Ibovespa Hoje Ao Vivo: Confira o que movimenta Bolsa, Dólar e Juros nesta sexta

Ibovespa hoje

  • Cenário eleitoral segue no foco enquanto queda do petróleo leva fôlego aos mercados externos.
  • AtlasIntel: Flávio abre 5,4 pontos sobre Lula no 2º turno e vai a 51% dos votos.
  • Day trade hoje: confira o que esperar de mini dólar e mini-índice.

Confira as últimas dos mercados

update 8h38

Euro  se valoriza com queda do petróleo, mas deve registrar quinta queda semanal consecutiva

O euro caminhava para a quinta queda semanal consecutiva nesta sexta-feira, embora a onda de vendas tenha perdido força à medida que o mercado de títulos francês, que vinha enfrentando dificuldades, se estabilizou e a queda nos preços da energia e nos rendimentos dos títulos dos EUA tirou o ímpeto da alta do dólar. A moeda da zona do euro atingiu uma mínima de 17 meses, de US$1,1161, na segunda-feira, com os investidores preocupados com a dívida recorde da França e o difícil caminho político para os cortes orçamentários, em contraste com uma economia e uma moeda americanas que pareciam robustas. O euro recuperava parte das perdas e subia 0,2% nesta sexta-feira, sendo negociado a US$1,123, o que representa uma queda de 0,2% nesta semana e uma queda de mais de 3% em relação ao dólar nas últimas cinco semanas. O euro se estabilizava em relação às moedas vizinhas, mas caminhava para uma queda semanal de 0,3% em relação à libra, após uma queda de 1,1% na semana anterior, quando as vendas nos mercados de títulos franceses atingiram seu pico.
update 8h33

Após crescer seis vezes, gigante das feiras de negócios parte para M&As

Empresa já comprou um evento de iluminação e negocia duas novas aquisições; uma delas, de cerca de R$ 70 milhões, pode adicionar 15% ao faturamento em 2027.

update 8h30

Alcolumbre sinaliza que pode acelerar 6×1

O presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), informou ontem que são necessárias 54 assinaturas para o governo apresentar o pedido de aceleração da votação da proposta de fim da escala 6×1, mas que esse número pode ser menor, ainda que caibam questionamentos. As considerações se dão num momento em que a líder do governo no Senado, Teresa Leitão (PT-PE), recolhe assinaturas de senadores para apresentar um requerimento de calendário especial para a PEC da escala 6×1. A PEC é bandeira eleitoral de Lula e enfrenta resistência da oposição, que tenta barrar a discussão para esvaziar o ativoeleitoral do petista. Se apresentado e aprovado o pedido, a tramitação da PEC fica mais rápida, e o governo terá a oportunidade de ver a proposta sob votação antes da eleição presidencial de 25 de outubro. Na prática, Alcolumbre sinaliza que pode acolher o pedido de aceleração da PEC mesmo sem o número mínimo de 54 assinaturas. “Já teve vários episódios com um número muito menor do que 54. Então, pode ser que apresente o requerimento com um número menor. Pode questionar? Pode. Mas os outros (episódios) eles não questionaram. Só que, logicamente, eu vou ter que esperar quem vai apresentar para saber se vai ter 54 ou não.” Teresa disse a jornalistas que não vai informar quantas assinaturas já coletou nem quantos signatários pretende obter no requerimento. “Nós estamos numa crescente de assinaturas. Nós vamos ter todas as assinaturas necessárias.”

update 8h25

O segredo do sucesso da Nvidia? Jensen Huang diz que é saber sofrer

Bilionário e fundador da Nvidia afirma que fracassos, insegurança e resiliência foram determinantes na trajetória da empresa durante seus 33 anos de história.

update 8h21

Justiça federal de SP autoriza bet a operar até 25 de outubro após MP de Lula vetar

MP assinada por Lula proíbe o funcionamento de bets no país desde o dia 5.

update 8h18

Eleição pode remodelar comércio entre Brasil e EUA, com foco em tarifas e minerais críticos

Duas visões drasticamente diferentes para as relações entre o Brasil e os Estados Unidos estão em jogo no segundo turno das eleições presidenciais, mas tanto as estratégias do senador Flávio Bolsonaro (PL) quanto as do atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) apresentam seus próprios riscos, na avaliação de especialistas. Flávio avançou para o segundo turno, que será realizado em 25 de outubro, com impulso após garantir 47% dos votos no primeiro turno, contra 45% de Lula, em uma campanha marcada por críticas à relação de ambos os candidatos com Washington. Quem vencer as eleições terá que lidar com as tensões entre os dois maiores parceiros comerciais do Brasil — China e Estados Unidos — ao mesmo tempo em que define estratégias para o desenvolvimento mineral, a industrialização e a cooperação regional. Brasil e Estados Unidos criaram um grupo de trabalho no mês passado para conduzir as negociações sobre tarifas e uma estrutura comercial bilateral mais ampla, com o acesso dos EUA aos minerais críticos e terras raras do Brasil emergindo como um ponto-chave de discórdia, enquanto Washington busca reduzir sua dependência da China para esses minerais.

