investimento no mercado de capitais’ e o foco no ‘fortalecimento da resiliência do mercado e da confiança dos investidores’”, afirmaram analistas do BNP Paribas em uma nota. A atividade industrial da China entrou inesperadamente em contração em julho, pressionada pela queda nos novos pedidos que reforçou as preocupações com a desaceleração do crescimento econômico, a fraca demanda interna e os elevados custos de produção. (Reuters)
- Shanghai SE (China), +0,72%
- Nikkei (Japão): +3,86%
- Hang Seng Index (Hong Kong): +0,10%
- Nifty 50 (Índia): +0,27%
- ASX 200 (Austrália): +0,10%
- KOSPI (Coreia do Sul): +17,91%
Após blue chips, small caps podem liderar nova alta da Bolsa, diz André Moraes
Analista prevê que o capital estrangeiro deve entrar primeiro em ações mais líquidas e, depois, buscar oportunidades em varejo e construção.
EUA: índices futuros operam com ganhos
Os índices futuros de Nova York ganham novo impulso das ações de tecnologia, após o susto tomado após a decisão do Federal Reserve na quarta-feira (29). “Os investidores estão recalibrando as expectativas em relação aos cortes nas taxas de juros do Fed, reduzindo o excesso de liquidez que alimentou mercados especulativos e impulsionados pelo momento”, disse à CNBC Richard Bernstein, chefe global de investimentos da Janus Henderson Investors. “A liderança do mercado está se expandindo para além das ‘Sete Magníficas’, à medida que os investidores recompensam cada vez mais a melhoria dos fundamentos em vez do ímpeto impulsionado pela euforia”.
- Dow Jones Futuro: +0,67%
- S&P 500 Futuro: +0,47%
- Nasdaq Futuro: +1,19%
Abertura dos mercados
A queda de 35% no lucro da Vale (VALE3) no segundo trimestre deve repercutir nos mercados na sessão de hoje, enquanto no exterior resultados robustos da Amazon e da Microsoft tranquilizavam investidores a retornarem à inteligência artificial. A Vale informou na véspera que teve lucro líquido de US$ 1,375 bilhão no segundo trimestre, queda de 35% em relação ao mesmo período do ano anterior, em um balanço pressionado pela piora do resultado financeiro. A mineradora realiza às 11h teleconferência para comentar o resultado. A Multiplan (MULT3) também realiza teleconferência depois de a operadora de shopping centers e empreendimentos divulgar um salto de 61,7% no lucro líquido do segundo trimestre ante o mesmo período de 2025, alcançando R$ 427,4 milhões, em um desempenho acima do esperado pelo mercado. No exterior, os temores dos investidores de que a alta impulsionada pela IA pudesse perder força em breve diminuíram após os resultados da Microsoft divulgados na quarta-feira (29), quando a empresa projetou geração de caixa ao longo do ano fiscal de 2027. No dia seguinte, a Amazon apresentou o crescimento mais forte de sua unidade de nuvem em mais de quatro anos, tranquilizando investidores ávidos por sinais de que os bilhões de dólares investidos na expansão da infraestrutura de IA estão dando resultado. (Reuters)
Principais índices em Nova York fecharam ontem com fortes altas
Investidores em Wall Street conseguiram um novo ânimo com os dados positivos da inflação de consumo pessoal, o PCE, em junho, que se mostrou bastante comportada, assim como a prévia do PIB do 2T26 mostrou uma expansão robusta de 1,5%. “O Fed permanece paciente e em modo de espera, e continuará monitorando a evolução da economia nos próximos meses”, disse à CNBC Sameer Samana, chefe de ações globais e ativos reais do Wells Fargo Investment Institute. “Isso torna a reunião de setembro uma oportunidade crucial para o Fed agir, caso os dados econômicos indiquem segurança, a fim de amenizar as crescentes pressões inflacionárias”. Ontem, o Fed decepcionou os investidores, apontando uma rota de possível alta das taxas. Além disso, os balanços trimestrais da Microsoft e da Meta deram sinais mistos sobre o setor de tecnologia e IA, mas foram suficientes para devolver as altas aos principais índices.
| Dia (%) | Pontos (pts) | |
| Dow Jones | +1,19 | 52.209,57 |
| S&P 500 | +1,67 | 7.437,98 |
| Nasdaq | +2,78 | 25.122,18 |
DIs: juros futuros fecharam com baixas por toda a curva
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F27 | 13,805 | -0,045 |
| DI1F28 | 13,855 | -0,120 |
| DI1F29 | 14,080 | -0,170 |
| DI1F31 | 14,355 | -0,160 |
| DI1F32 | 14,470 | -0,130 |
| DI1F33 | 14,535 | -0,120 |
| DI1F34 | 14,565 | -0,095 |
| DI1F35 | 14,605 | -0,100 |
Dólar comercial terminou ontem com baixa de 0,92%, na mínima do dia
O dólar comercial teve a segunda queda seguida frente ao real. O movimento foi na mesma direção da moeda norte-americana ante outras divisas de países emergentes, com o DXY, o índice dólar, com menos 0,93%, aos 99,95 pontos.
- Venda: R$ 5,061
- Compra: R$ 5,060
- Mínima: R$ 5,060
- Máxima: R$ 5,106
Maiores baixa, maiores altas e as mais negociadas de ontem
Maiores baixas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| USIM5 | -9,25 | 7,55 |
| CSNA3 | -4,81 | 4,95 |
| CMIN3 | -4,35 | 5,72 |
| BRAV3 | -2,07 | 20,39 |
| AZZA3 | -1,80 | 15,86 |
Maiores altas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| MBRF3 | 7,80 | 17,96 |
| TOTS3 | 5,74 | 31,13 |
| COGN3 | 5,48 | 2,31 |
| MGLU3 | 5,46 | 5,02 |
| CURY3 | 5,37 | 30,40 |
Mais negociadas
| Negócios | Dia (%) | |
| PETR4 | 51.496 | 2,00 |
| ABEV3 | 47.147 | 0,38 |
| VALE3 | 34.173 | 1,39 |
| BBDC4 | 33.796 | 0,22 |
| BBAS3 | 29.254 | 1,97 |
Ibovespa terminou ontem com alta de 1,88%, aos 177.158,86 pontos, máxima do dia
- Máxima: 177.158,86
- Mínima: 173.884,55
- Diferença para a abertura: +3.273,52 pontos
- Volume: R$ 16,10 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (27): +0,74%
- Terça-feira (28): +0,70%
- Quarta-feira (29): -1,52%
- Quinta-feira (30): +1,88%
- Semana: +1,79%
- Julho: +2,98%
- 3T26: +2,98%
- 2026: +9,95%
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