
Ibovespa hoje
- Investidores avaliam perspectivas de cessar-fogo no Oriente Médio.
- Tráfego em Ormuz atinge maior nível desde início da guerra após novos acordos.
- Sob pressão, governo promete editar MP de nova subvenção do diesel nos próximos dias.
- Day trade hoje: confira o que esperar de mini dólar e mini-índice.
Confira as últimas dos mercados
Sob pressão, governo promete editar MP de nova subvenção do diesel nos próximos dias
Focus: projeção para o câmbio permanece em R$ 5,40 para este ano
- Dólar para 2026: R$ 5,40 (sem mudanças)
- Dólar para 2027: R$ 5,45 (sem alterações)
- Dólar para 2028: R$ 5,50 (sem mudanças)
- Dólar para 2029: R$ 5,50 (sem alterações)
Focus: projeção para o PIB permanece em 1,85% para este ano
- PIB para 2026: 1,85% (sem mudanças)
- PIB para 2027: 1,80% (sem alterações)
- PIB para 2028: 2,00% (sem mudanças)
- PIB para 2029: 2,00% (sem alterações)
Focus: projeção para a Selic permanece em 12,50% para este ano
- Selic para 2026: 12,50% (sem mudanças)
- Selic para 2027: 10,50% (sem alterações)
- Selic para 2028: 10% (o mesmo há 11 semanas)
- Selic para 2029: 9,75% (sem mudanças)
Focus: projeções para o IPCA sobem para 2026, 2027 e 2028
- IPCA para 2026: 4,36% de 4,31% da última semana
- IPCA para 2027: 3,85% de 3,84%
- IPCA para 2028: 3,60% de 3,57%
- IPCA para 2029: 3,50% (sem mudanças)
BC do Japão alerta para impacto econômico do conflito no Oriente Médio
O Banco do Japão afirmou que o aumento dos custos do petróleo e as interrupções no fornecimento provocadas pelo conflito no Oriente Médio podem prejudicar a economia, sinalizando cautela em relação aos riscos negativos para o crescimento, o que pode levá-lo a aumentar a taxa de juros com cautela. A avaliação, feita em um relatório com base nas conclusões das agências regionais do banco, contrastou com o debate “hawkish” da diretoria que se concentrou nos riscos inflacionários da guerra, destacando a incerteza sobre se o banco central japonês pode aumentar os juros neste mês. No relatório trimestral, o Banco do Japão disse que várias regiões viram empresas já sentindo a pressão do aumento dos custos de insumos e das interrupções no fornecimento de matérias-primas causadas pela guerra do Irã. “Com o aumento da incerteza, algumas empresas temem que o aumento dos preços, principalmente da energia, possa prejudicar o lucro corporativo e o consumos”, apontou o relatório nesta segunda-feira. Também houve preocupações expressas pelas empresas de que as interrupções no fornecimento causadas pela guerra no Oriente Médio podem se ampliar, disse o relatório, alertando que o conflito pode prejudicar as economias regionais, dependendo dos desenvolvimentos futuros.
Irã diz que Estreito de Ormuz não voltará a ser o que era
O anúncio ocorre após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fazer mais um ultimato ao Irã.
Payroll de sexta-feira: EUA criaram 178 mil vagas de trabalho em março, muito acima do esperado
Apesar do resultado divulgado na sexta, o quadro mais amplo ainda é de um mercado de trabalho de baixo crescimento.
Barris de petróleo caem 1%
Os preços do petróleo operam em baixa, enquanto os investidores acompanhavam os rumores de um possível cessar-fogo no Oriente Médio, após um novo ultimato do presidente Donald Trump ao Irã caso o Estreito de Ormuz não fosse reaberto e os preços recordes do petróleo bruto saudita.
- Petróleo WTI, -1,46%, a US$ 109,91 o barril
- Petróleo Brent, -0,97%, a US$ 107,97 o barril
Bolsas da Europa não operaram hoje por conta de feriado
Ásia: Japão fecha em alta e bolsas da China estão fechadas por conta de feriado
Os mercados do Japão e da Coreia do Sul subiram, enquanto vários mercados asiáticos permaneceram fechados devido a feriados, com os investidores acompanhando os desdobramentos do conflito no Oriente Médio. O índice acionário japonês Nikkei encerrou em alta nesta segunda-feira, com os investidores ignorando a mais recente ameaça do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de atacar a infraestrutura iraniana e, em vez disso, concentrando-se em sinais de que as tensões no Oriente Médio podem diminuir.
- Shanghai SE (China), fechado por feriado
- Nikkei (Japão): +0,55%
- Hang Seng Index (Hong Kong): fechado por feriado
- Nifty 50 (Índia): +0,76%
- ASX 200 (Austrália): fechado por feriado
EUA: índices futuros avançam com possível cessar-fogo
Os índices futuros dos EUA operam com leve viés positivo nesta segunda-feira (6), em meio a um alívio pontual dos investidores diante de sinais de possível contenção do conflito no Oriente Médio, que já dura seis semanas, embora o cenário siga marcado por elevada incerteza e risco de escalada. O movimento é sustentado por reportagens que indicam a participação do Irã em discussões por um cessar-fogo. Segundo a Axios, EUA, Irã e mediadores regionais negociam os termos de uma trégua de 45 dias, que poderia abrir caminho para um acordo mais duradouro. Notícias sobre a passagem de mais navios pelo Estreito de Ormuz também reforçam o apetite por risco, ao indicar menor disrupção na rota. Apesar disso, o ambiente permanece cauteloso, com o presidente dos EUA, Donald Trump, elevando o tom ao ameaçar novos ataques à infraestrutura energética iraniana a partir de terça-feira, mantendo no radar o risco de agravamento das tensões.
