Ibovespa Hoje Ao Vivo: Confira o que movimenta Bolsa, Dólar e Juros nesta sexta

Ibovespa hoje

Confira as últimas dos mercados

update 8h40

Guerra do Irã: A paciência de empresários dos Emirados com Trump está se esgotando

“Quem lhe deu autoridade”, questionou um grande empresário, em meio a ataques de mísseis e drones iranianos que afetam turismo, transporte e mercados no Golfo.
update 8h36

Alpargatas (ALPA4): indicadores são positivos em todos os aspectos no 4T25, exalta a XP

A Alpargatas (ALPA4) apresentou resultados sólidos no quarto trimestre, de acordo com a XP. Ebitda veio 13% acima do esperado, impulsionado por melhor receita e dinâmica de custos. Embora a XP já esperasse margens positivas, a empresa surpreendeu novamente, tanto no Brasil quanto no exterior, superando as expectativas de Ebitda mais uma vez. Os indicadores são positivos em todos os aspectos, com os resultados internacionais melhorando, à medida que a empresa deve atingir um modelo comercial mais normalizado. Ainda assim, a recente alta do petróleo devido às tensões geopolíticas levanta preocupações quanto à dinâmica de custos no segundo semestre, enquanto os volumes no Brasil permanecem pressionados por um cenário macroeconômico desafiador. Portanto, a XP mantém recomendação neutra.

update 8h33

Fleury (FLRY3): tendências positivas no 4T25, diz banco

A Fleury (FLRY3) apresentou tendências positivas em sua receita no 4T25, com forte crescimento da receita líquida em todos os segmentos, destaca o Itaú BBA. “A empresa manteve uma margem Ebitda estável, o que pode gerar questionamentos por parte dos investidores sobre a dinâmica das margens em 2026, visto que projetamos uma leve queda em relação ao ano anterior. Por outro lado, a forte geração de caixa continua sendo um ponto forte dos resultados da empresa, com um FCFE de R$ 160 milhões neste trimestre”, diz. “Prevemos que as ações serão negociadas a um múltiplo P/L de 13x em 2026, o que acreditamos incluir um prêmio devido à percepção da Fleury como um ativo estratégico no setor de saúde”. A classificação segue outperform, com preço-alvo de R$ 18.

update 8h33

Petróleo tem novo dia de forte alta e caminha para maior ganho semanal desde 2022

O Brent valorizou-se 20% esta semana, com os contratos futuros a subirem até 2,6% na sexta-feira, para mais de US$ 87 por barril.

update 8h31

GPS Participações (GGPS3) tem lucro líquido de R$ 265 mi no 4º tri

A receita líquida ​cresceu 8% em relação ao ​quarto ⁠trimestre de 2024, ⁠alcançando a cifra de R$ 4,42 bilhões.

update 8h29

Guerra se expande: Israel ataca Beirute e EUA dizem que bombardeios vão aumentar

Guerra entra no 7º dia em nova escalada, após Trump dizer que quer ter palavra na indicação do líder iraniano que sucederá Khamenei.

update 8h27

Day Trade hoje: após tombo do Ibovespa, mercado monitora níveis-chave

update 8h24

EUA avaliam ação no mercado futuro de petróleo para combater picos de preços

A possível medida marcaria uma tentativa incomum de Washington de influenciar os preços da energia por meio dos mercados financeiro.

update 8h24

Mercados da Europa caminham para a pior semana em um ano

O índice acionário europeu Stoxx 600 busca direção, uma vez que a guerra no Oriente Médio não mostra sinais de diminuir, deixando o índice a caminho da sua pior semana em quase um ano. As tensões geopolíticas dominam o sentimento, fazendo com que os preços do petróleo subam quase 16% durante a semana e alimentando novas preocupações com a inflação em uma região que depende fortemente da energia importada do Oriente Médio. Três autoridades de política monetária do Banco Central Europeu advertiram que, se o conflito atingir mais países, a inflação da zona do euro poderá aumentar no momento em que o crescimento começar a cair, uma combinação desconfortável para os investidores já cautelosos com um cenário de taxas “mais altas por mais tempo”. (Reuters)

