Ibovespa Hoje Ao Vivo: Confira o que movimenta Bolsa, Dólar e Juros nesta segunda

Ibovespa hoje

Confira as últimas dos mercados

update 8h35

Sob pressão, governo promete editar MP de nova subvenção do diesel nos próximos dias

Executivo lida com resistência de grandes distribuidoras na adesão ao programa.
update 8h29

Focus: projeção para o câmbio permanece em R$ 5,40 para este ano

  • Dólar para 2026: R$ 5,40 (sem mudanças)
  • Dólar para 2027: R$ 5,45 (sem alterações)
  • Dólar para 2028: R$ 5,50 (sem mudanças)
  • Dólar para 2029: R$ 5,50 (sem alterações)
update 8h28

Focus: projeção para o PIB permanece em 1,85% para este ano

  • PIB para 2026: 1,85% (sem mudanças)
  • PIB para 2027: 1,80% (sem alterações)
  • PIB para 2028: 2,00% (sem mudanças)
  • PIB para 2029: 2,00% (sem alterações)
update 8h27

Focus: projeção para a Selic permanece em 12,50% para este ano

  • Selic para 2026: 12,50% (sem mudanças)
  • Selic para 2027: 10,50% (sem alterações)
  • Selic para 2028: 10% (o mesmo há 11 semanas)
  • Selic para 2029: 9,75% (sem mudanças)
update 8h26

Focus: projeções para o IPCA sobem para 2026, 2027 e 2028

  • IPCA para 2026: 4,36% de 4,31% da última semana
  • IPCA para 2027: 3,85% de 3,84%
  • IPCA para 2028: 3,60% de 3,57%
  • IPCA para 2029: 3,50% (sem mudanças)
update 8h20

BC do Japão alerta para impacto econômico do conflito no Oriente Médio

O Banco do Japão afirmou que o aumento dos custos do petróleo e as interrupções no fornecimento provocadas pelo conflito no Oriente Médio podem prejudicar a economia, sinalizando cautela em relação aos riscos negativos para o crescimento, o que pode levá-lo a aumentar a taxa de juros com cautela. A avaliação, feita em um relatório com base nas conclusões das agências regionais do banco, contrastou com o debate “hawkish” da diretoria que se concentrou nos riscos inflacionários da guerra, destacando a incerteza sobre se o banco central japonês pode aumentar os juros neste mês. No relatório trimestral, o Banco do Japão disse que várias regiões viram empresas já sentindo a pressão do aumento dos custos de insumos e das interrupções no fornecimento de matérias-primas causadas pela guerra do Irã. “Com o aumento da incerteza, algumas empresas temem que o aumento dos preços, principalmente da energia, possa prejudicar o lucro corporativo e o consumos”, apontou o relatório nesta segunda-feira. Também houve preocupações expressas pelas empresas de que as interrupções no fornecimento causadas pela guerra no Oriente Médio podem se ampliar, disse o relatório, alertando que o conflito pode prejudicar as economias regionais, dependendo dos desenvolvimentos futuros.

update 8h16

Irã diz que Estreito de Ormuz não voltará a ser o que era

O anúncio ocorre após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fazer mais um ultimato ao Irã.

update 8h14

Payroll de sexta-feira: EUA criaram 178 mil vagas de trabalho em março, muito acima do esperado

Apesar do resultado divulgado na sexta, o quadro mais amplo ainda é de um mercado de trabalho de baixo crescimento.

update 8h13

Barris de petróleo caem 1%

Os preços do petróleo operam em baixa, enquanto os investidores acompanhavam os rumores de um possível cessar-fogo no Oriente Médio, após um novo ultimato do presidente Donald Trump ao Irã caso o Estreito de Ormuz não fosse reaberto e os preços recordes do petróleo bruto saudita.

  • Petróleo WTI, -1,46%, a US$ 109,91 o barril
  • Petróleo Brent, -0,97%, a US$ 107,97 o barril
update 8h10

Bolsas da Europa não operaram hoje por conta de feriado

update 8h09

Ásia: Japão fecha em alta e bolsas da China estão fechadas por conta de feriado

Os mercados do Japão e da Coreia do Sul subiram, enquanto vários mercados asiáticos permaneceram fechados devido a feriados, com os investidores acompanhando os desdobramentos do conflito no Oriente Médio. O índice acionário japonês Nikkei encerrou em alta nesta segunda-feira, com os investidores ignorando a mais recente ameaça do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de atacar a infraestrutura iraniana e, em vez disso, concentrando-se em sinais de que as tensões no Oriente Médio podem diminuir.

  • Shanghai SE (China), fechado por feriado
  • Nikkei (Japão): +0,55%
  • Hang Seng Index (Hong Kong): fechado por feriado
  • Nifty 50 (Índia): +0,76%
  • ASX 200 (Austrália): fechado por feriado
update 8h07

EUA: índices futuros avançam com possível cessar-fogo

Os índices futuros dos EUA operam com leve viés positivo nesta segunda-feira (6), em meio a um alívio pontual dos investidores diante de sinais de possível contenção do conflito no Oriente Médio, que já dura seis semanas, embora o cenário siga marcado por elevada incerteza e risco de escalada. O movimento é sustentado por reportagens que indicam a participação do Irã em discussões por um cessar-fogo. Segundo a Axios, EUA, Irã e mediadores regionais negociam os termos de uma trégua de 45 dias, que poderia abrir caminho para um acordo mais duradouro. Notícias sobre a passagem de mais navios pelo Estreito de Ormuz também reforçam o apetite por risco, ao indicar menor disrupção na rota. Apesar disso, o ambiente permanece cauteloso, com o presidente dos EUA, Donald Trump, elevando o tom ao ameaçar novos ataques à infraestrutura energética iraniana a partir de terça-feira, mantendo no radar o risco de agravamento das tensões.