- Dow Jones Futuro: +0,01%
- S&P 500 Futuro: +0,15%
- Nasdaq Futuro: +0,41%
Abertura de mercados
Investidores avaliavam nesta segunda-feira as perspectivas de um fim para o conflito no Oriente Médio, enquanto no Brasil o presidente do Banco Central também fica no radar. Com um prazo dos Estados Unidos se aproximando, os EUA e o Irã receberam o esboço de um plano para encerrar o conflito que já dura cinco semanas, embora Teerã tenha rejeitado qualquer medida imediata para reabrir o Estreito de Ormuz. O presidente norte-americano, Donald Trump, ameaçou fazer chover “o inferno” sobre Teerã caso não seja fechado um acordo até o fim de terça‑feira que permita a retomada do tráfego pela rota vital para o fornecimento global de energia. O plano mediado pelo Paquistão surgiu de contatos intensos e propõe um cessar‑fogo imediato, seguido de negociações sobre um acordo mais amplo a ser concluído em 15 a 20 dias, disse nesta segunda‑feira uma fonte a par das propostas. Na cena nacional, o residente do BC, Gabriel Galípolo, palestra na abertura de evento promovido pelo Centro de Estudos Monetários da FGV/Ibre, no Rio de Janeiro, às 14h. (Reuters)
EUA e Irã avaliam plano de paz à medida que alerta de “inferno” de Trump se aproxima do prazo final
Com a aproximação do prazo final de alerta do presidente Donald Trump, Estados Unidos e Irã receberam a estrutura de um plano para encerrar o conflito que já dura cinco semanas, embora Teerã tenha rejeitado qualquer medida imediata para reabrir o Estreito de Ormuz. Trump ameaçou fazer “chover o inferno” sobre Teerã se o país não fechar um acordo até o final da terça-feira, o que permitiria que o tráfego voltasse a circular pela rota vital para o abastecimento global de energia. O plano intermediado pelo Paquistão surgiu de intensos contatos durante a noite e propõe um cessar-fogo imediato, seguido de negociações sobre um acordo mais amplo a ser concluído dentro de 15 a 20 dias, disse uma fonte ciente das propostas na segunda-feira. O chefe do Exército paquistanês, marechal de campo Asim Munir, esteve em contato “durante toda a noite” com o vice-presidente dos EUA, JD Vance, o enviado especial Steve Witkoff e o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araqchi, segundo a fonte. O Ministério das Relações Exteriores do Irã afirmou nesta segunda-feira que Teerã formulou posições e exigências com base em seus interesses e as comunicou por meio de intermediários, em resposta às propostas de cessar-fogo. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Esmaeil Baghaei, disse que os detalhes da resposta serão anunciados oportunamente, mas acrescentou que as negociações são “incompatíveis com ultimatos e ameaças de cometer crimes de guerra”. (Reuters)
DIs: juros futuros terminaram quinta-feira com baixas por toda a curva
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F27 | 14,030 | -0,005 |
| DI1F28 | 13,700 | -0,025 |
| DI1F29 | 13,630 | -0,045 |
| DI1F31 | 13,735 | -0,080 |
| DI1F32 | 13,795 | -0,075 |
| DI1F33 | 13,815 | -0,075 |
| DI1F34 | 13,835 | -0,065 |
| DI1F35 | 13,805 | -0,080 |
Dólar comercial fechou a quinta-feira com alta de 0,05%
O dólar comercial voltu a subir diante do real, após dois dias de baixas. O movimento foi na mesma direção da divisa norte-americana no resto do planeta, que na comparação com as principais moedas do mundo fez o índice DXY ficar com mais 0,37%, aos 100,02 pontos. Câmbio terminou a semana passada com baixa de 1,51%.
- Venda: R$ 5,159
- Compra: R$ 5,159
- Mínima: R$ 5,139
- Máxima: R$ 5,194
Maiores baixas, altas de mais negociadas de quinta-feira
Maiores baixas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| RADL3 | -3,95 | 21,86 |
| CYRE3 | -3,51 | 27,52 |
| CYRE4 | -3,44 | 25,58 |
| YDUQ3 | -2,58 | 11,72 |
| IGTI11 | -2,39 | 27,77 |
Maiores altas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| PRIO3 | 5,68 | 67,77 |
| AURE3 | 4,49 | 12,57 |
| BRAV3 | 3,28 | 20,47 |
| PETR3 | 2,25 | 53,10 |
| SLCE3 | 1,65 | 18,47 |
Mais negociadas
| Negócios | Dia (%) | |
| PETR4 | 64.536 | 1,65 |
| PRIO3 | 57.500 | 5,68 |
| B3SA3 | 45.396 | 0,38 |
| VALE3 | 41.969 | 0,66 |
| ITUB4 | 33.686 | -1,21 |
Ibovespa terminou a quinta-feira (2) com alta de 0,05%, aos 188.052,02 pontos
- Máxima: 189.250,57
- Mínima: 185.213,54
- Diferença para a abertura: +99,11 pontos
- Volume: R$ 24,30 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (30): +0,53%
- Terça-feira (31): +2,71%
- Quarta-feira (1º): +0,26%
- Quinta-feira (2): +0,05%
- Sexta-feira (3): Feriado da Sexta-feira Santa
- Semana: +3,58%
- Abril: +0,31%
- 2T26: +0,31%
- 2026: +16,71%
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