  • STOXX 600: -0,32%
  • DAX (Alemanha): -0,02%
  • FTSE 100 (Reino Unido): -0,05%
  • CAC 40 (França): -0,25%
  • FTSE MIB (Itália): -0,35%
  • IBEX 35 (Espanha): -0,44%
update 8h20

Mercados da Ásia fecham dia de forma mista; semana termina negativa

As ações da China e de Hong Kong encerraram a semana em baixa, apesar da alta desta sexta-feira, uma vez que os riscos geopolíticos pesaram sobre o otimismo do mercado e os sinais políticos da reunião parlamentar anual ofereceram poucas surpresas. No fechamento, o índice de Xangai teve alta de 0,4%, enquanto o índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, avançou 0,3%. O índice Hang Seng, de Hong Kong, subiu 1,7%. Na semana, o CSI300 caiu 1,1%, enquanto o Hang Seng caiu 3,3%. As preocupações de que um conflito mais amplo no Oriente Médio possa causar um forte impacto no setor energético, aumentar a inflação e atrasar os cortes nas taxas de juros pressionaram os mercados asiáticos esta semana. Na quinta-feira (5), a China divulgou sua meta de crescimento econômico para 2026 em 4,5% a 5% em sua reunião parlamentar anual, com a maioria das outras metas em linha com as expectativas do mercado. (Reuters)

  • Shanghai SE (China), +0,38%
  • Nikkei (Japão): +0,63%
  • Hang Seng Index (Hong Kong): +1,72%
  • Nifty 50 (Índia): -1,27%
  • ASX 200 (Austrália): -1,00%
update 8h12

Futuros de gás natural com entrega em abril sobem 1,30% nesta manhã; é o quarto dia seguido de alta

update 8h10

Futuros do petróleo sobem pelo sétimo dia seguido

As tensões no Oriente Médio seguem pressionando os preços futuros do petróleo, se aproximando so US$ 87. O Financial Times noticiou que o ministro da Energia do Catar afirmou que a guerra no Oriente Médio poderia levar os exportadores de energia do Golfo a interromperem os embarques em poucos dias. Saad al-Kaabi disse ao FT que os preços do petróleo bruto poderiam chegar a US$ 150 por barril nas próximas semanas, caso os petroleiros não conseguissem atravessar o Estreito de Ormuz.

  • WTI (para abril): +3,62%, a US$ 83,94
  • Brent (para maio): +1,92%, a US$ 87,05
update 8h08

EUA: índices futuros apresentam baixas

Os índices futuros dos EUA caminham para a pior semana desde outubro, quando o governo dos EUA enfrentava uma paralisação histórica de suas funções. Os preços do petróleo sobem novamente e nem a promessa do governo Trump de agir sobre o setor parece ter acalmado os investidores. “Os mercados permanecem em modo de aversão ao risco, à medida que crescem as preocupações com a duração do conflito e as potenciais interrupções no fornecimento de energia”, disse à CNBC Angelo Kourkafas, estrategista sênior de investimentos globais da Edward Jones. Ele afirmou que a alta nos preços do petróleo nos EUA está aumentando as preocupações com a inflação, o que pode pressionar o consumo. “As mudanças estruturais reduziram a vulnerabilidade dos EUA a choques no preço do petróleo. O petróleo provavelmente precisaria permanecer acima de US$ 100 por um período prolongado para desacelerar significativamente o crescimento econômico. Os EUA são exportadores líquidos de petróleo desde 2019 e a economia é muito menos intensiva em energia do que já foi”, pondera. Hoje, os investidores ainda estão de olho na divulgação do payroll, principal relatório sobre o mercado de trabalho dos EUA. O indicador sai às 10h30, Horário de Brasília.