update 8h15

Eleições nos EUA podem levar a novo rali em Wall Street? JPMorgan aponta vencedores

O pano de fundo histórico, de um modo geral, é favorável para a Bolsa, mas rali recente do mercado americano pode ser um fator limitante.

update 8h12

Barris de petróleo caem 1%

Os preços do petróleo caíam nesta sexta-feira, à medida que diminuíam as preocupações com a oferta no Oriente Médio após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmar que o país não atacará o Irã antes das eleições americanas do próximo mês. Os contratos futuros do Brent, referência internacional do petróleo, para entrega em dezembro caiam cerca de 1%.

  • Petróleo WTI, -1,01%, a US$ 90,57 o barril
  • Petróleo Brent, -1,38%, a US$ 102,86 o barril
update 8h09

Bolsas da Ásia encerram dia sem direção única

Na Ásia, os mercados encerraram a sessão desta sexta-feira sem direção única. O índice Nikkei 225, do Japão, ficou praticamente estável, enquanto o CSI 300, da China continental, avançou 0,16%. Na Austrália, o S&P/ASX 200 subiu 0,64%. Já em Hong Kong, o índice Hang Seng registrava ganho de 1,4% na última hora de negociação, acompanhando a melhora do apetite por risco nos mercados globais.

  • ASX 200 (Austrália): +0,64%
  • Nikkei (Japão): -0,02%
  • Nifty 50 (Índia): +1,40%
  • Hang Seng (Hong Kong): +1,79%
  • Shanghai Composite (China): +0,05%
update 8h05

Bolsas da Europa têm dia de ganhos

As bolsas europeias avançavam nesta sexta-feira, com o índice Stoxx 600 em alta de 1%, recuperando integralmente as perdas acumuladas na semana, que chegaram a 1,3% nos momentos de maior pressão. No mercado de renda fixa, os títulos soberanos da região também registravam ganhos, acompanhando o movimento observado no fim da sessão anterior nos Estados Unidos. Os papéis franceses lideravam a valorização entre os principais mercados europeus. Os investidores entram na temporada de balanços corporativos mantendo atenção elevada aos riscos macroeconômicos. Entre os principais fatores monitorados estão os rendimentos ainda elevados dos títulos públicos, as pressões fiscais na França, as tensões entre Estados Unidos e Irã e as eleições legislativas de meio de mandato nos EUA.

  • STOXX 600: +0,80%
  • DAX (Alemanha): +0,94%
  • FTSE 100 (Reino Unido): +0,80%
  • CAC 40 (França): +0,60%
  • FTSE MIB (Itália): +0,80%
update 8h02

EUA: índices futuros avançam juntos

Os futuros do S&P 500 avançavam 0,5%, enquanto os futuros do Nasdaq 100 subiam 0,9% na manhã desta sexta-feira (9). Parte da razão da alta vem de otimismo com Inteligência Artificial (IA). Segundo pessoas familiarizadas com o assunto, a OpenAI espera alcançar ou superar US$ 70 bilhões em receita anualizada até o fim do ano, ajudando a aliviar temores de que suas vendas estivessem abaixo das estimativas anteriores. Em resposta, um ETF que acompanha fabricantes de chips avançava mais de 2% no pré-mercado americano. O petróleo Brent recuava para abaixo de US$ 103 por barril após o presidente Donald Trump afirmar que os Estados Unidos não atacarão o Irã antes das eleições legislativas de meio de mandato. Trump também mencionou “discussões produtivas” com Teerã. Na sessão anterior, a commodity havia atingido o maior nível em duas semanas diante dos receios de uma possível escalada das tensões no Oriente Médio.

  • Dow Jones Futuro: +0,17%
  • S&P 500 Futuro: +0,42%
  • Nasdaq Futuro: +0,84%
update 8h01

Flávio tem 51,1% e Lula 45,7% das intenções de voto no 2º turno, mostra Atlas

O senador Flávio Bolsonaro (PL) lidera o segundo turno da eleição presidencial contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), rompendo o empate técnico apontado em simulações feitas em levantamentos anteriores, mostrou pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada nesta sexta-feira. De acordo com a pesquisa, Flávio registra 51,1% das intenções de voto para o segundo turno, ante 47,4% da pesquisa anterior, enquanto Lula aparece com 45,7%, ante 47,6%. O percentual de eleitores indecisos ou que pretendem votar em branco ou anular o voto caiu para 3,2%, de 5,0% na pesquisa anterior. A margem de erro da pesquisa é de 1 ponto percentual para mais ou para menos. Para a pesquisa, contratada pela Bloomberg, o instituto AtlasIntel ouviu 5.026 pessoas online entre os dias 3 e 8 de outubro. Flávio Bolsonaro terminou o primeiro turno da eleição presidencial no último domingo na liderança com 47,03%, contrariando o que apontavam os principais institutos de pesquisa, enquanto Lula obteve 45,16% dos votos.