  • Dow Jones Futuro: +0,01%
  • S&P 500 Futuro: +0,15%
  • Nasdaq Futuro: +0,41%
update 8h03

Abertura de mercados

Investidores avaliavam nesta segunda-feira as perspectivas de um fim para o conflito no Oriente Médio, enquanto no Brasil o presidente do Banco Central também fica no radar. Com um prazo dos Estados Unidos se aproximando, os EUA e o Irã receberam o esboço de um plano para encerrar o conflito que já dura cinco semanas, embora Teerã tenha rejeitado qualquer medida imediata para reabrir o Estreito de Ormuz. O presidente norte-americano, Donald Trump, ameaçou fazer chover “o inferno” sobre Teerã caso não seja fechado um acordo até o fim de terça‑feira que permita a retomada do tráfego pela rota vital para o fornecimento global de energia. O plano mediado pelo Paquistão surgiu de contatos intensos e propõe um cessar‑fogo imediato, seguido de negociações sobre um acordo mais amplo a ser concluído em 15 a 20 dias, disse nesta segunda‑feira uma fonte a par das propostas. Na cena nacional, o residente do BC, Gabriel Galípolo, palestra na abertura de evento promovido pelo Centro de Estudos Monetários da FGV/Ibre, no Rio de Janeiro, às 14h. (Reuters)

update 8h00

EUA e Irã avaliam plano de paz à medida que alerta de “inferno” de Trump se aproxima do prazo final

Com a aproximação do prazo final de alerta do presidente Donald Trump, Estados Unidos e Irã receberam a estrutura de um plano para encerrar o conflito que já dura cinco semanas, embora Teerã tenha rejeitado qualquer medida imediata para reabrir o Estreito de Ormuz. Trump ameaçou fazer “chover o inferno” sobre Teerã se o país não fechar um acordo até o final da terça-feira, o que permitiria que o tráfego voltasse a circular pela rota vital para o abastecimento global de energia. O plano intermediado pelo Paquistão surgiu de intensos contatos durante a noite e propõe um cessar-fogo imediato, seguido de negociações sobre um acordo mais amplo a ser concluído dentro de 15 a 20 dias, disse uma fonte ciente das propostas na segunda-feira. O chefe do Exército paquistanês, marechal de campo Asim Munir, esteve em contato “durante toda a noite” com o vice-presidente dos EUA, JD Vance, o enviado especial Steve Witkoff e o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araqchi, segundo a fonte. O Ministério das Relações Exteriores do Irã afirmou nesta segunda-feira que Teerã formulou posições e exigências com base em seus interesses e as comunicou por meio de intermediários, em resposta às propostas de cessar-fogo. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Esmaeil Baghaei, disse que os detalhes da resposta serão anunciados oportunamente, mas acrescentou que as negociações são “incompatíveis com ultimatos e ameaças de cometer crimes de guerra”. (Reuters)

update 7h52

DIs: juros futuros terminaram quinta-feira com baixas por toda a curva

Taxa (%)Variação (pp)
DI1F2714,030-0,005
DI1F2813,700-0,025
DI1F2913,630-0,045
DI1F3113,735-0,080
DI1F3213,795-0,075
DI1F3313,815-0,075
DI1F3413,835-0,065
DI1F3513,805-0,080
update 7h50

Dólar comercial fechou a quinta-feira com alta de 0,05%

O dólar comercial voltu a subir diante do real, após dois dias de baixas. O movimento foi na mesma direção da divisa norte-americana no resto do planeta, que na comparação com as principais moedas do mundo fez o índice DXY ficar com mais 0,37%, aos 100,02 pontos. Câmbio terminou a semana passada com baixa de 1,51%.

  • Venda: R$ 5,159
  • Compra: R$ 5,159
  • Mínima: R$ 5,139
  • Máxima: R$ 5,194
update 7h48

Maiores baixas, altas de mais negociadas de quinta-feira

Maiores baixas

Dia (%)Valor (R$)
RADL3-3,9521,86
CYRE3-3,5127,52
CYRE4-3,4425,58
YDUQ3-2,5811,72
IGTI11-2,3927,77

Maiores altas

Dia (%)Valor (R$)
PRIO35,6867,77
AURE34,4912,57
BRAV33,2820,47
PETR32,2553,10
SLCE31,6518,47

Mais negociadas

NegóciosDia (%)
PETR464.5361,65
PRIO357.5005,68
B3SA345.3960,38
VALE341.9690,66
ITUB433.686-1,21
update 7h45

Ibovespa terminou a quinta-feira (2) com alta de 0,05%, aos 188.052,02 pontos

  • Máxima: 189.250,57
  • Mínima: 185.213,54
  • Diferença para a abertura: +99,11 pontos
  • Volume: R$ 24,30 bilhões

Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:

  • Segunda-feira (30): +0,53%
  • Terça-feira (31): +2,71%
  • Quarta-feira (1º): +0,26%
  • Quinta-feira (2): +0,05%
  • Sexta-feira (3): Feriado da Sexta-feira Santa
  • Semana: +3,58%
  • Abril: +0,31%
  • 2T26: +0,31%
  • 2026: +16,71%

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