  • Dow Jones Futuro: -1,61%
  • S&P 500 Futuro: -0,56%
  • Nasdaq Futuro: -0,26%
update 8h01

Abertura dos mercados

A Petrobras (PETR4) deve permanecer no radar dos investidores nesta sexta-feira depois de informar lucro líquido no quarto trimestre, enquanto no exterior investidores avaliavam medidas sobre aumento de combustíveis enquanto a guerra no Oriente Médio não dava sinais de alívio. Na véspera, a petroleira registrou lucro líquido de R$ 15,56 bilhões no 4T25, contra prejuízo líquido de R$ 17,04 bilhões do mesmo período de 2024, com apoio de exportações de petróleo recordes e menores despesas. A companhia realizará teleconferência com analistas sobre o resultado às 11h30 e coletiva de imprensa às 14h30. Já a Embraer (EMBJ3) informou logo cedo que teve lucro líquido ajustado de R$ 832 milhões no quarto trimestre de 2025 em comparação com R$ 1,04 bilhão no mesmo período um ano antes. No exterior, os investidores avaliavam os esforços dos EUA para limitar os aumentos nos preços dos combustíveis devido à guerra, o que ajudou a aliviar as preocupações do mercado sobre inflação e danos econômicos. O Departamento do Tesouro dos EUA está avaliando medidas para limitar a alta dos preços de energia, disse uma autoridade da Casa Branca. Na quinta‑feira, os EUA concederam uma isenção temporária para permitir que a Índia compre petróleo russo. As ações globais ainda assim caminhavam para a maior queda semanal em um ano, mas as moedas e os Treasuries também se estabilizavam antes da divulgação do relatório de emprego dos EUA. (Reuters)

update 7h54

Principais índices em Nova York fecharam ontem com perdas

Investidores em Wall Street passaram a questionar se as notícias que saíram ontem e que poderiam amenizar os efeitos da guerra são de fato críveis. “Será que Trump realmente pode escoltar todos os navios pelo Estreito de Ormuz?”, questionou à CNBC Sam Stoval, estrategista-chefe de investimentos da CRFA Research. “Que tipo de responsabilidade estaremos assumindo e como isso afetará nossos níveis de endividamento? Os investidores estão basicamente dizendo que o que está acontecendo agora não é bom”. Além disso, os investidores tiraram o pé do acelerador, com a cautela sobre a divulgação do payroll de amanhã, o relatório mais importante sobre o mercado de trabalho nos EUA.

Dia (%) Pontos
Dow Jones -1,61 47.954,74
S&P 500 -0,56 6.830,71
Nasdaq -0,26 22.748,98
update 7h52

DIs: juros futuros terminaram ontem com alta por toda a curva

Taxa (%) Variação (pp)
DI1F27 13,505 0,095
DI1F28 12,965 0,170
DI1F29 13,070 0,205
DI1F31 13,470 0,245
DI1F32 13,590 0,240
DI1F33 13,650 0,225
DI1F34 13,680 0,220
DI1F35 13,690 0,220
update 7h50

Dólar comercial fechou ontem em alta de 1,32%

O dólar comercial voltou a subir diante do real, após o recuo da véspera. O movimento foi na mesma direção da divisa norte-americana no resto do planeta, que na comparação com as principais moedas do mundo fez o índice DXY ficar com mais 0,55%, aos 99,31 pontos.

  • Venda: R$ 5,287
  • Compra: R$ 5,286
  • Mínima: R$ 5,228
  • Máxima: R$ 5,294
update 7h48

Maiores baixas, altas e mais negociadas de ontem

Maiores baixas

Dia (%) Valor (R$)
RENT4 -7,26 44,47
RENT3 -6,87 46,90
BEEF3 -6,42 4,52
CSNA3 -6,12 7,51
EMBJ3 -5,71 87,16

Maiores altas

Dia (%) Valor (R$)
BRKM5 16,94 12,70
RECV3 2,80 12,85
SMTO3 2,64 18,26
PRIO3 2,59 56,96
UGPA3 0,50 25,99

Mais negociadas

Negócios Dia (%)
VALE3 66.957 -3,33
PETR4 57.435 0,47
PRIO3 54.626 2,59
B3SA3 49.546 -3,30
BBDC4 49.313 -3,22
update 7h45

Ibovespa terminou ontem com baixa de 2,64%, aos 180.463,84 pontos

  • Máxima: 185.366,35
  • Mínima: 179.895,37
  • Diferença para a abertura: -4.902,60 pontos
  • Volume: R$ 32,80 bilhões

Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:

  • Segunda-feira (2): +0,28%
  • Terça-feira (3): -3,28%
  • Quarta-feira (4): +1,24%
  • Quinta-feira (5): -2,64%
  • Semana: -4,41%
  • Março: -4,41%
  • 1T26: +12,00%
  • 2026: +12,00%

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