 

update 8h00

Abertura de mercados

A semana termina com os agentes de mercado analisando nesta sexta-feira os resultados de duas pesquisas sobre o segundo turno da eleição presidencial entre o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que mostram o senador largando na frente para a eleição de 25 de outubro, ao mesmo tempo que, no exterior, a queda nos preços internacionais do petróleo trazia fôlego aos ativos. Na noite de quinta-feira pesquisa Datafolha mostrou Flávio com 49% das intenções de voto contra 45% de Lula, um empate técnico no limite da margem de erro de 2 pontos percentuais. Já nesta manhã, levantamento Atlas/Bloomberg colocou Flávio na liderança do segundo turno, rompendo o empate técnico apontado em simulação feita em pesquisa anterior. O senador aparece com 51,1% contra 45,7% de Lula. No exterior, os principais índices de ações registravam altas ajudados pela queda nos preços do petróleo após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmar que os EUA não atacariam o Irã antes da eleição legislativa de meio de mandato do país no início de novembro. Os investidores ainda mantinham cautela, no entanto, em meio a uma nova onda de levantamento de recursos por grandes empresas de tecnologia, enquanto os custos de empréstimos em algumas das maiores economias do mundo saltavam para seus patamares mais altos em vários anos. (Reuters)

update 7h54

Principais índices em Nova York fecharam ontem de forma mista

Investidores em Wall Street novamente observaram os rendimentos dos títulos e o preço do petróleo, que têm alimentado a volatilidade das ações recentemente, à medida que cresce a preocupação de que os preços mais altos da energia mantenham a inflação elevada e forcem o Federal Reserve a aumentar ainda mais as taxas de juros. Muitos investidores, no entanto, mantêm uma visão otimista do mercado de ações. Eles esperam que o início da temporada de balanços possa dar ao mercado o combustível necessário para a próxima alta. “Se os lucros permanecerem fortes, e a ideia é que provavelmente permanecerão, se as expectativas forem atendidas e/ou superadas, sustentará essa alta – apesar das taxas de juros estarem mais altas”, disse à CNBC Courtney Garcia, consultora sênior de investimentos da Payne Capital Management. “Isso não vai descarrilar o mercado”. Apesar do otimismo, a queda das receitas da OpenAI fez as ações do setor recuarem.

Dia (%)Pontos
Dow Jones+0,1051.231,70
S&P 500-0,477.765,47
Nasdaq-1,2527.193,34
update 7h52

DIs: juros futuros fecharam ontem com quedas por toda a curva, com exceção do vértice mais curto

Taxa (%)Variação (pp)
DI1F2713,4510,010
DI1F2812,560-0,045
DI1F2912,320-0,115
DI1F3112,420-0,180
DI1F3212,495-0,205
DI1F3312,555-0,195
DI1F3412,575-0,195
DI1F3512,570-0,205
update 7h50

Dólar comercial terminou ontem com alta de 0,27%

O dólar comercial emendou a segunda alta seguida diante ao real. O movimento vai na direção contrária da moeda norte-americana ante outras divisas de países desenvolvidos, com o DXY, o índice dólar, com menos 0,12%, aos 102,12 pontos.

  • Venda: R$ 5,024
  • Compra: R$ 5,024
  • Mínima: R$ 5,000
  • Máxima: R$ 5,027
update 7h48

Maiores baixas, altas e mais negociadas de ontem

Maiores baixas

Dia (%)Valor (R$)
BEEF3-3,914,42
TEND3-2,5429,49
CURY3-2,4531,48
HYPE3-2,2726,70
GOAU4-2,1011,20

Maiores altas

Dia (%)Valor (R$)
AZZA37,7125,28
ASAI37,3712,96
VAMO37,266,50
MGLU35,5610,25
SMFT35,5123,57

Mais negociadas

NegóciosDia (%)
AXIA3103.020-0,82
SBSP385.7224,09
PETR482.6722,12
BBDC481.676-2,05
ITUB473.3880,49
update 7h45

Ibovespa terminou ontem com alta de 0,94%, aos 206.220,24 pontos

  • Máxima: 207.953,74
  • Mínima: 203.984,57
  • Diferença para a abertura: +1.917,91 pontos
  • Volume: R$ 60,60 bilhões

Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:

  • Segunda-feira (5): +7,70%
  • Terça-feira (6): -0,52%
  • Quarta-feira (7): -0,74%
  • Quinta-feira (8): +0,94%
  • Semana: +7,34%
  • Outubro: +10,67%
  • 4T26: +10,67%
  • 2026: +27,99%

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